Jaime Neves

Brilhante, é a palavra certa para definir o artigo de opinião de Freitas do Amaral hoje, na Visão (pág. 28):
“(Jaime Neves) cumpriu o seu dever. E não exigiu recompensa. Ninguém o ouviu em 1975-76 fazer declarações políticas ou de bravata pessoal. Não deu entrevistas (que me lembre), nem escreveu livros tardios a rebaixar ou a atacar camaradas de armas. Guardou silêncio durante 33 anos. Não se lhe ouviu uma gabarolice, nem uma crítica, nem um queixume (…)É fácil imaginar, por algumas reacções infelizes de agora, os obstáculos que então se terão levantado. Já desde Camões sabemos como a inveja é uma infeliz característica dos portugueses (…) foi feita justiça” (igualmente AQUI)

Comments


  1. Pelos vistos, 35 (ou 34) anos não foram suficientes para ‘resolver’ todos os ciúmes e tricas de um dos mais significativos episódios da história de Portugal. Costuma dizer-se que são necessários, pelo menos, 50 anos para se poder fazer história (talvez o Ricardo possa ajudar a esclarecer). No caso do 25 de Abril, não sei se o meio século será suficiente.

  2. Luis Moreira says:

    O que Freitas escreve é pacífico.O que não é pacífico é tentarem atirarem o 25 de Abril contra o 25 de Nov.Ora quem fez o primeiro tambem fez o segundo.E, já agora, é preciso dizer que há quem não tenha aceite a nomeação a general. Tambem agora e há alguns anos.

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