O suor, o fedor a povo, a comunhão humana que só as revoluções fabricam, a solidariedade, a fraternidade.
Adoro revoluções naturais, sem partidos da classe operária e outros aditivos tóxicos.
A terra dos escravos que ergueram as pirâmides, dos camponeses que lavraram o vale do Nilo, pela primeira vez é sua, deposto o último faraó.
Que seja mesmo o último. Façam o favor de não gritar o povo unido jamais será vencido, conselho de amigo, dá azar.






… A história repete-se; os ciclos sucedem-se, porque a Humanidade é apenas uma, e o Instinto é que governa.
Após Mubarak, outro mubarak qualquer há-de vir. E, pegando no exemplo de Portugal: atrás de Salazar outros salazares vieram, porque ninguém abdica do poder e dos privilégios. Faltará a PIDE, mas, hoje, há meios sufisticados de nos controlarem e de, psicologicamente, exercerem a repressão… Estou enganado? Para rimar, não…