O debate Paulo Portas – Francisco Louçã, no dia em que o Bloco aparece com 16% no Barómetro da TSF

Para o inefável Mário Bettencourt Resendes, o vencedor da noite foi… José Sócrates. Assim mesmo. Para alguns, José Sócrates ganha sempre, mesmo quando não está presente. Quanto ao resto, foram bem visíveis as diferenças entre uma Direita muito Direita e uma Esquerda a sério. Mais uma vez, Paulo Portas veio com a treta do Rendimento Mínimo financiar a preguiça. Curiosamente, nunca se vê o líder do CDS a vociferar contra os milhões que o Estado andou a injectar nos Bancos. Ainda assim, teve o desplante de dizer que foi o seu Partido que mais fez pela pobreza em Portugal.
Francisco Louçã, mais agressivo do que contra José Sócrates (por que será?), acabou por ganhar o debate contra um contendor que cada vez mais representa menos no espectro político português. Logo no dia em que o Barómetro da TSF/Marktest dá ao Bloco de Esquerda 16% das intenções de voto. Pode parecer exagerado, mas atenção! Esta sondagem não é da Eurosondagem, é da Marktest – a mesma que acertou nas Europeias.

Comments


  1. Andas tão mas tão envolvido, dá gosto ver-te a trabalhar e a escrever assim tanto, como NUNCA SE VIU!! tanto …petit gamin!!!


  2. Vi e escutei o debate. Obviamente, achei o Louçã mais convincente, não compreendendo o que anda o Portas ainda a fazer neste filme – digo «obviamente», porque aos meus ouvidos o que o Louçã diz faz sentido e o que Portas afirma, não. É por isso que acho que estes debates pouco adiantam – os eleitores já sabem o que vão fazer.