José Calvário vive na música que imaginou

Morreu o maestro e o compositor. Tinha apenas 58 anos.
Nasceu no Porto em 1951 e apenas com seis anos deu o seu primeiro recital de piano, no Conservatório de Música.
Depois do Porto, foi para a Suíça, onde os pais queriam que seguisse Economia. Aí, aceita o convite de colegas estudantes para integrar uma orquestra de jazz. Já em Lisboa, em 1971, concorre a um anúncio do Festival da Canção. E tudo começa…
Entre muitas outras, compôs a música de “E Depois do Adeus” e “Flor sem tempo”.
Mais do que a homenagem póstuma, a genialidade e importância de um homem “à frente do seu tempo” é demonstrada na obra que deixa para a posteridade.

No álbum “Mapas”, gravado com a Orquestra Sinfónica da Hungria, um agradecimento:
“Escrever sobre a minha obra é escrever sobre mim próprio. Prefiro agradecer àqueles que, de uma forma invisível e subtil, me apoiaram empenhada e desinteressadamente durante o seu longo processo de produção.”

Comments

  1. dalby says:

    Morre com ele uma parte gira, folclórica mas muita nossa, muita portuguesa..eu gostava dele..


  2. O espantoso é estar em estado vegetativo desde Novembro e não se saber nada.Perde-se um vulto.

  3. isac says:

    Também não sabia e fiquei bastante surpreendido. Acho estas músicas geniais. E o Paulo de Carvalho também ajuda bastante a dar-lhes corpo.

  4. dalby says:

    E NÃO ESQUECER QUE A CANÇÃO DELE….FOI A DA NOSSA VITÓRIA HUMANA, O DR RASGARMOS AS CORTINAS PARA SOLTARMOS A VIDA QUE HAVIA EM NÓS….E DEPOIS DO ADEUS A ELE,EU DIGO-LHE VAI EM PAZ E VOA NOS OCEANOS, NO MAR, NO CÉU, PARTIR E MORRER COMO AMAR E PERDER…NÓS GANHAMOS-TE UM DIA..ANTES E DEPOIS DO ADEUS..BEM HAJA E DEUS TE LEVE NO CAVALO BRANCO DOCE, BELO E COM ASAS…TAKE CARE AND PRAY FOR US…BABY!DALBY

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