Lixo humano, político e jornalístico

O que se passou nos últimos dias apresenta todos os contornos de uma campanha orquestrada entre comunicação social e políticos. A página dos truques faz a resenha, que aqui fica para memória futura. Creio não errar ao afirmar estarmos perante o mais rasca lixo humano, político e jornalístico a que assistimos na política pós-25 de Abril. Faltou referir  o episódio do suicídio, bem como o patético ultimato do líder para lamentar do PSD e a sua vanglória pelos resultados (?) alcançados. Merece esta gente um lugar no Parlamento? Eu acho que não.

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Um bom exemplo de jornalismo 

Vale a pena ler a entrevista. Uma reflexão sobre a manipulação na comunicação social e sobre quem mata o mensageiro para procurar matar a mensagem.

Os Truques da Imprensa Portuguesa” dão a cara: “Não defendemos nem atacamos o Governo

Foi desvendado o mistério: os criadores da página “Os Truques da Imprensa Portugal” são Pedro Bragança (arquitecto) e João Marecos (advogado). Em entrevista conjunta (e por escrito) ao “Jornal Económico” recusam assumir a função de “provedores do leitor ‘online'”, dizendo que apenas formam uma “comunidade de leitores”. E prometem manter “vigilância” sobre a comunicação social.

Diogo Queirós de Andrade e o jornalismo pidesco

Ricardo Costa deu o mote há uns meses, mas o subdirector do Correio da Manhã Público, Diogo Queirós de Andrade, foi mais longe. Numa das mais abjectas publicações de que me lembro, ao bom estilo da bufaria pidesca, foi à sua página do Facebook denunciar um dos autores da página Os truques da Imprensa Portuguesa. A forma e o conteúdo dizem-nos tudo sobre a pequena e lamentável personagem.

Olha olha. Já se sabe o nome de um dos rapazolas dos Truques da Imprensa Portuguesa. O primeiro a pôr a cabeça fora da toca é o Pedro Bragança Ribeiro, que é também autor do Baluarte Dragão, uma página de propaganda futebolística graças à qual aparece num canal de cabo. Bem mais interessante é saber-se que este moço foi candidato à Assembleia Municipal de Gondomar pelo Partido Socialista – e foi também parte activa dos jovens que apoiaram Sampaio da Nóvoa no SNAP, movimento que serviu de embrião à atual página d’Os Truques. Também é aluno de doutoramento da Faculdade de Arquitetura do Porto desde 2014, na mesma universidade onde já tinha sido gestor da Associação de Estudantes. E já escreveu uns textos para o P3. ;)Claro que este moço prendado e de boas famílias não é o único autor dos Truques, até porque há nomes de Lisboa. Mas agora que o anonimato já foi para as couves, já se pode falar dos Truques como a fachada odiosa de um discurso populista e demagógico que tem como único objetivo desvalorizar a credibilidade da imprensa para proteger uma certa esquerda que está no poder. Finalmente!

Em meia dúzia de linhas, este mau-carácter faz insinuações sobre a vida privada de Pedro Bragança, tenta colá-lo ao PS com mentiras e omissões e acaba com aquilo que realmente o incomoda, a protecção «a uma certa esquerda que está no poder». [Read more…]

O Expresso perdeu o pio há 345 e meio

O print screen que abre estas linhas foi sacado hoje, pelas 13:50h, quando esta posta acabou de ser escrita, pelo que se encontra já desactualizado. Trata-se do contador criado pela página de Facebook Os truques da imprensa portuguesa, que hoje regista a passagem de 345 dias e umas quantas horas, minutos e segundos desde que o Expresso anunciou a famosa bomba, que dava conta de uma lista de jornalistas avençados pelo saco azul do GES, revelada no âmbito do escândalo Panama Papers. Uma bomba que nunca detonou e sobre a qual o Expresso continua a recusar qualquer tipo de explicação objectiva. [Read more…]

O derradeiro truque pré-clássico anti-FC Porto

Nunca ouviste aquela história d’O Jogo estar para o FC Porto como A Bola está para o SL Benfica? Ora aqui está um belo exemplo de como a comparação não podia ser mais certeira. Só falta encontrar um título semelhante n’A Bola, em dia que tenha antecedido um clássico, de preferência nas Antas ou no Dragão, a descontextualizar declarações e a levantar suspeitas sobre Luís Filipe Vieira. Aposto que não será difícil, ou não fossem A Bola e O Jogo igualmente doentes pelos clubes que alegadamente protegem. [Read more…]

