
de
Abril de 1974. Pode voltar a acontecer.

Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.



Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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E o museu Bordalo Pinheiro é para visitar nas Caldas da Rainha, dentro de uma parque maravilhoso “a mata”.Logo à entrada quem vai de Lisboa.
Só conheço o Museu Bordalo Pinheiro de Lisboa, no Campo Grande – é uma maravilha.
ao museu nunca fui mas no principio do ano encontrei-me com trabalhadores da Bordalo Pinheiro no Largo de Camões…
Ando a ficar muito cínica em relação ao Zé Povinho…Queixam-se muito, vivem em condições infra-humanas, comem pão acompanhado por pão, digerido com um copito de tintol,mas quando chega ao Domingo arranjam dinheiro (50 ou 60 euros) para ir à bola. E Vivó Benfica e Vivó Sporting e vivó Porto… Nas eleições, quando votam é no que usa Armani…Ora, queixem-se, é bem-feita!!!
Pois é, Rosarinho, o Zé de hoje está diferente do ícone concebido pelo bordalo. Veste melhor, tem hábitos de higiene, já não é analfabeto, até pode ser licenciado, faz opções disparatadas na gestão do seu orçamento como essas que enumera… Mas continua crédulo e resmungão. Contestatário e inconsequente. No momento de votar, escolha quem escolher, escolhe sempre mal. Acho que, com outro aspecto, continua de albarda às costas.
Meu Amigo, desde que nos confessamos publicamente , tem passado a ser para mim um amigo. Agradeço imenso a sua informação na máquina do tempo. Da mesma forma que aprendeu do Roto Chileno, eu, consigo, aprendi do Zé Povinho. São diferentes. O Zé Povinho é do mesmo quartel do Roto Chileno, apenas que el Roto é uma personagem histórica e o Zé Povinho, uma abstracção de formas de ser de vários tipos de lusos eu sou português O Roto Chileno foi inventado de factos da vida real pela única pessoa possível, o Allende do Século XIX, José Manuel Balmaceda que era liberal. Liberal nesses tempos, é a pessoa que hoje em dia seria um socialista de esquerda, denominados social democratas históricos e materialistas. Confesse, no entanto, que aprendemos imenso um do outro! Mas, não esqueça a foto colocada no fim: Zé Povinho e El Roto, são o povo sem meios de uma país que a aristocracia e burguesia tenciona enaltecer por não poder pagar salários com mais valia! Abraço
Amigo e Professor Iturra , fico muito grato pelo seu comentário. Eu, seguramente que aprendo muito com os seus textos. Se, com os meus, puder modestamente proporcionar-lhe alguma ideia nova, fico feliz. Um grande abraço.