O debate Manuela Ferreira Leite – Francisco Louçã

Foi um debate cordial. Apesar das diferenças ideológicas gritantes, os intervenientes trataram-se de forma afável, com destaque para a forma como Manuela Ferreira Leite tratou sempre o seu oponente: «O Francisco Louçã…». Privilégios da idade. Louçã, por seu lado, certamente que não será tão afável quando tiver de defrontar Sócrates.
Como dizia antes, as diferenças ficaram bem vincadas entre um projecto realmente de Esquerda, como é o do Bloco de Esquerda, e um projecto realmente de Direita e que não contém diferenças significativas em relação ao projecto do PS.
Manuela Ferreira Leite pareceu-me segura, ao contrário do que esperava. À excepção da questão das uniões de facto, em que pareceu hesitar várias vezes até dar a sua verdadeira opinião. Antes ser contra o casamento gay e assumi-lo do que dizer que é a favor e votar contra no Parlamento.

Comments


  1. Eu vou pedir em casamento a Manuela Ferreira Leite, aceitar a adopção dos seus netos «luso-ingleses» e, deste modo, tornar-me o primeiro HOMEM-LÉSBICA do Portugal Pós Moderno!dalby

  2. Sara says:

    Ambos tiveram posturas fortes e firmes durante o debate, apresentaram claramente as suas ideias e objectivos civilizadamente ainda que com alguma mistura de ironia em relacao às desconcordâncias. quem fez feia e idiota figura foi a jornalista Constança Cunha e Sá que revelou em poucas palavras ter pouco profissionalismo e ética jornalista, para além de ter demonstrado uma mentalidade retrogada e preoconceituosa quando disse que havia assuntos mais importantes para se debater do que o assunto homossexualidade esboçando um sorriso idiota de quem estava muoto certo nas suas palavras e de quem estava a ter uma postura mutio correcta. primeiro ponto, os jornalistas num debate conduzem o debate, orientam o debate, nao podem dar a sua opinião, muito menos fazer afirmações de carácter descriminatóro com ofoi o dela. para além de ter dado a sua opinião que nao conta para nada, ainda fez uma observação na qual descriminou por completo os homossexuais, ofendeu em casa muitos interessados no assunto e fez má figura perante o publico, so lhe ficou mal aquela observação. é com observações como estas e profissionais pouco dignos da sua profissão como estes que o pais nao desnevolve, nao anda para a frente e não tem prospecção a nivel mundial, uma jornalista a ser vista por imensas pessoas naquele momento ao dizer aqilo so esta a inciitar a descriminação e ao comportamento selectivo e mesquinho da sociedade portuguesa. a Maneula Ferreira Leite nao disse que era contra, mas conseguiu dar bem a volta ao contexto de forma a nao parecer preconceituosa. soube ser inteligente, mas é obvio que ela é uma politica conservadora que muito difclmente iria por em vigor a lei que favorece a uniao de facto entre casais homossexuais. já, Louçã, teve uma postura muito aberta e justa em relação a esse assunto e é desse tipo de mentalidades que o pais precisa, até porque na lei diz, que as pessoas sao todas iguais e tem direito as mesmas coisas, é pena é queassim nao se verifique na prática, sim, porque realmente o vizinhodo lado sera muito infeliz se dois homossexuais viverem em uniao de facto. é ridiculo, a sociedade ja ser tao fechada e a propria politica ainda impor ditames de comportamento e de moralidade, a propria politica num pais que se diz livre e democratico incita as pessoas a nao respeitarem a diferença e proibe de certa forma as pessoas de serem o que são. o progresso de qualquer pais começa na mentalidade, e sem uma mentalidade desenvolvida e com amplo campo de visão e perspectiva é impossivel fazer o pais erguer-se e torna lo competitivo, estável e empreendedor. e é a permitir que jornalistas como estes tenham a prospeccao que tem nos media que realmente assim se desenvolvem crianças, pessoas e adolescentes que tem como exemplo caras e imagens da televisao “ditadores” e dogmaticos que levam a mediocridade e ao esquecimento do direito da igualdade.

  3. Sara says:

    Ambos tiveram posturas fortes e firmes durante o debate, apresentaram claramente as suas ideias e objectivos civilizadamente ainda que com alguma mistura de ironia em relacao às desconcordâncias. quem fez feia e idiota figura foi a jornalista Constança Cunha e Sá que revelou em poucas palavras ter pouco profissionalismo e ética jornalista, para além de ter demonstrado uma mentalidade retrogada e preoconceituosa quando disse que havia assuntos mais importantes para se debater do que o assunto homossexualidade esboçando um sorriso idiota de quem estava muoto certo nas suas palavras e de quem estava a ter uma postura mutio correcta. primeiro ponto, os jornalistas num debate conduzem o debate, orientam o debate, nao podem dar a sua opinião, muito menos fazer afirmações de carácter descriminatóro com ofoi o dela. para além de ter dado a sua opinião que nao conta para nada, ainda fez uma observação na qual descriminou por completo os homossexuais, ofendeu em casa muitos interessados no assunto e fez má figura perante o publico, so lhe ficou mal aquela observação. é com observações como estas e profissionais pouco dignos da sua profissão como estes que o pais nao desnevolve, nao anda para a frente e não tem prospecção a nivel mundial, uma jornalista a ser vista por imensas pessoas naquele momento ao dizer aqilo so esta a inciitar a descriminação e ao comportamento selectivo e mesquinho da sociedade portuguesa. a Maneula Ferreira Leite nao disse que era contra, mas conseguiu dar bem a volta ao contexto de forma a nao parecer preconceituosa. soube ser inteligente, mas é obvio que ela é uma politica conservadora que muito difclmente iria por em vigor a lei que favorece a uniao de facto entre casais homossexuais. já, Louçã, teve uma postura muito aberta e justa em relação a esse assunto e é desse tipo de mentalidades que o pais precisa, até porque na lei diz, que as pessoas sao todas iguais e tem direito as mesmas coisas, é pena é queassim nao se verifique na prática, sim, porque realmente o vizinhodo lado sera muito infeliz se dois homossexuais viverem em uniao de facto. é ridiculo, a sociedade ja ser tao fechada e a propria politica ainda impor ditames de comportamento e de moralidade, a propria politica num pais que se diz livre e democratico incita as pessoas a nao respeitarem a diferença e proibe de certa forma as pessoas de serem o que são. o progresso de qualquer pais começa na mentalidade, e sem uma mentalidade desenvolvida e com amplo campo de visão e perspectiva é impossivel fazer o pais erguer-se e torna lo competitivo, estável e empreendedor. e é a permitir que jornalistas como estes tenham a prospeccao que tem nos media que realmente assim se desenvolvem crianças, pessoas e adolescentes que tem como exemplo caras e imagens da televisao “ditadores” e dogmaticos que levam a mediocridade e ao esquecimento do direito da igualdade.