Aqui há dias, uma jovem empregada comentava, compreensiva, o roubo do 13º mês: “com o país em dificuldade todos temos de contribuir”.
Agora soube que vai ser despedida. Vou ser macabramente cínico: ainda não lhe perguntei se está feliz por contribuir tão intensamente.






É. Às vezes apetece ser cruel com essas pessoas sempre resignadas (mas decerto insatisfeitas e infelizes). O problema é que é desta massa que se fazem as bases de apoio (passivas) de todos os governos e desgovernos que nos saem na rifa.
Não sei se será o caso, mas tenho constatado que muitos que mostravam grande indignação por estarem a ser roubados pelo executivo anterior parecem agora estar a gostar de serem roubados exponencialmente. Eu não gosto de ser roubado por qualquer deles! É a superioridade moral de quem não veste camisolas…
Acho uma mararavilha estes dois comentários depois dos quais escrevbo o meu -. ofendem os outros que desabafam como podem e resolveram o problema dos roubos ministeriais – nem propostas idiotas ou utópicas tiveram para se poder fazer algo – que algo se pudesse fazer e se jilgasse eficaz – ao menos não ofendam –
Eu não percebi onde é que quer chegar. Mas a Maria Ramos que, pela forma como escreve, não deve ser grande espingarda, entendeu tudo, só não gostando, parece, dos comentários anteriores. Ao ler o meu, espero que lhe não dê uma coisa…
Dª. Maria anda enganada, isto não é um blogue da casa dos segredos não da querida julia
Vá lá dar de comer ao cágado
Dito assim por ser que chegue ao seu fabuloso intelecto