EDP e a Escravatura Amarela

É tudo um sonho mau.

Comments

  1. marai celeste ramos says:

    Ontem vi mais uma vez o programa “meninos roubados” no Uganda – não vejo diferença quanto ao que aqui se afirma e não estamos no 1º de abril – discute-se futebol e a subida de Ii divisões a I


  2. A propósito da falta de chuva, um especialista do Inst. Sup. de Agronomia referia que o clima em Portugal estava a mudar, estava a tornar-se mais seco e disse claramente que o nosso pais teria de mudar as suas formas de produzir energia. Com a falta de chuva, que se repetirá mais vezes, a produção por via das barragens será cada vez mais dificil.

  3. Zuruspa says:

    Pois também há que ter isso em conta, mas nós já sabemos que na construçäo da barragem do Foz-Tua a produçäo energética é o menos importante! Betäo betäo betäo! “Só falta aqui é cimento!”

  4. Tito Lívio Santos Mota says:

    temos uma das maiores companhias cimenteiras do mundo, há que aproveitar, lol.

    Mas, em matéria de chinesices tenho uma que pode interessar alguns.

    graças a uma diretiva europeia que tem o nome dum FDP qualquer e que até o Chirac tinha recusado aceitar para França mas que o Sarkozy aceitou, podem trabalhar em França estrangeiros com contrato lavrado noutros países europeus e segundo as condições dos mesmos, incluindo salário.

    Que acontece?
    Companhias portuguesas “roubam” mercados à Francesas graças aos salários “portugueses” dos seus operários e depois dá nisto :
    Um gajo portuga é aliciado com o ordenado que lhe parece mirobolante de 750 ou 800 euros mensais (o mínimo em França é de 1200 euros) e vêm cá para a terra.
    Chegando cá trabalham sem dias de folga, com horas extraordinárias género “depois acentamos contas, mas não contes com isso” e roubam-lhe 450 euros mensais para alojamento (a 4 ou 6 num pré-fabricado da empreitada).
    Restam quê? 300 ou 350 euros.
    Só que, por menos de 250 ou 300 não se come por aqui. Juntem-lhe os gastos anexos e o resultado é o tal portuga ter deixado mulher e filhos e nem sequer ter 100 euros para lhes mandar.

    Ou seja : para encontrar negócios da china não se precisa ir além do pé-da-porta.

    Emigrem, dizia o outro “chinês” !

    Se o apanho a jeito dou-lhe o arroz…

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