Com estes dois que a terra irá um dia comer, ou não:
Numa reunião de Pais, ontem, numa escola do Grande Porto.
"- O meu filho não gosta das professores, eu estava de férias, ficou em casa. Ia obrigá-lo a ir para a escola? Por acaso…"
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O amor é uma força da natureza. A frase não é minha, mas os sentimento sim. Se não houver essa paixão que leva um corpo a se juntar com outro de diferentes géneros, o mundo não teria população. Fazer filhos, é uma dádiva da divindade, se divindade houver . Parece-me que a divindade é a força da paixão que nos seduz, nos namora, faz de nós seres doces, protectores e ternurentos, que faz dos nossos, um arrepio permanente. Arrepio permanente de namoro e desejo. Desejo que faz dos corpos, um no que penetra essa pessoa que que nos seduz. Também há a paixão que nãoo rende fruto, essa paixão de pessoas do mesmo género. Sobre este tipo de paixão temos falado tanto, até o ponto de esquecer referir ao amor que rende fruto, essa atracção que faz doer o corpo se nãoo é satisfeita Satisfação que acaba em sangue, suor e lágrimas na felicidade que, após render o nosso corpo ao corpo que amamos, faz distender esse corpo e adormecemos. Dias inteiros, horas cumpridas, com um acarinhar ao outro que, apenas no fim, se rende e procura o nosso erotismo. O que acontece nesses casos? A descendência aparece no meio de nós, que amamos de outra maneira, mas amamos compaixão, uma paixão que leva ao sedutor a estar sempre ao pé do bebé desprotegido, essa criança que depende de nós ao longo de períodos cumpridos. Se o resultado é rapaz o rapariga, é-nos igual: são nossos, a nossa responsavilidade. Mas nem sempre.






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