Carta do Canadá: Respeitinho é bonito

Charles Angelil

Charles Angelil, a dicursar no funeral do pai

Para compreenderem melhor o que vos vou contar, digo-vos que a cantora Celine Dion é para o Canadá o que Amália Rodrigues é para Portugal: um ícone.  O que se compreende porque, desde muito nova a bela voz de Celine prendeu este povo, que passou a seguir atentamente o crescer da menina que é conhecida em todos os continentes. Viu-a casar com o seu empresário, René, viu nascer-lhe os filhos, acompanhou-a na longa e tremenda luta do marido contra o cancro.

Quando René morreu e se soube que a cantora desejava sepultá-lo no Quebeque, a província que a viu nascer, o governo dessa província imediatamente a informou que oferecia um funeral de estado. Convenhamos que foi um exagero, porque não se tratava do funeral da artista mas do seu empresário e marido, ambos impecáveis, é certo, mas sem estatuto para cerimónias de estado. Os governos às vezes são assim desgovernados.  Seja como for, a cantora aceitou sensibilizada e ficou a saber que agência funerária tinha sido escolhida. [Read more…]

O cravo e a arma

Leonor Pinto, 7 anos

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TTIP

Governo do Reino Unido considera que o TTIP tem bastantes riscos e nenhum benefício.

O cravo

Sofia Castelejo, 7 anos

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Abril, 25

Mariana Figueiredo, 6 anos

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O poderoso Observador

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O Observador é uma espécie de jornal, um híbrido entre um blogue de ideologia neoliberal e um folhetim partidário de direita. Financiado por um grupo de empresários próximos/militantes do PSD ligados à sombria Comissão Trilateral, apoiantes convictos do cavaquismo e posteriormente de Pedro Passos Coelho, de onde se destacam os nomes de Alexandre Relvas (PSD/Logoplaste), António Carrapatoso (PSD/ex-CEO Vodafone), João Talone ou António Pinto Leite (PSD/MLGTS), este projecto editorial destaca-se por uma abordagem vincadamente anti-esquerda e acerrimamente ultraliberal e conta com um painel de colunistas essencialmente de direita, com a presença do ocasional comentador de esquerda com vista a criar uma falsa sensação de imparcialidade que pura e simplesmente não tem ali lugar. [Read more…]

O ditador que caiu da cadeira

Rita Mateus, 6 anos

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Antes do 25 de Abril, as pessoas não podiam dizer o que queriam e tinham que fazer tudo o que o ditador dizia, depois as pessoas juntaram-se e fizeram o MFA e depois veio a Liberdade…o ditador que se chamava Oliveira Salazar caiu de uma cadeira abaixo e morreu.

Quando começou a tocar a música

Sofia Mateus, 6 anos

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Nessa noite começou a tocar uma música e as pessoas quando ouviram tiveram a coragem de ir para a rua festejar a Liberdade que foi no dia 25 de Abril. O que houve de bom foi que os tropas tinham cravos na ponta das espingardas e não houve tiros….ficaram todos muito felizes.

A borboleta libertou-se da gaiola

Carolina Pinto, 5 anos

No 25 de Abril, a borboleta (à esquerda) libertou-se da gaiola e fugiu

No 25 de Abril, a borboleta (à esquerda) libertou-se da gaiola e fugiu

“Lista do saco azul do GES com avenças a políticos e jornalistas”

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Este fim-de-semana o Expresso, que está a gerir a questão dos “Panama papers” de forma populista, como já tinha dito antes, coloca na sua 1ª página o caso da lista dos 100 nomes que estariam a ser pagos pelo GES, com o título “Lista do saco azul do GES com avenças a políticos”. A lista é de políticos e jornalistas, mas o título escolhido pelos jornalistas do Expresso para a 1ª página remove a palavra “jornalistas”. Porque é que isso me incomoda? [Read more…]

Não voltaremos atrás

Nuno Filipe, 11 anos

Liberdade

O dia da liberdade

Leonor Pinto, 7 anos

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O dia da liberdade é o dia em que começou a Liberdade no país de Portugal, as pessoas começaram a ser livres no dia 25 de Abril. Antes disso, as pessoas viviam sem liberdade, sem dinheiro, o Salazar proibia as pessoas de terem emprego, bastava dizerem qualquer coisinha que não boa sobre o Salazar que iam logo presas.
Ninguém podia comer porque toda a gente era pobre e tinham de rapar os tachos se queriam comer, até chegar o dia 25 de Abril de 1974.
Nesse dia, começou a liberdade, mas é pena que em alguns países ainda seja assim.

25 de Abril de 1974

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