Braga, o Medo e o Respeitinho

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A AUTO-CENSURA é mais tenebrosa que o MEDO?*
(o tema é mesmo supermercados)

Um grupo de cidadãos reúne-se em Braga (“a terceira cidade de Portugal“) para discutir a implementação em curso de (mais) um supermercado numa zona consolidada da cidade.
A dar eco deste debate sobre urbanismo e qualidade de vida na cidade está presente a Rádio Universitária do Minhowww.rum.pt

Na cidade, publicam-se os dois únicos jornais diários de todo o Minho, o Diário do Minho – de assumida inspiração católica, – e o Correio do Minho – assumidamente inspirado por quem quer que queira pagar.
Na terceira cidade de Portugal, nenhum dos dois jornais diários aqui publicados optou por dedicar um único parágrafo a um debate sobre urbanismo (mau urbanismo, na minha opinião).
Será porque a autarquia, convidada, declinou o convite para se fazer representar?
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Aguarda-se, com expectativa, a reacção indignada de Ricardo Costa

No calor da polémica que envolveu a página de Facebook Os truques da imprensa portuguesa e o director de informação do grupo Imprensa, Ricardo Costa colou a página a Trump, Bannon e à “fachospére” (sic), acusando-os de quererem uma “imprensa subjugada”, como se grande parte dela não o estivesse já há muito. [Read more…]

As notícias da morte d’Os Truques foram manifestamente exageradas

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A ideia que fica é que são os Truques quem está a matar a imprensa portuguesa, não o contrário, Fernando. Aliás, o teu post refere isso, no final, quando afirmas que o irmão do Primeiro deu uma bazucada no jornalismo português. Não foi o único. Como as fake news e o clickbait, os jornalistas que se vêm prestando a este papel multiplicam-se, expondo desta forma o atoleiro em que está metida a grande parte da nossa imprensa. E não digo toda porque acredito que ainda existem muitos profissionais do jornalismo a lutar contra a corrente e a fazer um excelente trabalho. Mas até o melhor trabalho corre hoje o risco de ser reduzido a duas frases descontextualizadas, enganadoras e polémicas, para consumo rápido nas redes sociais. [Read more…]

Quando um truque matou “Os Truques da Imprensa Portuguesa”

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Já uma vez escrevi no Aventar sobre a página “Os truques da imprensa portuguesa” e o serviço que a mesma estava (e ainda está) a prestar ao jornalismo português. Agora, por culpa de uma entrevista que os seus autores deram ao Expresso e que levou à violação do sigilo profissional por parte do Ricardo Costa, a página vai acabar por fechar. Será uma questão de tempo. Aqui fica o post que os autores da página escreveram sobre a questão da entrevista:

Dizer que a culpa é do pessoal dos Truques porque ao aceitarem a entrevista estavam mesmo a pedi-las é o mesmo que dizer que a culpa das violações é das adolescentes porque ao usarem mini-saias muito curtas e estão mesmo a pedi-las. Nós confiámos no jornalismo porque achamos que não há democracia sem confiança no jornalismo.
A nossa decisão não foi precipitada. Foi tomada em consciência, após uma longa discussão que pesou vários argumentos, e foi alvo de uma grande reflexão.
Se as nossas identidades caírem pela mão de terceiros, que caiam à custa de um truque. E que esse truque fique tão visível para todos, que ninguém possa ter dúvidas sobre como as coisas funcionam.

Entretanto, a página do Expresso no facebook já está a ser alvo da fúria dos seus seguidores, uma repetição do que aconteceu à do Turismo de Portugal. O Ricardo Costa não deu apenas um tiro no pé. Deu um tiro de bazuca no jornalismo português.

Pânico na redacção

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via Dentons Creative

O mundo gira hoje à velocidade das redes sociais. Podemos perder horas com os mais variados argumentos, da abolição consentida da privacidade ao perigo da propagação de factos alternativos, mas centremo-nos naquilo que é absolutamente factual: o poder das redes sociais é gigantesco e tende claramente a aumentar. As empresas precisam delas, os serviços públicos precisam delas, o desporto precisa delas, a comunicação política precisa delas e o entretenimento vive delas. E a procissão, parece-me, ainda vai no adro.

