Because I have a voice!

A mim chateia-me aqueles críticos de cinema que acham que os filmes bons são aqueles em que, quando eles vão ao cinema, vão eles e mais meia dúzia de gatos pingados com cara de intelectuais do Bloco e com aspecto de quem não toma banho há 7 semanas, e saem de lá a reflectir que a vida é muito má, e ai os pobrezinhos e a condição humana, com vontade de espetar com o mercedes contra o primeiro poste que encontram porque a vida é sofrimento, e tristeza e desgraça, e tudo e tudo e tudo. Exemplo flagrante é o Jorge Mourinha do Público jornal que ainda não percebeu que não ganha nada em ter este senhor a trabalhar para eles. Despeçam-no e poupa-se um ordenado.

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ARGÉLIA, a luta difícil contra a repressão

“Lembro-me”, canto de lamento de IDIR (Hamid Cheriet)

Tenho tido notícias da Argélia. Imolações de jovens, tentadas ou concretizadas, e manifestações populares contra o duro regime presidido por Abdelaziz Bouteflika. Figura de sinuosa carreira que, ao arrepio de promessas eleitorais, criou invulgares estruturas militares e policiais de repressão. Uma vez mais, segundo a imprensa nacional e estrangeira e conquanto a contestação na Praça 1.º de Maio, em Argel, se tenha limitado a reunir 2.000 manifestantes, foram arregimentados múltiplos batalhões anti-motim. O ‘El País’ e o ‘Le Monde’ referem cerca de 30.000 efectivos de forças de segurança. Com sofisticados dispositivos e equipamentos,  logo pela manhã,  ocupavam diversos pontos estratégicos, no controlo da capital argelina. [Read more…]

10 motivos para não usar drogas em encontros

As Regras de Etiqueta de Michael Kessler

O poker da moção de censura

poker da moção de censura

«José Manuel Pureza sublinha que a direita “cairá no ridículo” se apoiar moção de censura» [Antena 1]

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Parlamento caiu

parlamento

São 14h27m e há algumas horas (pelo menos 4) que não é possível aceder ao site Parlamento. Será que a onda norte-africana atravessou o Mediterrâneo?

Parlamento caiu

parlamento

São 14h27m e há algumas horas (pelo menos 4) que não é possível aceder ao site Parlamento. Será que a onda norte-africana atravessou o Mediterrâneo?

O Vasco Pulido é inteligente?

Ao longo de 11 anos o ex-deputado do PSD Vasco Pulido Valente escreveu vários horóscopos sobre o Bloco de Esquerda. Primeiro não ia eleger ninguém, elegeu dois deputados, depois os deputados não seriam reeleitos ou estaria tudo doido, estava tudo doido e duplicou o grupo parlamentar como continuou a acontecer em sucessivas eleições, sempre contrariando a lucidez crítica de VPV, parecendo mesmo que um número sempre crescente de portugueses trocou o seu voto consciente pela casmurrice de contrariar o homem.

Hoje no Público o grande analista constata que é preciso um QI de 40 ou 50 para votar no BE. Parafraseando o Almada, se o Vasco é inteligente eu quero ser um idiota. Sempre me engano menos vezes.

Influências da Língua Árabe no Português

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“A sabedoria dos Romanos residia no seu cérebro, a dos Indianos na sua imaginação e a dos Árabes na sua língua”

(Poeta árabe citado em ALVES, 2013, pág. 29)

O Português é uma língua derivada dos dialectos latinos, românicos peninsulares ou simplesmente romance, que resultaram da mistura do “latim vulgar”, falado pelos soldados romanos, com os dialectos locais existentes na Península Ibérica à data da sua ocupação. O Português, primitivamente Galaico-português, forma-se directamente a partir do Leonês ou Asturo-Leonês, e tem como substrato a língua nativa dos Galaicos, Lusitanos, Célticos e Cónios.

O Português sofre inevitavelmente a influência da Língua Árabe, influência que ultrapassa em muito a extensão que a maioria dos autores refere, não só em termos de “marca” no seu léxico, como da própria forma como se opera.

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Ser sinistro

Por causa de um certo e determinado indivíduo (cujo nome infelizmente não posso revelar por questões contratuais e outros quejandos que não cabe aqui explicar) , vejo-me ou encontro-me (como queiram), na contingência de escrever um post semanal.  O prestígio de pertencer a esta prestigiosa e heterogénea agremiação assim o obrigam.

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Gelfa

Sob a Estrada Nacional 13, a jusante do apeadeiro da Gelfa, Linha do Minho, anos 60-70.