Simplex no seu melhor (ou eu a armar-me em Rui Santos)

A empresa pública criada, em 2007, para desenvolver as obras de transformação das escolas secundárias portuguesas já gastou mais de 20 milhões de euros em projectos de arquitectura que foram adjudicados por convite directo, sem consulta a terceiros nem publicitação dos contratados, diz o Público.

Não vejo grande problema. Não é mais simples? Estamos ou não no Simplex? Se há burocracia e concursos onde se perde muito tempo, com comissões de análise, potenciais recursos e demais chatices, achamos mal. Se não há nada disso, se é tudo mais fácil, ai, ai, ai, que não pode ser. Mas que raio de democracia é esta?

Comments

  1. maria monteiro says:

    Um facto é que as escolas publicas foram sendo construídas e depois manutenção nem vê-la…. aqui temos a responsabilidade de muitos governos….As verbas eram sempre a conta-gotas … mas outras verbas sempre correram, de torneira aberta e sem concursos prévios, para o ensino privado… bom provavelmente para manter os jardins e demais espaços exteriores, digo eu que os encontrei sempre muito cuidados….

  2. Luis Moreira says:

    Era muito giro saber a quem foram entregues os trabalhos sem concurso. Que ligações é que têm com quem está nos serviços públicos e decide estas coisas. Depois lutam muito contra a corrupção.

  3. dalby says:

    Zé Frei, ola pf nao te esqueças daquilo! Mercidalbysugestao: ‘Dreams’ , Michael Brecker. e ‘Dreams’ (também) de Grace SlickBoa musica!


  4. Não me esqueço do quê, A? Parece que me esqueci mesmo.

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