Produtividade

para totós. Porque é baixa a produtividade em Portugal?

Comments

  1. Amadeu says:

    Neste momento, as micro e pequenas empresas representam 64,4% do emprego, 46,2% do valor acrescentado, sendo considerada:
    micro: menos de 11 trabalhadores ou menos de 2 milhoes de euros vendas;
    pequenas: menos de 50 trabalhadores, menos de 10 milhões de euros vendas.

    Do meu ponto de vista, o pato bravismo da generalidade dos micro e pequenos “industriais” é o grandes causador da baixa produtividade.
    Originalmente o termo “pato bravo” aplicava-se aos construtores que começaram como serventes ou caíram de paraquedas no ramo e que exploravam os salários baixíssimos da construção civil, investindo próximo de zero em mão de obra especializada ou em máquinas e equipamentos, enganando sempre que pudessem nos materiais e dando de frosque quando a coisa corresse menos bem.
    Procuram exclusivamente o lucro imediato e fácil. Não há a visão de investir hoje para recuperar daqui a 5 anos e ganhar daqui a 10.

    Exceptuando os casos de auto emprego, é isso que se passa com a grande maioria dos micro e pequenos empresários. Em todos os ramos.
    E a mama continuará enquanto o salário mínimo andar próximo dos 500 euros. Preferem pagar a 2 ou 3 empregados os míseros 500 euros e tê-los a trabalhar “à mão”, que qualificar ou contratar um a 1000/1200 euros dar-lhe os meios de produção adequados.

    No caso das grandes empresas, a dependência ou corrupção com o poder político, o conluio dos grandes formando monopólios virtuais, asseguram igualmente a rapidez do imediatismo do retorno dos investimentos. Veja-se o caso da saúde privada, da distribuição alimentar, da construção civil, da banca, da energia.

    Há exceções, claro, mas são exceções.

    Interessante seria discutir como sair deste buraco mental.

  2. maria celeste ramos says:

    Se calhar essa história da baixa de produtividade portuguesa é mesmo inventada – como as agências de rating que decidem que países vão para o “lixo” – não hé quem resista a tanta acção de despromoção das pessoas que entram em depressão e fatalidade de vida – Aquele dueto perfeito de duas malucas russas no seu perfeito bailado aquático – destreza e beleza – até a alma russa é imprimida na dança – agora dueto espanhol a dançar o tango e são prata – foi investimento de 20 anos e nota-se o resultado – como é que se dança assim ??? natação sincronizada o que isto evoluíu ao nível do impossível ?? espenha renova a prata – agora Japão – mas fica em 5º – rússia ouro – etc – mas que espectáculo impressionante ontem e agora – uma nadadora russa ganhou 7 medalhas de ou diz a menina que comenta – daqui saem as próximas instrutoras de duetos livres de natação sincronizada e espalha-se a beleza que já vai ca China e Coreia e Rússia – que bom – assim Portugal investisse na beleza em vez de investir em falhados e ladrões como o BPN e BICs – há países que em certas circunstâncias só querem estar no topo – mas aqui topo só de “gama” para os popós de deslocação dos vereadores camarários e mandar emigrar – mas que maravilha de jogos olímpicos – agora saltos para homens e começa com o malaio com triplo salto e meio – que maravilha – australia – duplo e meio encarpado mais Chris Mears que lindo salto sem splash mas há dias vi um maluco a saltar de 27 metros de altura de uma falésia de São Miguel – cliff diving – mas também vi esta tarde uma senhora de 90 anos que não queria morrer sem saltar de um helicóptero e quem a acompanhou estava mais nervoso do que ela – bem o verão é tempo de estar na rua e fazer desporto e todas as loucuras que o clima permite e eu que fiz tantas maluquices e coisas lindos posso ainda fazer mais até aos 90 anos


  3. Sobre a produtividade há uma comparação falaciosa ao colocar Portugal, país de economia maioritariamente estruturada em sectores trabalho-intensivos (Têxtil e Confecções, Calçado, Construção civil), em confronto com países do centro europeu de economia baseada em sectores capital-intensivo (Químicas, Metalurgia. Fabricação de automóveis, etc.). Acrescem ainda diferenças na produtividade física quando se compara o Valor Acrescentado Bruto por trabalhador (VAB/trab) de paises com tecnologia de ponta (caso da Alemanha, França, etc) com o VAB/trab. de Portugal, onde a tecnologia é de baixa gama. E, no caso da Produtivade em valor, as diferenças sáo abismais pois enquanto a produção/exportação dos países do centro da Europa se baseia em produtos de preço elevado, a produção/exportação portuguesa é a preços muito inferiores aqueles. Assim se explica também, a nossa dificuldade em melhorar o rácio Despesa Pública /Produto Industrial Bruto (PIB). Só com alterações estruturais na nossa economia e a sua reorientação para sectores capital-intensivos produzindo a preços mais elevados e com tecnologia de ponta se poderá contribuir para resolver definitivamente a questão do peso da Despesa Pública na Produção Industrial.

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