As estruturas tradicionais de poder, como em qualquer revolução, demoram a perceber o que se passa. Ou pelo menos a dar-lhe a devida importância. E quando acordam, não estão preparadas. E isso verifica-se com casos como os de vários jornalistas com nome na praça, que entraram em choque com a página d’Os truques da imprensa portuguesa e acabaram por “levar uma coça”. Ainda que em alguns casos auto-infligida. [Read more…]

SIC Notícias facilita acesso à pós-verdade

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Estes estalinistas não se dão nada bem com a verdade. Bloqueiam-na. Reconstroem uma sociedade cada vez sinistra, de informação manipulada, com o auxílio da imprensa em bloco. Com a excepção, claro está, da SIC, da RTP, da TVI, do Sol, do I, do Correio da Manhã, do Público Dinis, do Expresso, do JN e dos blogues disfarçados de jornais como o Observador, o ECO e o Jornal Económico. Tirando estes, está tudo ao serviço da maldita Geringonça. Conseguirá a resistência repor a verdade?

Imagem via Os truques da imprensa portuguesa

Para o arquivo do rigor jornalístico

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A SIC Notícias transformou os aumentos de 0,49 cêntimos no gasóleo e de 0,34 cêntimos na gasolina, previstos para o início desta semana, em aumentos de 49 e 34 cêntimos, respectivamente. Seria de esperar que ninguém no seu perfeito juízo acreditasse numa treta destas. Porém, quando o título da notícia foi alterado, poucos minutos após a publicação original, já as redes sociais tinham tratado de explodir em indignação e disseminado mais este lapso da nossa imprensa atenta. Onde estaria o Hugo quando se publicou este aborto jornalístico? Será que deu OK?

via Os truques da imprensa portuguesa

Os “factos alternativos” do semanário SOL

uma cuidadosa selecção da informação mais rigorosa que se produz neste país. A não perder.

Repugnante

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O Correio da Manhã consegue descer às profundezas do abjecto, não se limitando a fazer notícia de um hipotético suicídio de uma criança, em directo nas redes sociais. Patrocina-o.

Isto não é jornalismo. É apenas e só repugnante.

Imagem via Os truques da imprensa portuguesa

Um comunicado que vale a pena ler

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n’Os truques da imprensa portuguesa

RESGATAR O JORNALISMO – um texto aberto à subscrição e partilha pela comunidade de leitores da imprensa portuguesa

Caras e caros jornalistas,

Em 4 de maio de 1993, foi aprovado o vosso Código Deontológico. É, na simplicidade dos seus 10 mandamentos, um documento extraordinariamente claro quanto aos princípios que vos devem nortear. Enquanto leitores, sentimos que estes vossos deveres, quando integralmente respeitados, nos protegem, nos consideram e nos dão confiança em vocês e no vosso trabalho. Contrariamente, sempre que os ignoram, a todos ou a cada um deles, criam em nós suspeição, desagrado e revolta.

Todos erramos, é certo. E por vezes somos demasiado intolerantes com os vossos erros. Mas vejam de onde partimos: de um quadro em que os vossos princípios – que vocês escolheram definir e partilhar com o mundo – são por alguns de vós desrespeitados diariamente, à frente dos nossos olhos.
Talvez vos surpreenda – intimamente, cremos que não – mas temos pelo jornalismo, enformado pelos princípios que tão bem souberam definir, o maior respeito e admiração possível. O jornalismo é a mais bonita de todas as ocupações, se feito por missão, por amor à verdade, à justiça e à democracia.

Esta página, que certamente muitos de vós já aprenderam a odiar, por ser um espelho onde vêem reflectido o que há de pior na vossa profissão, não pretende ser um exercício de superioridade moral. É, isso sim, um exercício de confronto entre os vossos princípios e as vossas práticas, elaborado (de forma artesanal, é certo) pelos vossos leitores. O campo de disputa e subjectivação que, do nosso ponto de vista, não existindo, era absolutamente fundamental.

Reconhecemos que o modelo de negócio do jornalismo tradicional atravessa uma fase difícil. Os jornalistas que ainda têm emprego vivem de corda ao pescoço, sob pressão, sem tempo, em condições precárias, mal pagos,… Os jornais andam de joelhos em busca de mais receitas, inventado estratégias e dispositivos cada vez mais sofisticados para inserir publicidade e amplificar a visibilidade dos seus conteúdos.

Pode parecer-vos até que poucas opções vos restam: que se querem continuar a ter trabalho, têm de aceitar que as regras do jogo mudaram e que têm de se subjugar à alienação dos princípios que vocês próprios entenderam estabelecer. Mas essa via – a de aceitarem que isso tem de ser assim – é uma escolha vossa. Terão de ser vocês a assumir esses custos.

