Da série ai aguenta, aguenta (6)

Indemnizações por despedimento baixam para 12 dias

 

Da série ai aguenta, aguenta (5)

Casal com bebé não tem comida

Da série ai aguenta, aguenta (4)

Desempregados fazem de Pai Natal a 43 cêntimos à hora

 

Da série ai aguenta, aguenta (3)

Taxa de desemprego em Portugal sobe para os 16,3%

Da série ai aguenta, aguenta (2)

Famílias devem 49 milhões de luz e de gás

 

Da série ai aguenta, aguenta (1)

Escola trava ajuda a menino

Ulrich diz que os bancos aguentam, ai, aguentam, aguentam!

Bancos precisam de 474 milhões para prevenir perdas na construção e imobiliário

E o Ulrich, aguenta levar com um pau pelo traseiro acima? Ai aguenta aguenta!


Podia protestar com alguma veemência, mas lá estaria, vivo!

Vamos partir umas montras do BPI?

Penso que Fernando Ulrico não se importaria: “os gregos estão vivos, protestam com um bocadinho de mais veemência do que nós, partem umas montras, mas eles estão lá, estão vivos”. Não levem o homem a mal: foi fazer análises e acusou gorduras do Estado no sangue.

Fernando Ulrich, o chupista do estado

quer trabalhadores à borla no seu “banco”.

Fernando Ulrich (BPI) ou as dúvidas de um banqueiro

Membro da comissão de honra de Cavaco Silva e administrador do BPI – posições, aliás, irrelevantes –Ulrich veio a público lançar dúvidas sobre a relação CGD – BPN. Terá a Caixa beneficiado da transferência, para os seus activos, dos dinheiros depositados no BPN? Eis a questão do desassossego de Ulrich.

O destino do dinheiro é, ao que parece, causa provável de insónias do banqueiro. Já o  Estado ter injectado à volta de 5 mil milhões de euros, na promíscua instituição BPN, deixa Ulrich imperturbável. Que  a origem do dinheiro seja o erário público, em grande parte suportado por impostos cobrados a cidadãos de baixos salários, ainda o deixa mais indiferente. Primeiro a banca e em último dos últimos o povo do trabalho, do desemprego e de vidas amarguradas.

Outra curiosidade: Fernando Ulrich afirmou haver muita coisa do BPN por saber. Há certamente. Mas, adiantamos, também se sabe com rigor que ex-governantes cavaquistas, com Oliveira e Costa e Dias Loureiro à cabeça, têm fortes responsabilidades no caso Só que sobre este capítulo, e por certo em ordem a obedecer ao sacro-santo segredo de justiça, Ulrich opta por esquivo silêncio. “Compreendi-te”, diria o histórico Vasco Santana, de voz cheia e embriagada, ao estilo do ‘Pátio das Cantigas’. Ai esta vida de banqueiro…, entoamos nós.

Este homem tem talento e uma carreira como humorista, onde pagam muito melhor que nos bancos

Perante  a atitude do Governo e do Banco de Portugal, que decidiram  pôr um travão nos ordenados dos banqueiros, diz o homem do BPI:

Ulrich

“DEIXEM-NOS TRABALHAR, NÃO NOS MASSACREM”

“Não é preciso nada disto na Banca portuguesa. Estamos a falar de um problema inglês”, afirmou ao CM Fernando Ulrich, presidente do BPI, acrescentando que “temos mecanismos internos para controlar as remunerações”.
Aquele responsável manifestou-se ontem na conferência da Reuters/TSF contra o excesso de regulamentação no sector bancário. “Estou farto de ser responsabilizado por esta bagunça toda. Esta crise é uma crise anglo-saxónica. Não nos massacrem. Deixem os bancos em paz. Deixem-nos trabalhar”, afirmou o presidente do banco.