Já sei quem é a Margarida Rebelo Pinto

Perguntei porque nos últimos tempos estava a levar com tal nome feed do Facebook . Já me explicaram tudo. Trata-se de uma senhora anorética que detesta árvores e se dedica a matá-las no formato papel pintado em forma de letras. Ao desalinhar umas palavras no pasquim do arquitecto homocoiso, e tendo levado com sol na moleirinha, debitou em 2010 umas idiotices desengraçadas sobre as senhoras que não são anoréticas. As senhoras que não são anoréticas e os senhores que gostam de senhoras em geral dedicaram-se a facebookar este Verão sobre o assunto. A maior coça que jamais alguém levou por aquelas paragens, deixando o estado comatoso em que ficou a EDP a Kilowatts de distância. Tantas levou que pelos vistos rendeu-se:

Espero que tenha tido bom proveito. E já agora que deixe de contribuir para a eucaliptização pátria, já basta a Cristas (que por acaso não é anorética, até é capaz de ser gordinha, mas eu sou muito mau a servir de balança às pessoas).

Tipo bónus, segue o texto de uma gordinha bem alimentada:

Comments

  1. xico says:

    Mas porque carga de água ela apresenta as suas desculpas aos ofendidos? Não deveria ser ao contrário? Os ofendidos é que a deveriam (ou não) desculpá-la (apresentar as desculpas). Gostei da resposta da gordinha. Tem pêlo na venta e deve ter deixado a Pinto completamente KO.


  2. Esta Gorda é o máximo….Guidinha, toma e embrulha.

  3. titomota says:

    eu que sou gordinho, e, portanto, tenho pouco a ver com o tal rapaz do elevador (excepto em certas coisas), acho muito bem que as senhoras heterossexuais portuguesas se emancipem desta forma.
    dar uma queca faz muito bem à saúde, eu que o diga que já dei não sei quantas voltas ao conta quilómetros 🙂
    E assumir que se faz broche é ainda melhor.
    Tanto mais que a televisão há décadas que o promove pelo natal com publicidade para marca alemã de berbequins.
    (publicidade destinada aos homens, mas a publicidade sempre foi sexista).

    Nos idos de 82, uma amiga que me acompanhou pela primeira vez ao “Finalmente” disse aos circundantes : os homossexuais portugueses fariam bem em seguir o exemplo das mulheres. Emancipem-se.”
    Na altura achei a achega extremamente verdadeira e é até por isso que nunca mais pus os pés num bar gay português desde a emigração parisience.
    Pelos vistos a coisa não mudou, nem num caso nem no outro.
    As tugas continuam a ser muito mais pra-frentex que os tugas.
    E das gordinhas nem se fala.
    Vivam as gordinhas, portanto.
    é que o problema do macho tuga não é só gay, é geral ao macho nacional.
    E deve ser essa ilusão que leva a tal tia dos croquetes a gastar papel A4 e tinteiros para escrever estas tristezas.
    Se fodesse mais e escrevesse menos…

    Agora uma pergunta para a malta de esquerda (que os da direita vão logo dizer que “não, que não é só na direita”) :

    Este tipo de tias escanzeladas e famintas de quecas é exclusivo da direita nacional, não é?
    Deve ser o efeito N. Senhora de Fátima.
    Ou do “marido a ver o desafio até às tantas”.

    Enfim, aqui vai uma varinha mágica para ver se esta bruxa muda de vida

  4. Maria Manuel says:

    Toing 🙂

    • jose says:

      As pessoas entretém-se a falar mal da Margarida Rebelo Pinto sem nunca terem pegado num livro dela, ou mesmo de outro escritor qualquer. É falar mal por falar mal, é um prazer mesquinho que não merece comentário.

      Os livros da MRP, sobretudo os primeiros, têm muitos problemas, mas preenchem uma lacuna na “literatura” portuguesa comtenporânea, que é espelharem de uma maneira muito acessível e às vezes divertida a vida das mulheres de 30 e tais anos na Lisboa dos anos 90.

      Quanto à crónica, tem de ser entendida no seu contexto. A resposta da dita gordinha bem alimentada é um desastre de falta de educação, delicadeza, subtileza… Enfim, palavras para quê? A reacção que se gerou à volta disto é a vitória do politicamente correcto. Quanto a mim, os gordinhos e as gordinhas que se deixem estar como quiserem desde que não se sentem ao meu lado nos transportes públicos em dias de verão.