A nossa, enquanto leitores, é a de rejeitar esse jornalismo. Sempre. Queremos rigor e exatidão. Não queremos a vossa opinião dissolvida nas vossas notícias. Não rejeitamos interpretações, mas queremos interpretações honestas. Queremos imparcialidade, investigação e respeito pela privacidade, pela dor, pela presunção de inocência. Não queremos sensacionalismo. Não queremos publicidade encapotada. Não queremos subliminares. Não queremos artigos plagiados.

Queremos o que, em 1993, se comprometeram a dar-nos, que está muito longe do que tão frequentemente nos têm dado. Talvez seja injusto e doloroso para alguns de vós ler isto. Mas serão precisamente esses os primeiros a reconhecer que temos razão. São esses os que têm a grande responsabilidade de exigir e de dar um impulso para resgatar o jornalismo.

Os vossos leitores contam convosco.

Com enorme respeito pela vossa profissão, subscrevemo-nos abaixo.

O pós-Público do Sr. Dinis

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É claro que a malta d’Os truques irrita muita gente. Durante anos, o 4º poder fez o que lhe deu na real gana, servindo interesse aqui, interesse acolá, até que as perigosas redes sociais emergiram e deram à luz novas formas de escrutínio, nem sempre objectivas ou sequer coerentes, é certo, mas ainda assim capazes de desmontar e expor a falta de rigor e a manipulação de informação. Informação que é absorvida, processada como verdade absoluta e propagada de forma descontrolada, fomentando percepções distorcidas, criando focos de tensão, alimentando ódios sectários. [Read more…]

Publicidade agressiva com pele de jornalismo

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A publicidade convencional, por vezes, não chega para a encomenda. Vai daí, os jornais inventaram uma nova forma de compensar as quebras de receita e servir os seus clientes, para quem um banner ou um irritante pop-up não é suficiente. E como se faz isto? Publica-se uma “notícia”, sem qualquer referência ao facto de se tratar de publicidade pura e dura, e bombardeiam-se os leitores em todas as frentes, das páginas online dos jornais às redes sociais, para que o nome do anunciante seja devidamente martelado.  [Read more…]

A história do tacho da esposa do autarca que tirou o tacho ao marido da autora da história

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Não me vou alongar sobre os detalhes de mais um episódio siciliano a sul do Douro. O Bruno já aqui expôs o compadrio (lixos jornalísticos à parte, não façam de nós parvos) e o João Paulo acrescentou algumas informações sobre o jornalismo de sarjeta que impera no rectângulo e sobre a habitual manipulação da opinião pública que se faz sentir nesta fase de pré-pré-pré-pré-campanha. Sim, João, já começa a valer tudo.

Contudo, e porque sou um grande fã da cosa nostra gaiense, quero aproveitar a deixa para dar os meus cinco tostões para o peditório. Curtinho e grosso. Cá vai: a jornalista que faz manchete na capa do Público de há dois dias é ex-mulher de Rogério Gomes, que tinha um belo tacho de administrador na empresa municipal Águas de Gaia, que lhe havia sido dado por Luís Filipe Menezes, apesar da falta de qualificações para o cargo. Quantas vezes escreveu Margarida Gomes sobre o assunto? Zero, claro. [Read more…]

Imprensa portuguesa, esse antro de esquerdalhos

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Segunda a propaganda do velho regime, a imprensa portuguesa é de esquerda. Um antro marxista-leninista de interesses obscuros com vista à sovietização do país. Porém, no seio dessa imprensa de esquerda, da qual jornais como o Público são considerados autênticos baluartes, uma notícia que no tempo do outro senhor nunca passaria sem heróicas e emocionadas capas passou ao lado dos destaques da esmagadora maioria da imprensa nacional. Assistimos àquilo a que a página Os truques da imprensa portuguesa designa de Apagão Informativo. E porque é que isto acontece? Porque a imprensa é de esquerda, claro está.

Imagem via Os truques da imprensa portuguesa

O estranho caso do elogiador de Trump

Uma história com contornos obscuros, em estreia na página d’Os truques da imprensa portuguesa.

Afinal, qual é o problema da imprensa com Tiago Brandão Rodrigues?

Os Truques” apresentam uma hipótese. Ou melhor, 65.250 hipóteses amarelas.

Factos? Quem quer saber de factos?

factos

Segundo o JN, Tiago Brandão Rodrigues “desce” porque, apesar dos factos, que “parecem ilibar o ministro“, a “baralhada” – que Tiago Brandão Rodrigues não criou – é tal, que o ministro já não se livra da desconfiança. Entretanto, numa qualquer repartição do clube do avental, as tríades amarelas esfregam as mãos na perspectiva de mais uma vitória.

