Espantoso

«Concessionário das Scut manda conta ao Estado por atrasos nas portagens», Público

A não ser que pela introdução de portagens nas SCUT a concessionária passasse a receber mais dinheiro, alguém me explica porque é que estas não terem arrancado traz custos acrescidos?

É de ver que o eventual "desequilíbrio nos contratos negociados" será o mesmo tenham ou não as portagens avançado e que, estivessem as SCUT portajadas, o "suporto técnico aos sistemas" teria igualmente de ser assegurado.

Resta a primeira hipótese. Ou então é mais um episódio da preparação da reentrée.

Comments


  1. Isto é um circo pegado. Já não sei se é malícia ou simples burrice dos actores que vemos a representar estes papeis.

    Não compreendo pq motivo o estado tem de concessionar estas estradas. O estado faz o mais difícil que é a construção em si, resolve os problemas legais de expropriações, faz os concursos, adjudica, fiscaliza as obras, faz a aceitação final da obra. Depois de todo este trabalho, para uma tarefa eminentemente técnica que é a manutenção de uma estrada, dá a terceiros para fazer. Como se isto não bastasse, nos respectivos contratos, garante os lucros dessas entidades terceiras (vejam os contratos das SCUT e da Lusoponte). Eu diria que isto é loucura total e absoluta.

    Reparem que não sou contra a iniciativa privada, de todo. Se a Brisa ou a Mota-Engil quiserem investir na feitura (de raiz) de uma estrada eu sou completamente a favor. Se a dita passar por terrenos do estado, até apoiaria que esta fosse cedida por uma renda abaixo de preços de mercado. Mas o capital necessário para a construção deveria vir dos privados. Neste caso todo o lucro que tivessem seria inteiramente merecido.

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