O País da Paz

Interessante e arejado o texto de José Vítor Malheiros, hoje no Público. Descortinou um segredo, um sonho, uma ideia política que há tempos circulava na sua cabeça. Escreveu ele que Portugal se devia dedicar à Paz.

Também eu quero que o nosso país continue a ser um país de paz como há poucos, dedicado a ela, especialista nesse domínio, como outros “se dedicam aos relógios”!
J.V.M. aponta mesmo para a ideia da criação de cursos, estudos e missões de paz! Portugal como o país especialista em promover a paz em todo o mundo.
Portugal já é acolhedor, mas seria mais que isso: tornar-se-ia “o país acolhedor por excelência”!
“Especializar-nos na paz, na arte do encontro, da conversa, da descoberta, da negociação, na alegria da diferença. (…) A paz sai mais barata que a guerra”!

E eu acrescento: Portugal seria o país da Paz como o Butão é do FIB (Felicidade Interna Bruta), os EUA da Coca-Cola, a Holanda das tulipas, o Brasil do Samba, etc.

Há coisa melhor que viver em paz?

A paz já é, por si, um cenário, uma música de fundo, um sabor e um perfume.

A Paz em Portugal, como já foi o Fado, a património mundial!! E porque não?

Comments

  1. Essa seria uma bonita imagem para Portugal. Infelizmente, parece que a Paz não colhe adeptos. Ao ler este texto, lembrei-me do que um indivíduo muito escandalizado dizia outro dia no Prós e Contras: “Pergunto-me para que é que serve um curso em Operações de Paz?”

  2. marai celeste ramos says:

    Por alguma razão foi e ainda é procurado por tantos emigrantes. de todo o planeta
    PAZ – só falta mais “pão” – por isso também volta a emigrar – falta o “pão” – mas como acabar com tanto ladrão já que dos poucos “indiciados” nem sequer ficam “lá dentro” e, pior, os maiores ficam “reinado” impunes – na Escola foi retirada a velha cadeira de Religião e Moral” e até do Prefácio da Carta de Lisboa – não há mais “espírito” – pobre Descartes que fex o homem dialogar com o homem — que acabou por perder a alma – essa coisa “imaterial” de que fala o FADO e só o “fado”

  3. alexandra says:

    Difícil enxergar uma alternativa que não seja de guerra ou de paz perversa.

  4. Só que não há dinheiro para dar de comer aos refugiados.

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