Todos sabemos, geralmente de ouvido, que atrás dum grande homem está sempre uma grande mulher. Foi assim com Bill Clinton e com Barak Obama. E aqui chegamos a esta coisa gira: Hillary já foi primeira dama e agora, não havendo azar, passa a ser presidente da República. Jornalistas bem dispostos do Canadá resolveram reinar com a situação e perguntam, deslavados, se Bill Clinton vai ser primeiro cavalheiro. Mas reconhecem que, sendo ele muito macho, não vai conseguir encher o tempo com chás de caridade, hortinhas orgânicas, galinhas de campo com ovos cheios de saúde (a fazer inveja à Senhora Maria do Salazar, se ela ainda por cá andasse). Ninguém está a ver o Bill, dizem, na tv a cantar louvores ao mel orgânico e à dieta vegetariana. Para isso, Michelle Obama é que é uma artista, garantem os ditos jornalistas. E solícitos, sugeram que a Hillary deixe o Bill à solta e contrate a Michelle como primeira dama.
Dirão: mas, num momento tão sério, põem-se com estas graçolas? Bom, é mesmo o momento de as inventar e dizer, assim como quem canta pela estrada deserta ou assobia no escuro. Para espantar o medo.






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