(c) PES. Outros filmes
Não sorria, está a ser filmado
Miguel Macedo admite autorizar filmagens em futuras manifestações. Já terá havido filmagens não autorizadas? Haverá manifestações que não sejam filmadas?
O Nome da Rosa
O clássico «O Nome da Rosa», baseado no romance de Umberto Eco, é obrigatório para o estudo desta matéria, nomeadamente a acção da Inquisição. As cenas do tribunal, bem como as da tortura que o antecedem e a razão de todos os crimes na abadia, que nos remetem para o Index, são imperdíveis. É por aqui que se pode começar a mostrar aos alunos o que foi o Tribunal da Santa Inquisição da Igreja Católica ao longo dos séculos.
Ficha IMDb

Carregue para ver
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus
Era uma vez… o Homem – O Renascimento Italiano
A famosa série «Era uma vez… o Homem» aqui está, com um episódio que poderá servir de introdução a um novo tema, o Renascimento.
Da série Filmes para o 8.º ano de História
Tema 5 – Expansão e Mudança nos secs. XV a XVI.
Unidade 5.2. – Os novos valores europeus
No Internet Archive…
Mais de um milhão de filmes, músicas e livros, para fazer o download usando o seu cliente de bittorrent favorito.
Filmes para o 8.º ano de História
Dando continuidade à série relativa ao 7.º ano, volto à carga amanhã com nova série, desta vez dedicada ao 8.º ano de escolaridade.
A matéria do 8.º ano de História incide na chamada Idade Moderna. Começa com a crise do séc. XIV (que em teoria até pertence ao 7.º Ano) e acaba com a Revolução Industrial do séc. XIX e os movimentos sindicalistas com ela relacionados.
Pelo meio, os Descobrimentos portugueses e o Renascimento ocupam grande parte do programa. Quase no fim, as grandes revoluções, com destaque especial para a Revolução Francesa.
Como poderemos ver nos próximos dias, há muitos filmes sobre todas estas matérias que podem e devem ser usados na sala de aula.
Hoje dá na net: Cinema Português
Hoje dá na net: Krzysztof Kieślowski – Decálogo
Dekalog I: Amarás a Deus sobre todas as coisas
Krzysztof Kieślowski, realizador polaco que ficou conhecido pela trilogia das cores (Branco, Azul, Vermelho, produzidas em França em 1993/94), tinha em 1988 feito este belíssimo Decálogo, dez episódios para Dez Mandamentos, em formato televisivo de cerca de 50 minutos cada. Na pré-história da nossa televisão deu-se o fenómeno de terem passado por cá, na 2.
Como ainda há milagres acabo de os encontrar no Youtube, convenientemente legendados em várias línguas (caso o português não apareça automaticamente é seleccionar carregando em CC).
Ligação para a lista de reprodução. Depois do corte os restantes nove episódios.
Hoje dá na net

Grandes filmes
A man for all seasons.
Sir Thomas More: You threaten like a dockside bully.
Cromwell: How should I threaten?
Sir Thomas More: Like a minister of state. With justice.
Cromwell: Oh, justice is what you’re threatened with.
Sir Thomas More: Then I am not threatened.
O Filme da Minha Vida
Ora vamos lá ver quais são os “Filme da Minha Vida” de cada um dos nossos leitores e dos restantes aventadores. A culpa é do Luís Moreira. Eu dou o tiro de partida:
“Shine – Simplesmente Genial” é o filme da minha vida. Uma interpretação inolvidável de Geoffrey Rush roçando a perfeição e que lhe garantiu o Óscar para melhor actor em 1996.
Shine – Simplesmente Genial conta-nos a história de um pianista fora do comum com uma personalidade fora do mundo e dominado por um pai que queria ver o filho a realizar os seus sonhos frustrados, dominando-o de uma forma doentia – lembrando aqueles papás que inscrevem os meninos para estes realizarem as suas obsessões artísticas goradas. A personagem, interpretada por Geoffrey Rush, é simplesmente genial mas inadaptada ao real levando-o ao colapso e a um internamento num hospício.
A sensibilidade de David e a sua genialidade marcam este filme realizado por Scott Hicks em 1996, na Austrália e vencedor de inúmeros prémios, entre os quais se destacam um Óscar e respectivas sete nomeações.
Passados todos estes anos e com tantos filmes visionados, este Shine continua a estar no topo dos meus filmes e, por isso mesmo, continuar a considerá-lo como “O Filme da Minha Vida”.
(Outros: Ondas de Paixão de Lars Von Trier; O Fabuloso Destino de Amélie de Jean Pierre Jeunet; O Pianista de Roman Polanski; Os Padrinhos todos; Dune de David Lynch; Todos os da série Guerra das Estrelas; As Pontes de Madison County e As Cartas de Iwo Jima ambos de Clint Eastwood; The Doors de Oliver Stone; Control de Anton Corbijn; Lost In Translation e Virgin Suicides ambos de Sofia Coppola; entre tantos outros que neste momento não me lembro, sobretudo de ficção científica de que sou consumidor compulsivo).
Rambo – não o dos socos o das telas
Fazer opinião sobre uma pessoa sem a conhecer é um perigo, a maior parte das vezes um exercíco injusto, e que não aproveita a ninguem.
O actor americano Sylvester Stallone, cujos filmes eram um arraial de pancadaria e que ele próprio, era um exemplo de mal representar, deu-me uma lição de todo o tamanho. O homem em pequeno foi extremamente pobre, teve uma paralisia facial, que lhe dava aquela expressão “sem expressão” ( o que para um actor…) passava o filme todos sem um riso, sem uma careta, com o ar de ser um tipo atormentado, porque outra coisa não era capaz de fazer e ía mostrando o “cabedal”.
Pois não é que Sly é um conhecedor e apreciador de arte e um pintor cotado a nível internacional?
Uma das mais importantes galerias de arte da Europa, a Galeria de Arte Moderna de Zurique, expôs sete quadros seus depois de o seu curador ter visitado o artista em Hollywood. Tinham-se conhecido um ano antes em Zurique quando Stallone, convidado para o Zurich Film Festival, foi apanhado na galeria a apreciar a arte exposta do pintor Colombiano Fernando Botero.
Muito antes de ser actor Sly, dedicava-se à pintura e assinava com Mike Stallone, mas a pintura estava fora de questão por ter uma vida economicamente tão dificil. Teve que ganhar a vida por outros meios até ser apresentado a grandes nomes do cinema que o ajudaram a dar a volta e a recuperar a paixão e o talento pelas telas.
Ao perguntarem-lhe porque nunca se mostrou como pintor, Sly respondeu : “Acho que sempre houve um estigma em relação aos artistas-cantores, artistas-actores. Compravas um “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club band” se fosse feito por um actor?
O preconceito, as ideias feitas, fazem-nos perder coisas boas da vida!
PS: pela verdade que devo aos leitores, eu não comprava porque não sei o que é.








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