O presidente da Associação Portuguesa de Indústrias do Espaço avisa:
“«Portugal pode perder 250 cérebros, porque não investe o valor equivalente a três quilómetros de autoestrada.»
«Cada euro investido na subscrição destes programas retornam dois euros a Portugal. Não é uma coisa que se deitou fora, investe-se um euro e recebem-se dois», salienta.
O sector representa 17 milhões de euros de faturação anual. Tudo para exportação proveniente de um cluster de tecnologia altamente sofisticada. ”
Com consequências depois na vida de todos nós.»”
Não se fazem os investimentos certos. E continuamos nisto. A massa cinzenta do país vai-se perdendo por falta de inteligência dos nossos políticos incompetentes.
3 km de autoestrada…
1 euro investido = 2 euros para Portugal…
Não entendo. Façam-me um desenho!
O Ministro da Economia não quis fazer comentários à TSF. Pois não, não há comentários!!






Li esta notícia há pouco e pensei: que país de…….
Mas Portugal näo tem dinheiro para os tais 3km de AE, quando já enterrou para mais de 1.000km vazios…
Enterrou, näo, queimou, porque o que está enterrado desenterra-se, o que se queima…
Pastéis de nata é o que está a dar!
o que também revela a super-ignorância ministerial que se calhar nem da lusófona são – ser ministro não significa ter cultura e para ministro não basta saber ler e escrever -são “amanuenses” – TODOS
Que raiva. Estes burros preferem competir usando a miséria em vez de usarem a cabeça. Portugal típico, melhor, políticos portugueses típicos..
Ainda por cima, o retorno de 2€ por cada euro investido é uma coisa muito conservadora. Por exemplo, no site da NSS, é referido, acerca do investimento no programa Apollo e na NASA em geral:
Este raciocinio não se aplica apenas à área aero-espacial, aplica-se a tudo quanto seja investimento em ciência & tecnologia. Não é por acaso que se fazem investimentos enormes na China e na Índia exactamente nestas áreas. Estes países compreenderam que, se querem ater alguma hipótese de sucesso a longo prazo, não podem competir usando salários baixos.