PARTE INTEGRANTE DE PORTUGAL

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INDEPENDÊNCIA, NEM PENSAR!
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Mas anda tudo parvalberto joãoo ou quê?
A Madeira é parte integrante de Portugal, como o são os Açores ou o Minho ou o Algarve.
Já tivemos outras que ficaram independentes, mas, em grande parte porque as suas populações assim o queriam. E para esses éramos colonizadores, e fizemos uma “excelente descolonização”, “exemplar”, diria!
Na Madeira são poucos os adeptos da independência. Muito poucos até. Percentualmente são menos que os que,no continente, acham que deveríamos ser uma província espanhola.
Só mesmo uns quantos mentecaptos podem afirmar, só porque não gostam do Presidente do Governo Regional, que lhes deveríamos dar a independência.
Os Madeirenses têm um dos melhores níveis de vida do País, e a inveja rói estes parvalhões que assim pensam.
Os Madeirenses têm um dos melhores Presidentes seja do que for que alguma vez Portugal teve. Defende intransigentemente os seus. Luta por eles, melhora o seu nível de vida. Só por isso, em mais de trinta anos de eleições livres, ganha sempre, e cada vez com maior percentagem.

Quem nos dera a nós, aqui no rectângulo, um Presidente, Primeiro Ministro, ou, quando houver regiões, um Presidente de Governo Regional, com estas qualidades. Mesmo que, desbocado, diga coisas que não agradam a muitos, mas que ninguém se atreve a desmentir. Não acredito que Alberto João seja independentista. Antes que tenha usado esta forma de dizer as coisas para provocar reacções nas gentes do continente. É só um pequeno aviso à navegação.

Experimentem ir até lá, e vejam como as pessoas vivem, e o nível de satisfação de que gozam. Falem só depois de saberem. E não me venham falar dos dinheiros que para lá mandamos, que isso está consagrado na Constituição, e outros, noutros lugares, também o recebem e não conseguiram o desenvolvimento que lá se conseguiu. E isto para não falar dos milhões de milhões que diariamente se gastam, por esse país fora, sem se saber ao certo, para quê ou para quem.

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JM
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Comments


  1. Caro JM,Discordo.Em relação à independência que se faça um referendo. Assim calam-se os especuladores, começando pelo AJJ. De resto, sendo a favor da regionalização, só espero que se introduza a limitação de mandatos para os governos regionais.Os madeirenses não têm um dos melhores níveis de vida. A frase é antes: alguns madeirenses, desde que alinhados com o poder vigente, têm um dos melhores níveis de vida. Câmara de Lobos diz-te alguma coisa?Um bom presidente (seja do que fôr) não pode ser definido apenas pela capacidade de “lutar” pelos seus. Primeiro, porque se trata de uma concepção sectarista e há muito que as fronteiras deixaram de simbolizar isolamento. Segundo, porque este lutar longe de ser para a população é para uma oligarquia.Em relação a “avisos de navegação” revela falta de coragem política em assumir-se. O uso do jargão e da polémica é o equivalente político do rufia que a todos quer bater mas esconde-se por detrás de uma qualquer autoridade serôdia.Mas claro que falo dos dinheiros. E da fiscalidade. E do caciquismo. E do amiguismo político. E da impunidade. E da asfixia democrática.Caro JM, grande tratado maquiavélico que nos traz com este post. Ainda por cima porque estes fins não o justificam.

  2. maria monteiro says:

    A Madeira vive da fachada turística do Funchal tudo o resto é paisagem mas duma paisagem não de flores mas de pobreza. Eu tenho o privilégio de conhecer a Madeira dos madeirenses e com os madeirenses: Funchal, Terra Baptista , Porto da Cruz, Levada Grande, Porto Moniz, Campanário, Sítio dos Maroços, Machico, Sítio da Igreja, Santana, Câmara de Lobos, S.Vicente… em todas estas terras andei com famílias que me iam apresentando outras, tudo gente muito hospitaleira mas com parcos meios de subsistência e… quanto a falar de politica só mesmo dentro das quatro paredes porque o medo subsiste. Quanto a Porto Santo hotéis e praia porque quem lá vive apenas vai sobrevivendo…


  3. Eu por mim voto no sim – quero ser independete da Madeira. Sim, não é o contrário. Eu é que me sinto colono do Alberto João. Quero a independência e já!


  4. Subscrevo inteiramente os comentários de Nuno Matos e Maria Monteiro. Basicamente, disseram o mais importante.Gostaria de saber, no entanto, em que é que foi “excelente” e “exemplar” a descolonização do império lusitano?… Então a de Timor foi exemplaríssima, sim senhor, um primor que a todos orgulha… Haja decoro.

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