
A Volkswagen prepara-se para despedir 30 mil funcionários. Se os delírios da confusa e transtornada direita tivessem qualquer tipo de adesão à realidade, a decisão do grupo alemão teria forçosamente impacto na operação de Palmela. Se, como afirmou em tempos o apagado líder da oposição, investidor algum estivesse disposto a pôr o seu dinheiro num país dirigido por comunistas e bloquistas, seria de esperar que a VW se preocupasse em reduzir o investimento nesta república soviética e que Autoeuropa fosse um dos alvos da anunciada reestruturação. Infelizmente, para os seguidores do culto profético da desgraça, claro, a Autoeuropa não será afectada pelos despedimentos que o gigante automóvel prepara. Aliás, o plano para recrutar entre 800 e 1300 novos trabalhadores mantém-se inalterado. Só pode ser coisa do Diabo.






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