Esse portento de rectidão, Dias Loureiro, ficou sem parceiro de negócios.
A repressão policial nos Governos PSD
Fiz este filme há uns meses, para o 5 Dias, mas neste momento faz todo o sentido voltar a publicá-lo.
É extraordinário como os Governos do PSD têm uma apetência especial pela violência e pela repressão policial. 3 Ministros da Administração Interna – Silveira Godinho, Dias Loureiro e Miguel Macedo – e a mesma matriz identitária, convertida num bastão. Parece ser a matriz do PSD.
Consulte um advogado e fique descansado
Som obtido, com a devida vénia, através da campanha televisiva da Ordem dos Advogados.
As duas faces da moeda: a “oculta” e a “ocultada”
Cavaco Silva, há tempos no ‘Expresso’, inspirou-se na Lei de Gresham, de Sir Thomas Gresham (1558), utilizando-a como metáfora para sustentar que os “maus” políticos acabariam de ser expulsos pelos “bons”. Do escrito, depreendia-se que a tese da proscrição se aplicava, então, a Pedro Santana Lopes, hoje Provedor da SCML por escolha de Passos Coelho.
Cavaco, se original no uso da metáfora, foi plagiado, nestas histórias monetárias, pelo ‘Sistema de Justiça Português” que baptizou de ‘Face Oculta’ o processo de investigação e acção judicial, envolvendo o sucateiro Godinho, Armando Vara, os Penedos, pai e filho, e outras figuras conectadas com o PS – o próprio Sócrates, até agora não pronunciado, é alegadamente protagonista de escutas suspeitosas.
Temos, pois, a moeda de ‘Face Oculta’, mas como a circulação da “má moeda” é intensa no espaço do “centrão”, entre a diversidade de operações duvidosas e correntes, existe uma outra, a do caso BPN, à qual, auxiliados pela imaginação dos investigadores e outros agentes do aparelho judicial, damos o nome de ‘Face Ocultada’.
Um homem novo candidata-se à presidência
“O que teria acontecido sem os alertas e apelos que lancei na devida altura, sem os compromissos que estimulei, sem os caminhos de futuro que apontei, sem a defesa dos interesses nacionais que tenho incansavelmente promovido junto de entidades estrangeiras?”

“O dia deu em chuvoso”, escreveu Álvaro de Campos. Num tempo soturno, melancólico, deprimente. “Tempo de solidão e de incerteza / Tempo de medo e tempo de traição / Tempo de injustiça e de vileza / Tempo de negação”, diria Sophia de Mello Breyner. Tempo de minhocas e de filhos da puta, digo eu





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