Parece que cortar os salários foi mais consensual

redução de deputados

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A democracia é malcheirosa, uma chatice

Cito:

“Este hábito não existia nos tempos da ditadura porque os cidadãos temiam as consequências, mas desde que o país abraçou a democracia multipartidária há 16 anos as pessoas começaram a sentir que podem libertar gases em qualquer lado.”

Vida Social

Um deputado analfabeto escreveu um vómito intitulado “Trotsquismo Parlamentar“, sem fazer a mínima ideia do que significa trotsquismo.

O Zé Neves respondeu-lhe com um dos melhores posts que tenho lido.

Infelizmente a resposta é mal empregada. Além das palavras merda, filhodaputa e outras, não vai perceber nada do resto. É a vida.

O fisco de rabo escondido

imageO fisco quer acesso às nossas contas. O fisco quer quebra do sigilo bancário. O fisco quer saber toda a nossa vida financeira. O fisco quer cobrar impostos sobre as ajudas de custos. O fisco é um terceiro olho na nossa vida.

Nada escapa escapa ao fisco. Excepto o fisco, que escapa a si mesmo.

Segundo o Público, querem os juízes «tornar possível o acesso aos documentos relativos às despesas de cada ministério do executivo». O Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa autorizou o acesso no caso dos ministérios da Saúde e das Finanças. Mas este último recorreu da decisão. Em causa está os juízes quererem saber quanto «gastam os ministros e outros elementos dos seus gabinetes com telefones pessoais, cartões de crédito e outros gastos de representação».

O fisco quer tudo ver mas esconde o rabo quando se trata de ele mesmo ser transparente.

Bebés vão passar a nascer com n.º de contribuinte, decretou o governo

Ao que conseguimos apurar, o número de contribuinte irá já na pontinha, sendo o seguinte diálogo uma realidade do novo quotidiano:

– Querida, querida, estou quase…. ai…… passa aí o cartão de contribuinte….

Soubemos ainda que, com a  introdução da medida, o uso do preservativo será considerado fuga ao fisco. Com efeito, a camisinha constitui impedimento a que uma futura fonte de receita se concretize, facto punível por lei.

Blogger Convidado: Anadia e os Colégios de S. João Bosco e de Nossa Senhora da Assunção

mapa-escolas-anadia

Agradeço desde já ao Aventar a simpatia de publicarem este texto. Pretendo expor a situação que se passa no concelho de Anadia, relativamente à polémica dos Contratos de Associação.

Em Anadia, os pais dos alunos de dois colégios, o Colégio São João Bosco (mais conhecidos aqui pela alcunha “os padres” ou “os Salesianos”) e o Colégio de Nossa Senhora da Assunção (conhecido pela alcunha “as freiras”) aderiram ao Movimento SOS Educação ( e, nas “freiras”, chegaram a encerrar a respectiva escola.

Ambos os colégio se situam a menos de 1,5 quilómetros da EB 2,3 de Anadia (conhecido por “o ciclo”) e da Escola Secundária Camilo Castelo Branco (o “liceu”), como é possível ver na imagem. [Read more…]

O adultério revisitado

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o arrependimento que nada cura

Ontem, referi o pior dos pcados, sendo pecado uma relação que um ser humano pode cometer ao permitir-se amar a outra pessoa à qual não está unida por nenhuma outra relação que a da libido. Referia que era a violação de fidelidade conjugal, de diferentes maneiras em diversos sítios do mundo. Se falo dos Massim da Oceânia, analisados por Malinowski entre 1914 e 1924, com estadias permanentes ou visitas esporádicas, podemos reparar que no adultério existe na união carnal, amorosa ou não, entre pessoas de um mesmo clã, sendo clã uma família unida por laços consanguíneos. Laços consanguíneos, conforme for o sexo da pessoa. Apesar de uma família estar composta por homens e mulheres que se reproduzem entre eles, nem toda relação é adúltera. Os filhos do casal acabam por ser de outro grupo doméstico, se os descendentes forem varões: a idade da puberdade, esses filhos deve circular à casa do irmão da mãe, que é, conforme os costumes, o pai dessas crianças. O homem da mulher

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Este Fevereiro ele vai voar…

Finalmente, Tito-Lívio e Florent casam… e não se casam ainda!

Tito Lívio (à esquerda) e Florent Robin

Um casamento que não é um casamento, porque é um casamento puramente simbólico, militante e que confirma a vontade e a coragem duma autarca francesa – Hélène Mandroux, Presidente da Câmara Municipal de Montpellier, cidade de 420 000 habitantes – na defesa da igualdade de direitos para homossexuais e heterossexuais.

Chocada com a atitude das autoridades diplomáticas portuguesas ao recusarem proceder ao nosso casamento em conformidade com a lei portuguesa, a Sra. Presidente disse SIM, em directo da Divergence FM de Montpellier, quando aceitamos a sua proposta de nos casar simbolicamente nos Passos do Concelho de Montpellier, com o duplo intuito de apoiar os nossos direitos legais e de fazer avançar o seu próprio combate pela legalização dos casamentos de pessoas do mesmo sexo em França que encetou em 2009 com o “Apelo de Montpellier” que já foi assinado pela maioria dos presidentes de câmara das principais cidades francesas. [Read more…]

É melhor não dizerem aos senhores do Governo…

… que houve um senhor chinês, a residir em Portugal, que penhorou a mulher como garantia do pagamento de dívidas.

Uma dívida de 50 mil euros entre chineses, sujeita a juros altíssimos, foi o pretexto para um credor raptar e manter em cativeiro durante uma semana a mulher do devedor. A vítima foi libertada pela PJ-Porto. In JN

Se o Governo sabe, ainda penhora toda a gente, mulheres, homens, como garantia de pagamento da dívida externa.

Olha, Bragança!…

Bragança teve “o transporte do futuro” entre 1906 e 1992; levou-o lá bem acima a monarquia e mandou-o retirar a mesma pessoa que os transmontanos, em apoteose, elegeram como seu novo Presidente da República pela significativa votação democrática de 65%. Ele levou (embora) o comboio, levou o IP4 (a estrada da salvação de Trás-os-Montes e, 300 mortes depois, a estrada da morte). Sim, sim, o futuro de Trás-os-Montes já não passa por uma estrada cancerosa mas sim pela A4… a pagar!

Entretanto, 35 km a norte de Bragança, em Sanabria, constrói-se uma estação nova para nova linha de Alta Velocidade Madrid-Galiza. Mais depressa se chegará a Madrid do que ao Porto…

Transporte escolar

Diz-me o João Miranda que para os colégios com contrato de associação “os alunos vão pelos seus próprios pés.” Não é bem assim: para os colégios vão de carro, e normalmente em bons carros.

Para a escola pública é que os alunos costumam ir a pé ou de autocarro.

Nessa diferença é que está o problema.