Se acha que este absurdo abre um precedente, em que “baralhadas” jornalísticas criam casos fracturantes do nada, desengane-se: a falta de rigor em muitas redacções deste país, aliada à manipulação da opinião pública denunciada e aos interesses que tomaram essas mesmas redacções de assalto, não são propriamente novidades. Factos? Quem quer saber de factos? O que interessa mesmo são as realidades de ocasião que se constroem, ainda que na sua origem estejam o boato ou a informação manipulada. E não é que funciona?

via Os truques da imprensa portuguesa

José Gomes Ferreira em campanha pelo CDS-PP

jornalismo isento é isto.

Pulhices à moda do Correio da Manhã

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Incansável na exposição dos mais variados esquemas de manipulação da opinião pública, a página Os truques da imprensa portuguesa apresenta-nos hoje um caso em que o Correio da Manhã procura enfiar Jerónimo de Sousa no mesmo saco onde pontificam as mais variadas sanguessugas do bloco central. A peça versa sobre políticos reformados antes do 50 anos, alguns dos quais, com menos de 40 anos, a receber subvenções vitalícias, grupo no qual não se inclui o líder do PCP, que ainda assim foi escolhido para ilustrar esta manifestação de jornalismo de sarjeta. [Read more…]

O truque pró-golpe

Isto é mais do que um truque, é manipulação deliberada da opinião pública. Apenas um dos muitos exemplos com os quais somos diariamente confrontados, muitas vezes sem darmos conta, tal é a sofisticação dos estratagemas. Só que desta vez não correu como esperado e foi desmascarado. Pelos suspeitos do costume. [Read more…]

Cultura moderna no Jornal de Notícias

Fanny

Chique a valer!

Via: Os truques da imprensa portuguesa

Venha a nós a vossa viralidade, seja feita a vossa vontade

DDPPC

Antes de mais quero agradecer à página Os Truques da imprensa portuguesa por me dar a conhecer a maravilhosa página do PSD Europa no Facebook. Ainda estou a recuperar de tanta seriedade, mas lá chegará o tempo de a ela voltar. Hoje deixo-vos com um texto sacado a essa malta pecadora d’Os Truques, que ilustra bem a forma como muita da nossa imprensa promove, de forma permanente e deliberada, a agenda, a estratégia e a propaganda do PSD. Venha a nós a vossa viralidade, seja feita a vossa vontade.  [Read more…]

Coisas silly da season

OTDIP

encontradas nesse antro de hereges que é a taberna d’Os truques da imprensa portuguesa. Mas desta vez compreende-se, Truques: Paulo Portas é um actor político irrelevante, que não desperta grande interesse mediático e que não exerceu os mais altos cargos de governação. Para quê gastar tempo de antena com ideias soltas que, só por coincidência, se ligam na perfeição e parecem indiciar um caso com contornos pouco transparentes? Ganhem mas é juízo, que estamos em Agosto. São coisas silly da season – e porreiras -, pá! [Read more…]

Será que algum dos avençados dos Panama Papers ameaçou cortar a publicidade ao grupo Impresa?

Impresa

No dia em que se assinalam 100 dias desde a promessa do Expresso de revelar a lista dos jornalistas e políticos avençados pelo saco azul do GES, recupero este recorte que encontrei na página Os truques da imprensa portuguesa e que parece revelar algum aperto financeiro para os lados do império Balsemão, isto apesar do “prémio extraordinário de mérito de carreira” atribuído ao administrador Pedro Norton, no valor de 583 mil euros. Perante este sinal de aparente fragilidade nos cofres do maior grupo de comunicação social do país, vem-me à memória aquele célebre episódio em que Ricardo Salgado decidiu fechar a torneira da publicidade ao grupo Impresa e que me leva à seguinte conclusão, um tanto ou quanto conspirativa, reconheço: terá a lista do saco azul do GES nos Panama Papers algum grande financiador de publicidade no grupo de Balsemão para que, 100 dias depois, continue abafada?

100 dias depois, o Expresso continua em silêncio

PP

As horas passam, os dias passam, as semanas passam, os meses passam e não tarda muito começarão a passar os anos também. Era o grande escândalo do século, tudo que era cão grande estava lá metido, havia um saco azul do GES para pagar avenças a jornalistas e a grandes figuras de Estado e o colapso do sistema espreitava ao virar da esquina. O relógio, esse, não mais parou de contar. [Read more…]