P183, o pintor que saiu do frio

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Chamam-lhe o Bankski por comparação com o artista de Bristol e ataca nas ruas de Moscovo. Consta que tem 28 anos e se chama Pavel, o que sabemos é que assina P183, e nos aparece como mais um génio das artes plásticas contemporâneas, feitas no único espaço onde a arte ainda faz sentido: a rua.

Deixo-vos também dois vídeos:

Comments


  1. É um artista de se lhe tirar o chapéu!!

  2. A. Pedro says:

    Essa, do único espaço onde a arte ainda faz sentido, é tua, que és dado a hiporbolizar, a tiradas dramáticas e a declarar o fim e o princípio universal das coisas, só porque é o que te parece.

    Mas do artista também gosto.


  3. Antes isso que andar a fazer exposições dentro de quatro paredes, em pleno séc. XXI. Claro que é o único, a arte mudou, o mundo mudou, o mercado mudou. O resto é convencionalismo retrógrado.


  4. Arte, convencionalismo retrógrado quando não está na rua? Bem digo que és dado a hiporbolizar, a tiradas dramáticas e a declarar o fim e o princípio universal das coisas.


  5. Está escrito desde o séc. XIX, mas eu é que hiperbolizo. No teu lugar voltava aos santinhos e ia vender para as igrejas.


  6. O que é que está escrito desde o séc XIX e onde? E porque é que, hoje, se vem aqui falar de igrejas?
    Há arte construída para viver entre paredes e continuará a haver, até há arte impossível de viver na rua, arte absolutamente nova e inovadora como eu entendo que a arte deve ser, mas que faz sentido, todo o sentido, o maior sentido. E isso é determinado seja pelos artistas que escolhem fazê-lo, seja por aqueles a quem faça sentido. Como fuzilá-los está fora de causa, esse tipo de afirmações é que não faz sentido.


  7. Um bocadinho de história da produção artística, nomeadamente para entender a referência à arte religiosa, não te fazia mal nenhum. Está escrito que a arte será usufruída por todas,e e feita por todos. Isso é incompatível com peças museológicas como galerias? acho que vai ser. Da mesma forma que a música deixa de ser ditada pelas editoras.
    Quanto ao papel dos artistas nota-se: alguém neste momento, nalguma galeria deste mundo se aproxima de Banksy? só se for de cócoras.


  8. O ar professoral também não cola. Que sabes tu do que eu sei ou não de história da produção artística?
    Onde, no teu texto ou comentários, falas do séc XIX? Está escrito? Também está escrito que o mundo ia acabar na passagem do séc. e está escrito que em 2012 também.
    Arte usufruída por todos e feita por todos? Conheço a(s) teoria(s), é como dizer que, pelo menos uma vez na vida, cada um de nós vai desenvolver, escrever e apresentar como produto acabado uma teoria com a valia da teoria da relatividade. E a arte inteligente? e as “vanguardas”? e os génios? tudo isso vão ser todos? Ninguém vai ser melhor? Ninguém vai ser excepcional? E, nesse sentido, então ninguém vai ser Artista, com maiúscula? Ninguém vai estar à frente? Ninguém vai tocar os outros mais profundamente?
    Tenho acompanhado a democratização da arte (todos se dizem e pensam artistas) e tenho visto a quantidade de má arte que prolifera e nos submerge. A arte, seja o que venha ser, está sempre um bocadinho além do comum.
    Banksy? João, enquanto artistas, há homens no mundo de quem é o Banksy – de quem gosto, aliás – que se aproxima de cócoras. Mas compreendo, cedeste a mais uma hiperbolização.


  9. Pedro, o fim do mundo em 2012 foi escrito num romance, o Isidore Ducasse foi mais poeta, de vanguarda, um bocado visionário mas não inventou calendários aos maias.
    E agora desculpa lá mas amanhã tenho aulas de História da Arte para vender e já é tarde para te explicar quem estava de cócoras e como era tratada a obra do Van Gogh nesse tempo.


  10. Van Gogh? a esta hora? comparar com Banksy? Compram-te mesmo aulas?

Trackbacks


  1. […] Morreu um dos maiores, a alma russa expressando através da arte contemporânea que não se prostitui em salões. E que afirmava: expressar a tua opinião é uma forma de defesa civil.  A obra fica, através da fotografia: veja mais trabalhos de P183 […]

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