Carta muito franca e aberta às militantes anti-aborto

Cervatos erotico

Sexo é bom. Fazê-lo bem feitinho ainda é o melhor que levamos desta vida.

Compreendo que cada um é em boa parte a vida sexual que teve, ou no vosso caso não tem. Já não percebo como a ejaculação precoce, a frigidez, ou muito simplesmente a coisa mal feita pode levar alguém a militar numa causa de invejosas, sendo a inveja um pecado.

Sabeis, ó isildas, que o prazer obtido numa relação sexual não reprodutiva, vulgo queca, depende sobretudo dos vossos parceiros?

Homem que é homem tem cinco órgãos sexuais activos, por esta ordem: o cérebro, que trata dos outros, as mãos, que excitando nos excitam, a língua que opera milagres, a pele toda, excluindo talvez os calcanhares, e aquele que não sabeis denominar, seja ele pénis ou pila ou pixota, a tal parte que ejacula e reproduz a espécie. Falta um? falta: a alma, a paixão, o amor, ajudam, mas não são indispensáveis. [Read more…]

Hilti é marca de produtos de prazer

hilti martelo

Não me perguntem como é que descobri isto, todos temos os nossos segredos obscuros que não pretendemos revelar.

Posso apenas revelar que, ao fazer uma busca na internet, o Sr. Google apresentou-me esta notícia que não tem nenhum interesse, não fosse eu ver já aqui um nicho de mercado. Tal como o gato, lá fui eu movida pela curiosidade. [Read more…]

Poética do Prazer entre Sereias e Ciclopes

prazerFaça-se justiça a todos quantos descobriram
a singela chave para superar
esta mó nacional tão abaixo de baixa,
chave para um homem se agigantar
ante as mandíbulas impiedosas de um mundo a colapsar
ou talvez não.
Quem puder, se já corria, intensifique a sua corrida.
Passe a ser bidiária, a meio da manhã,
ao fim da tarde. Duas horas, portanto.
Será o prazer de correr, passar pelas árvores,
sorver em largas golfadas a aragem tépida,
húmida, odorosa,
deste Outono. Não há outro.

Às refeições, o prazer do vinho tinto:
sinta-se com a boca toda. Sorva-se.
Cheire-se.
Observe-se-lhe a cor quente, bela.
Invista-se tempo, sorriso, calor,
no prazer do convívio familiar
e na preciosidade dos amigos.
Invista-se no prazer de observar embevecido
cada um dos nossos filhinhos, netinhos, a crescer.
Ame-se cada mão na mão, olhos nos olhos,
cada abraço, cada saudação calorosa
e acolhedora. [Read more…]

O Luto e o Alívio

Mais uma boa crónica de Miguel Esteves Cardoso! Só ele para se lembrar de escrever sobre «coisas» como o alívio.

O alívio é um prazer. Concordo. E é pouco elogiado. Concordo também!

Alívio parece nome de gente! – digo eu.

MEC escreveu ontem: “O alívio é o livramento do medo que acabou por não acontecer, do encargo da ansiedade, da angústia do trabalho depois de feito. (…) O alívio é a liberdade. É o tal grande peso que, num instante mas duradouramente, se alevanta do nosso peito e nos deixa respirar oxigénio puro como se fosse pela primeira (…)”.

Fui ao dicionário ver «alívio» e «aliviar». De «alívio», temos acto ou efeito de aliviar, diminuição de peso, de cor, etc.; descarga. De «aliviar», temos, para além do conhecido «aliviar a tripa», «dar à luz» e «aliviar o luto», que eu não conhecia, e que significa, esta última expressão, começar a usar um vestuário que não é totalmente de luto. [Read more…]

PCP, sexo e prazer

Segundo o Público o tema está quente (aqui daria para um trocadilho fácil!) nos States.

Um potencial asterisco a candidato dos Republicanos teme que

“o sexo seja desconstruído ao ponto de se tornar simplesmente prazer”.

Ainda estou a ver o PCP a votar favoravelmente esta questão.

A psicanálise e os seus heróis: As minhas memórias

Simund Freud

Bem sabemos que o nosso pensamento não é livre, como gostaríamos que fosse. Não apenas por causa das descobertas de Sigmund Freud da existência das faculdades dos actos conscientes ou ego, o inconsciente ou superego ou do vigiante destas faculdades.
Cada uma destas faculdades das capacidades humanas tem uma tarefa a cumprir, como o define o nosso herói do pensamento humano. É verdade que era médico, mas a sua prática fê-lo descobrir que muitos doentes queixosos de mal-estares não tinham outra doença que não chamar a atenção de parentes, vizinhos ou amigos, porque, como comentava no meu ensaio sobre a resiliência, essa surpresa para mim, estavam faltos de carinho, emoção ou de alguém que amasse a pessoa ou, simplesmente, que tivera um intimidade que leva-se a pessoa até ao orgasmo. [Read more…]

Trabalho é Prazer

Faltar ao trabalho é Pecado. Fazer greve é blasfémia!

procriarás, para teres filhos

o extâsis da procriação

1. O problema.

Sabemos que os Mandamentos, cristãos romanos, presbiterianos, ortodoxos, calvinistas; judaicos, ortodoxos, rabínicos, outros; muçulmanos de diversos clãs; teístas, ateus, agnósticos, monárquicos ou republicanos, são apenas Dez. Leis para o comportamento da interacção entre seres humanos e os bens. Daí, os Dez Mandamentos. Peça fundamental da nossa cultura ou formas de pensar para materializar as nossas ideias em pessoas, emoções, ideias, recursos. (…) Amarmos e sermos amados. É a síntese final dos Dez Mandamentos. (…) Amar e honrar os pais, é um antigo ditado correlacionado com as posses, as curtas vidas, a vida em família, e vizinhança certa. Épocas certas com relações certas em tempos certos. (…) O certo é apenas que a pirâmide das relações sociais virou do avesso. Aí onde sempre soubemos que a pater -maternidade era uma forma de amar e sermos amados. Tenho-o assim observado, ao analisar as interacções entre ancestrais e descendentes: esses que nunca mais morrem, esses que nunca mais crescem. E os Dez Mandamentos ficaram curtos demais para definir actividades autónomas, individuais e segredos, que a cultura da época de Moisés não pensou.

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