Quatro anos, quatro milhões de visitas. Agora numa média de 4000 a 5000 diárias. Entretanto os jornais…
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Quatro anos, quatro milhões de visitas. Agora numa média de 4000 a 5000 diárias. Entretanto os jornais…
Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

Dos Tradutores Contra o Acordo Ortográfico
“Costuma dizer-se que quem não chora não mama. Ah, esperem, não é isso”.
#abortoortográfico #anedótico #ridículo #línguadescaracterizada #revogação

Os neonazis vão estar em festa na Maia. Não vai haver polícias para nos bater.
Para o presidente do FC Porto, isto é um “contacto” normal. Lembrei-me logo do inofensivo contacto do dia 16 de Fevereiro de 2016.
Efectivamente: 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; 1, 2, 3, 4; etc.
O Bochechas é um castiço.
—Diogo Hoffbauer
Estive contigo há mais de 30 anos nas grades do Coliseu.
Agora é só descer a rua. Anda!
“A maior parte da música é uma merda”
–-Mário Barreiros
“Isto é muito confuso para a tua cabeça”
—Jorge Jesus
“Não está em causa o direito à opinião, está em causa o relativismo opinativo”
—Ana Cristina Leonardo
Mourinho é uma recente prova viva de que as derrotas não são inevitáveis, coisíssima nenhuma. E o jornalista da Cadena SER ficou sem resposta à altura e, pior, sem a informação.

Os africanos invadiram África. Ele há cada coisa…
É verdade. Escreveu aquele “agora facto é igual a fato (de roupa)” e nunca se retractou.

Foto:Paulo Novais/Lusa
The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
Passem a cobrar as visitas – como parece que começou a ser moda cobrar os “conteúdos” na internet – e depois quero ver os 4000/dia. Eu não compro jornais/revistas tão simplesmente porque não tenho dinheiro para os comprar.
O melhor barómetro de todos é o futebol, o ópio do povo.
Benfica em primeiro lugar, adeptos felizes e contentes, nem pensam na crise, nem nos amigos do garpar, nem Troika, nem na narrativa, só pensam na festa do Marquês. Ontem na Luz estiveram quarenta mil espetadores. Bastante revelador.
Vender o que escrevo? não digo que de alguma água nunca beberei, mas prefiro dar o que da minha liberdade nasce.
Ora bem, no capitalismo tudo se compra e tudo se vende desde haja alguém disposto a pagar pelo bem ou serviço que se quer vender. Os escritores vendem livros, os músicos vendem álbuns ou espetáculos ao vivo. No fundo um artista vive da venda da sua arte e isso não choca minimamente, é até normal que assim seja, que as pessoas sobrevivam daquilo que sabem fazer melhor.
Mas o capitalismo também chegou à internet. Agora paga-se para ler as reportagens que antes eram de borla, para ver os resumos da bola, etc (curiosamente a pornografia que foi a primeira coisa a ser fazer-se pagar agora é grátis!).
Se um blog tem milhares e milhares de visitantes, a mim não me choca minimamente que queiram passar a cobrar uma mensalidade por exemplo. Se eu o aceitaria? De maneira alguma, mas isso ficaria ao critério de cada um. Mais uma vez quem tem dinheiro compra, quem não tem dinheiro não tem “vícios”.
Eu ainda tenho uma visão romântica da internet, livre, gratuita e anónima.
Eu vendo aulas, tenho emprego. Infelizmente nem todos os meus colegas podem dizer o mesmo.
Há muitas formas de obter proventos na internet, sendo o mais idiota exigir um pagamento para ser lido. Por não perceber isso, o Balsemão se viver uns bons anos, e espero bem que sim, ainda vai à falência,
“Quatro anos, quatro milhões de visitas. Agora numa média de 4000 a 5000 diárias. ” — Marketing? 😉
Num caso destes o marketing pode subir audiências, mas não as aguenta em constante crescimento. Dizem que também é preciso dar aos “clientes” aquilo que procuram.
Na indústria acho que se chama qualidade…
O “Marketing” era a “picar”!.. Enquanto “cliente”, sinto-me satisfeito e recomendo! (parece que estou na prova da “Planta”…). Parabéns!
Mas não pica: claro que foi preciso algum marketing, embora grande parte das vezes tenha sucedido por mero acaso.
JJ, o absurdismo ou a inabilidade para encontrar algum significado no que se escreve.
Faço votos que o AVENTAR continue por muitos anos .