      • titomota says:

        se gosta das escrivanhices da dita cuja, o problema é seu.
        Perdas de tempo com impressos que me caem das mãos desde a primeira frase? tenho mais que fazer.
        A resposta da dita gordinha se teve algum defeito foi o de baixar quase ao nível de da dita escrivaninha. Mas não chegou a tanto. Teve graça, pertinência e foi tudo excepto politicamente correcto.
        A escrivaninha é que foi politicamente correcta e em fase com o mundo publicitário onde se pode classificar os seus opúsculos.

        Por mim, pode se ir sentar para o raio que o parta ou na borda do passeio.
        Dispenso a companhia de gente parva.

      • Armindo de Vasconcelos says:

        O simples gesto de pegar num livro de Margarida Rebelo Pinto já é uma perda de tempo, perda de tempo que cultivei para poder falar dela se necessário fosse.

        Não gosto! Talvez porque goste de literatura, deteste frases mal construídas, repetições de livro em livro, como se fosse um enfadonho déjà vu ou um exercício do género: vais ler tantas vezes que, quando deres por isso, já decoraste!!!

  5. jose says:

    Olhe tito, o meu comentário não lhe era dirigido, mas uma vez que me interpela directamente, eu perguntava-lhe então porque é que, estando o politicamente correcto do lado da coitada da MRP, não se encontra em lugar algum uma voz que a defenda, ou uma pobre alma que admita ter lido um dos seus romances. Obviamente, ninguém os lê! Que parvoíce! Por isso é que não se vendem… Claro!

    Graças a Deus, vivemos num país de gente cultíssima, de gosto sublime, gente que não se desvia um milímetro do cânone. Aqui, só lê Eça, Camilo, Bolano, Saramago, Luís Borges e companhia. Os que resistiram ao Tempo. Fazem-se listas de livros obrigatórios e depois vai-se para o fb contar os que se “leu” e os que ainda faltam, como quem conta os cromos de uma caderneta. Tenha paciência. Que parolice tremenda.

    E voltando aos gordinhos; politicamente correcto é dizer que isso não importa nada, que o que conta é o coração. Ou pior, que gordura é formosura. Ou ainda, uma mistura dos dois em variações mais ou menos sofisticadas. Que vómito, que hipocrisia.

    E o caríssimo não dispensa a minha companhia, porque não dispõe dela para a poder dispensar.

    • Maria says:

      Claro que a imagem conta mas quem é a MRP (que não é exemplo em questões de imagem) para criticar quem é gorda? E quem disse que as gordas são mal educadas, não têm modos, estão desesperadas e são mascotes??? Isso é hipocrisia? Desculpa mas se ser magra ´´e a melhor coisa do Mundo isso é muito triste!! Eu não sou magra…sou a que chamam de boa, gostosa mas mesmo assim lhe digo que nunca conheci geração mais ignorante do que esta que acha que ir pra o Bairo Alto meia nua e ser f´cil é a melhor coisa que se pode ser depois de ser magra. As personagens dos livros da MRP são sempre iguais e sem imaginação porque a espelham a ela: 30 e muitos anos, bons trabalhos, algum dinheiro, saidas ao Lux BO etc etc e muito, mas muito mal resolvidas emocionalmente. Você tem essa arrogância toda e anda de transportes públicos e não quer que gordas se sentem ao pé de ti? Isso é o mesmo que entrar num Bus depois do almoço e pedir para não sentir cheiro de alho, cebola, vinho e lixivia. O senhor mora em Portugal….ponha os pes no chão.
      Mais se ela vende tanto e escreve assim tão bem porque se preocupa ela da indiferença dos critícos em relação a ela? A própria MRP sabe que não´é tida nem achada e vende para a geração McDonald´s

    • titomota says:

      meu caro, no tempo do Eça também havia muito mais quem lesse o Cordeiro ou “romance dum homem pobre” ou outras coisas à maneira da dita MRP (P?).
      Só que, é a tal coisa, existe o tal bom gosto, uma coisa a que se chama estilo e que resiste ao tempo… e faz de alguém um autor.
      literatura “sabonete” de usar e deitar fora, sempre existiu e existirá enquanto houver quem a leia e quem a tenha por coisa esmerada e a literatura com estilo e autor como coisa enfadonha e boa para dores de cabeça.
      Cada um faz como muito bem entende.
      A vida é curta e, sabe uma coisa? eu nem sequer já vou a tempo de ler a integral da Comédia Humana do Balzac ou dos romances do Camilo, quanto mais perder tempo com MRPs. Desculpe, não tenho tempo.

      Boa noite, 25 tostões, como dizia a minha avó, já nem sei porquê.

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