Imprensa portuguesa, esse antro de esquerdalhos


otip

Segunda a propaganda do velho regime, a imprensa portuguesa é de esquerda. Um antro marxista-leninista de interesses obscuros com vista à sovietização do país. Porém, no seio dessa imprensa de esquerda, da qual jornais como o Público são considerados autênticos baluartes, uma notícia que no tempo do outro senhor nunca passaria sem heróicas e emocionadas capas passou ao lado dos destaques da esmagadora maioria da imprensa nacional. Assistimos àquilo a que a página Os truques da imprensa portuguesa designa de Apagão Informativo. E porque é que isto acontece? Porque a imprensa é de esquerda, claro está.

Imagem via Os truques da imprensa portuguesa

Comments

  1. Konigvs says:

    A primeira coisa que fiz no dia seguinte à saída da notícia foi consultar todos os jornais diários e nenhum dava destaque ao crescimento económico, preferindo-se continuar a falar da CGD.

    Eu estou muito à vontade pois não votei em nenhum partido com assento parlamentar, mas pergunto:

    – Como pode haver democracia sem informação, ou pelo contrário, com constante manipulação da opinião pública?

    Qual democracia?

  2. Rui Naldinho says:

    A imprensa portuguesa hoje é de má qualidade. Depois queixam-se que não vendem jornais. A maioria dos órgãos de comunicação social estão, tal com Passos Coelho, à espera do dia em que algo corra mal, para aí terem aquele orgasmo ideológico que tanto anseiam. Nessa altura entram em êxtase, e até “reviram os olhos”, tal será o prazer!
    A única razão para algo correr mal, serão os juros da dívida. Mas eu pergunto. Nós estamos a fazer alguma asneira?
    http://www.dn.pt/portugal/interior/o-quarto-trimestre-pode-por-o-pib-de-portugal-a-crescer-14-em-2016-5507544.html

    Ou será que para os mercados e para a UE, nós temos de viver como no Bangladesh, com 68 dólares decsalario minimo, cerca de 60€, para os juros da dívida baixarem?
    http://www.ipsnoticias.net/2015/04/a-dos-anos-de-tragedia-textil-siguen-los-abusos-en-bangladesh/

    Eu já percebi de há muito a esta parte que os donos disto tudo, estão muito mais preocupados com notícias destas:
    Aquilo a que chamamos de canalhice.
    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-11-19-Livro-de-Socrates-e-falhanco-comercial-2
    Se é verdade que o ex primeiro ministro se põe a jeito, ainda não percebi a razão de lhe darem tanta importância.
    Estão com medo que ele volte?
    E também já entendi que enquanto eles se vão entretendo com o Dom Profano, o país vai andando para frente.
    E ainda bem. Vozes de burro não chegam ao céu!

  3. Antes pelo contrário: Portugal não tem nenhum diário (5) de esquerda.

  4. Rui Naldinho says:

    Para a maioria da comunicação social portuguesa estas notícias são um incómodo. Tal como para Passos Coelho, que apostou na teoria do:
    “Ou eu, ou o caos!”
    Antes era o inferno. Agora é vê-los a ironizar sobre os números. Até já atribuem ao Daesh e à Al Queda as razões do aumento do Turismo. Se o aumento das exportações fossem agrícolas, os méritos seriam talvez do “bom tempo”, quem sabe do “Borda d’Água”.
    Infelizmente para eles as coisas vão no caminho inverso.
    http://www.dn.pt/portugal/interior/o-quarto-trimestre-pode-por-o-pib-de-portugal-a-crescer-14-em-2016-5507544.html

    A única coisa que nos deve preocupar no presente são os juros da dívida. Mas eu pergunto se é por nossa culpa? Ou será mais pelas Trumpalhadas americanas, pelo Brexit, e outros danos colaterais?
    Ou será que para os juros baixarem temos de viver como no Bangladesh? Talvez os mercados estejam à espera desse dia?
    http://www.ipsnoticias.net/2015/04/a-dos-anos-de-tragedia-textil-siguen-los-abusos-en-bangladesh/

    A nossa comunicação social gosta muito da canalhice, de preferência se ela meter alguns personagens que elegeram como seus inimigos de estimação.
    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-11-19-Livro-de-Socrates-e-falhanco-comercial-2
    Se é verdade que algumas pessoas gostam de se por a jeito, este tipo de notícias, demonstra bem como a comunicação social atingiu um grau próximo da Trampa.

  5. Rui Naldinho says:

    Para a maioria da comunicação social portuguesa estas notícias são um incómodo. Tal como para Passos Coelho, que apostou na teoria do:
    “Ou eu, ou o caos!”
    Antes era o inferno. Agora é vê-los a ironizar sobre os números. Até já atribuem ao Daesh e à Al Queda as razões do aumento do Turismo. Se o aumento das exportações fossem agrícolas, os méritos seriam talvez do “bom tempo”, quem sabe do “Borda d’Água”.
    Infelizmente para eles as coisas vão no caminho inverso.
    http://www.dn.pt/portugal/interior/o-quarto-trimestre-pode-por-o-pib-de-portugal-a-crescer-14-em-2016-5507544.html

    A única coisa que nos deve preocupar no presente são os juros da dívida. Mas eu pergunto se é por nossa culpa? Ou será mais pelas Trumpalhadas americanas, pelo Brexit, e outros danos colaterais?
    Ou será que para os juros baixarem temos de viver como no Bangladesh? Talvez os mercados estejam à espera desse dia?

  6. Rui Naldinho says:

    continuaçao do comentário anterior

    A única coisa que nos deve preocupar no presente são os juros da dívida. Mas eu pergunto se é por nossa culpa? Ou será mais pelas Trumpalhadas americanas, pelo Brexit, e outros danos colaterais?
    Ou será que para os juros baixarem temos de viver como no Bangladesh? Talvez os mercados estejam à espera desse dia?
    http://www.ipsnoticias.net/2015/04/a-dos-anos-de-tragedia-textil-siguen-los-abusos-en-bangladesh/

    A nossa comunicação social gosta muito da canalhice, de preferência se ela meter alguns personagens que elegeram como seus inimigos de estimação.
    http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-11-19-Livro-de-Socrates-e-falhanco-comercial-2
    Se é verdade que algumas pessoas gostam de se por a jeito, este tipo de notícias, demonstra bem como a comunicação social atingiu um grau próximo da Trampa.

Trackbacks

  1. […] Na versão online, devidamente fotografada mais abaixo, o título é mais gastronómico (“Esquerda deixa dezenas de propostas a “marinar””), mas a culpa é, outra vez, de uma esquerda indiscriminada, o que contraria, novamente, a ideia de que a imprensa está dominada por venezuelanos e cubanos e outros manos. […]

  2. […] Nesse antro de esquerdalhos que é a imprensa portuguesa, o grupo Imprensa, propriedade do fundador do PSD, Pinto Balsemão, é quem mais ordena. Como afirmam, e bem, os indignados à direita, meios como a SIC, o Expresso ou a Visão estão obviamente ao serviço da agenda dos partidos de esquerda, conferindo-lhes maior tempo de antena, nas peças noticiosas como no comentário político, e defendendo as suas posições, ao mesmo tempo que atacam, sem dó nem piedade, tudo o que mexe à direita. […]

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