Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Documentário do Canal História sobre o Tratado de Tordesilhas e a forma como D. João II reservou para Portugal uma extensa área a descobrir. Muito interessante.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário que descreve a exploração da costa ocidental africana até à dobragem do Cabo da Boa Esperança. Apesar das limitações, um bom filme de síntese de todas as aulas anteriores.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
D. João II foi provavelmente o mais importante monarca do período das descobertas. Durante o seu reinado, Bartolomeu Dias dobrou o Cabo da Boa Esperança, viagem que permitiu a chegada à India alguns anos depois. Foi também assinado o Tratado de Tordesilhas. Morreu prematuramente, ainda a tempo de ver o seu filho único morrer de forma trágica.
Pode ver o filme aqui.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Apesar de realizado no âmbito do triste concurso dos Grandes Portugueses, ganho, relembre-se, pelo não menos triste Salazar, há partes deste documentário que são aproveitáveis para discorrer sobre o Infante D. Henrique. É uma questão de fazer a montagem respectiva.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
A conquista de Ceuta com0 primeiro momento do processo expansionista português. Causas er consequências da conquista e o papel do rei D. João I. Tem o inconveniente de ser em espanhol, mas vale a pena.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário sobre a obra de Camões, ideal para iniciar o estudo desta matéria ou para acompanhá-la ao longo das diferentes aulas. Para qem preferir, também é possível acompanhar a leitura da obra.
A descoberta, colonização e exploração económica das ilhas atlânticas, Madeira e Açores, como primeira amostra audiovisual sobre este tema. No entanto, como forma de motivação para os Descobrimentos, aconselha-se a utilização de música e de poesia. De Fernando Pessoa a Fausto, de Camões a Rui Veloso.
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.1. – A Abertura ao Mundo
Documentário português sobre os reis portugueses. Neste episódio, D. João I, o Mestre de Avis que chegou ao poder após a morte do meio-irmão, D. Fernando. Primeiro rei da segunda dinastia, foi o responsável pelo início do movimento expansionista. Aos seus descendentes, Camões chamou a Inclita Geração. O ideal para terminar esta unidade e para começar a matéria do 8.º ano propriamente dita.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Para comemorar Aljubarrota, o rei D. João I decidiu construir, a cerca de 3 km do local da batalha, um mosteiro consagrado a Nossa Senhora da Vitória – a vitória contra os castelhanos. Mosteiro da Batalha acabou por ser a designação mais conhecida, ao ponto de dar o nome à vila onde se implantou.
Para além do breve documentário apresentado, é possível fazer uma Visita Virtual ao Mosteiro e a todas as suas salas. Excepcional e muito funcional para sala de aula.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Completam-se hoje 627 anos sobre a Batalha de Aljubarrota, a mais decisiva das vitórias portuguesas durante a crise de 1383/85.
Conhecida durante muito tempo como a Batalha Real, por nela estarem presentes os dois monarcas (D. João I de Portugal e D. João I de Castela), decorreu no Campo de S. Jorge, actual concelho de Porto de Mós e a alguns quilómetros da vila de Aljubarrota.
A caminho de Lisboa, um numeroso exército castelhano foi interceptado e completamente dizimado, em pouco mais de meia hora, graças ao local escolhido e às tácticas utilizadas por Nuno Álvares Pereira. Uma pequena Capela mandada erguer pelo Condestável marca o local exacto da batalha. Hoje em dia, o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota dá uma outra dimensão a todo aquele espaço.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Em Abril de 1384, os portugueses, comandados por Nuno Álvares Pereira, infligiram uma pesada derrota aos castelhanos, apesar destes serem em número muito superior. A Batalha dos Atoleiros, aqui recriada pela Companhia de Teatro Viv’Arte, deu grande moral às hostes nacionais e foi apenas a primeira de um conjunto de grandes vitórias, das quais Aljubarrota foi o expoente máximo.
Batalha dos Atoleiros from ccnunoalvares on Vimeo.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Documentário português sobre os reis portugueses. Neste episódio, D. Fernando e as causas do agravamento da crise económica do séc. XIV e a crise de sucessão que culminou com a subida ao poder do seu meio-irmão, D. João, Mestre de Avis.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Longa mentragem de Murnau baseada na peça de Goethe. Fausto, um velho alquimista, vê a sua cidade ser assolada pela Peste Negra. Legendado em português.
ficha IMdB
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Um filme de Ingmar Bergman, legendado em português, que tem como pano de fundo a Idade Média e que aborda de forma interessante a temática da Peste Negra e da forma como a doença afectou toda a sociedade europeia medieval.
ficha IMdB
carregue na imagem para ver o filme
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
A presente unidade é leccionada no 8.º ano, embora em teoria faça parte do programa do 7.º ano. Aqui é abordada a crise do séc. XIV em Portugal e na Europa e a famosa trilogia fomes – pestes – guerras.
No caso das pestes, é de referência obrigatória a Peste Negra, que dizimou um terço da população europeia. O presente filme-documentário aborda as causas e as consequências da doença de forma muito acessível e interessante para os alunos.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
A presente unidade é leccionada no 8.º ano, embora em teoria faça parte do programa do 7.º ano. Aqui é abordada a crise do séc. XIV em Portugal e na Europa e a famosa trilogia fomes – pestes – guerras.
Uma dessas guerras, provavelmente a mais mortífera do séc. XIV, foi a Guerra dos Cem Anos entre Inglaterra e França. É aqui que se enquadra Joana d’Arc, a Donzela de Orleans que deu um contributo decisivo para as pretensões francesas.
