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Fernando Nobre, aquele que foi candidato presidencial apartidário, candidato partidário a deputado pelo PSD, eleito deputado e derrotado na votação para Presidente da Assembleia da República acha que não faz falta na política e foi-se embora. Resta saber para que é que se deu a tanto trabalho.






Este rapaz lembra-me o boneco antigo do Hermam José
– Eu é que sou Persidente da Junta (neste caso queria ser da AR)
Uma coisa assim a modos de, já que não sou Persidente da Republica, quero ser o que faz as vezes dele
A coisa deu para o torto, “Atão vou-me embora, não brinco mais”
Absolutamente triste toda a novela protagonizada por Fernando Nobre. O curto caminho que percorreu desde a candidatura à Presidência, que eu acreditei, passando por uma tentativa falhada de saltar degraus e ser Presidente da Assembleia da Republica, terminado agora numa renuncia ao cargo de deputado, mostra que afinal sempre estivemos perante um fraude politica. Nobre presidente da AMI transformou-se no Nobre da ambição desmedida por protagonismo e poder. Ao contrário de muitos, reconheço que errei na avaliação que fiz da personagem, não fujo em frente e muito menos desculpo este insulto à democracia.
Também eu caí no mesmo erro. Enfim, podia ser pior.
Quem acredita em salvadores normalmente estampa-se
No meu caso não o via como salvador. Foi o lado mais humanista que me cativou.
nem sempre o lado mais humanista é … transparente