Proposta para cortar radicalmente na despesa pública

Abdicarmos de todos os cargos de eleição ou escolha políticas e respectivos assessores, passando a ter apenas uma só eleição de 4 em 4 anos para eleger a agência de rating mais favorável para nos governar e deixar o resto com a banca.

Comments

  1. Bruno says:

    Eis algo que nunca entendi. Alguém é eleito para um cargo, tem uma missão, um salário mas tem que ter acessores pagos a peso de ouro. Eu no meu trabalho adoraria ter um acessor, mas tenho que dar o litro, pois sou pago e tenho que justificar o que me pagam. Se um ministro, presidente de câmara ou afins tem que ter acessores, das duas uma: ou é burro ou não sabe peta de nada. É que estar a receber um salário e ter acessores para lhe fazer o trabalho… Para isso tem um departamento jurídico e ele só tem que assinar. Quando não se sabe, pois não temos que dominar todas as matérias, procuramos informação. Segundo uma agência de rating é um agiota, tal como os havia na Idade Média. Eu não entendo como uma simples agência cataloga um país, quando essa agência não tem nem compra a dívida soberana de um país. À custa da especulação é que chegamos a este ponto, aqui e no mundo.

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