O cinema já narrou por diversas vezes a vida de Joana d’Arc e várias dessas versões estão integralmente disponíveis na net. É o caso do filme mudo de 1928 realizado por Carl Dreyer. É também o caso do filme de 1948, realizado por Victor Fleming. E do filme de 1999 de Christian Duguay. Ou do filme de Luc Besson, com Mila Jovovich como protagonista.

Da série Filmes para o 8.º ano de História
Unidade 4.3. – Crises e Revolução no séc. XIV
Dando continuidade à série relativa ao 7.º ano, volto à carga amanhã com nova série, desta vez dedicada ao 8.º ano de escolaridade.
A matéria do 8.º ano de História incide na chamada Idade Moderna. Começa com a crise do séc. XIV (que em teoria até pertence ao 7.º Ano) e acaba com a Revolução Industrial do séc. XIX e os movimentos sindicalistas com ela relacionados.
Pelo meio, os Descobrimentos portugueses e o Renascimento ocupam grande parte do programa. Quase no fim, as grandes revoluções, com destaque especial para a Revolução Francesa.
Como poderemos ver nos próximos dias, há muitos filmes sobre todas estas matérias que podem e devem ser usados na sala de aula.
Versão restaurada. Ficha IMDB e Wikipédia.
Um clássico de 1902 realizado por George Méliès.
Uma curta metragem com muita animação de Henrique Guerra.
Amarcord quer dizer “lembro-me” e constitui como que uma transcrição fonética da forma verbal tal como é pronunciada no dialecto de Rimnini, terra natal de Fellini. O realizador reconheceu que há referências à sua infância. É, sobretudo, um filme completo, feito de fragmentos cómicos e trágicos. O argumento foi escrito pelo realizador e por Tonino Guerra. Legendas em português do Brasil.
12 Angry Men – filme de Sidney Lumet, no sexto lugar do top #250 do IMDB, com Henry Fonda.
Um julgamento por júri. Um veredicto óbvio para 11 dos jurados, mas o décimo segundo tem dúvidas.
Em inglês, sem legendas.
Notorious, obra do mestre Alfred Hitchcock, com Cary Grant e Ingrid Bergman.
Pedem a Alicia Huberman para espiar os amigos nazis do próprio pai, que operam a partir do Rio de Janeiro… (Página IMBD)
Em inglês, sem legendas.
Extraordinário filme de Spielberg, com uma notável interpretação de Christian Bale, o actual Batman, na altura com 13 anos. A acção decorre em 1941, na China, durante a invasão japonesa. Legendado.
Depois da excelente série do Ricardo sobre Filmes para o 7º ano de História, é tempo de um intervalo. Mas curto. Amanhã mais coisas darão na net e, se nos deixar uma sugestão nos comentários, até poderá ser a sua escolha.
A última unidade do programa do 7.º ano de História, Crises e Revolução no séc. XIV, é na prática uma unidade do 8.º ano, pois nunca é leccionada, por falta de tempo, no 7.º. Assim, ficará para outras núpcias.
Quanto à série que hoje termina, relembrar que não quis fazer uma listagem exaustiva dos filmes existentes na net sobre os conteúdos do programa do 7.º ano de História, mas seleccionar aqueles que tinham mais interesse do ponto de vista da aula e dos alunos.
Como escrevi no primeiro post desta série, é de evitar a utilização de filmes completos. O facto de existirem na net é excelente, mas só se o professor souber aproveitá-los para os seus objectivos. Ou seja, retirar determinada cena ou determinado episódio pode ser muito importante, muito mais do que mil palavras que o professor diga. E aí, os inúmeros programas gratuitos de edição de som e de imagem, de legendagem, etc, são seus aliados fundamentais.
Pode dar muito mais trabalho do que estar ali a debitar a matéria do costume, mas os alunos agradecem. Ou não.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Longa-metragem sobre S. Francisco de Assis e uma das principais Ordens Mendicantes da Idade Média. Não legendado.
ficha IMdB
Da série Filmes para o 7.º ano de História
Tema 4 – Portugal no contexto europeu dos séculos XII a XIV
Unidade 4.2. – A cultura portuguesa face aos modelos europeus
Conjunto de episódios sobre Portugal na Idade Média, realizados para a Telescola. Apesar das insuficiências da narração (os alunos costumam adorar a apresentadora) e da realização, tem algum interesse para este tema final do programa do 7.º ano.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 4 – Portugal no contexto europeu dos séculos XII a XIV
Unidade 4.1. – Desenvolvimento económico, relações sociais e poder político nos séculos XII a XIV.
Pequeno filme animado de cerca de 5 minutos sobre a vida do primeiro rei português e alguns dos episódios mais marcantes da sua governação. Divertido q. b., funciona muito bem em contexto de sala de aula.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 3 – A formação da cristandade ocidental e a expansão islâmica
Unidade 3.4. – A Península Ibérica: Dois mundos em presença
Uma das obras-primas de Manoel de Oliveira que pode ser utilizada para diversos pontos do programa do 7.º, 8.º e 9.º ano de História, desde a formação de Portugal até ao 25 de Abril, passando pela cena sublime da Batalha de Alcácer-Quibir.
No caso do 7.º ano, a formação do país e o papel de D. Afonso Henriques pode ser utilizada para este tema.
Da série Filmes completos para o 7.º ano de História
Tema 3 – A formação da cristandade ocidental e a expansão islâmica
Unidade 3.4. – A Península Ibérica: Dois mundos em presença

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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