
Um grupo de corruptos pronunciou-se sobre corrupção.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

Um grupo de corruptos pronunciou-se sobre corrupção.
Vergonhoso. Na Alemanha, um humorista satirizou o presidente turco e os tribunais alemães vão julgá-lo com base numa lei do século XIX, tendo a abertura judicial sido autorizada pelo Governo de Merkel. Aí está mais uma boa razão para a Turquia nunca se juntar à União Europeia.
Ensinaram-nos que a Alemanha foi pioneira nas leis, em especial o BGB, o código civil que remonta a 1900, e que inspirou, por exemplo, o nosso Código Civil de 1966. O programa de TV foi retirado de emissão na ZDFneo (inacreditável!) e Angela Merkel, de quem se fala à boca cheia para se candidatar a secretário-geral da ONU, dá assim uma prova de como os estados se deixam acobardar pelos interesses diplomáticos, para evitar problemas incómodos. A Turquia é liderada por um presidente perigoso e intolerante, Recep Tayyip Erdogan. O Parlamento Europeu deveria pronunciar-se rapidamente sobre este caso, e talvez o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem possa repor alguma ordem nas leis alemãs.
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Trata-se de uma máquina bem oleada, composta pelos mais hábeis activistas da direita radical, dispõe de financiamento abundante e sem paralelo e ataca em força, numa base diária, através dos jornais e de outros pravdas online que integram a rede do ministério da propaganda do “jihadismo” financeiro ultraliberal.
O seu objectivo primordial é plantar na opinião pública a ideia de que qualquer valor ou política de esquerda é tendencialmente destrutiva e ditatorial. Que a solução para os nossos problemas reside na instauração de um regime em que a soberania do mercado, ironicamente apelidado de livre, implica a submissão da esmagadora maioria da população à ausência da regulação e à lei do mais forte. Que devemos ser passivos e obedientes para não incomodar a exploração virtuosa da era moderna. Que devemos estar dispostos a aceitar sacrifícios para que a elite que nos comanda não tenha que os fazer. [Read more…]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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