A gripe A

Estava eu a dar a minha volta pelos jornais quando reparo que a Gripe A volta à carga. A OMS vai usar o alerta máximo e aparentemente o mundo vai entrar tecnicamente em pandemia. Mas apesar da “gravidade” da doença e da situação, a OMS adverte que “isso não significa que o vírus se tenha tornado mais grave, que a doença seja mais severa ou que tenha aumentado a taxa de mortalidade”. Segundo diz o Expresso, “a política de prudência, disse (o director-geral adjunto da OMS), pretende evitar efeitos adversos, entre os quais citou restrições de viagens, fecho de fronteiras ou bloqueios ao comércio.

Esta situação da pandemia deixa-me curioso. E estupefacto. Porque, ou andamos aqui a brincar aos médicos e às enfermeiras e a Gripe A é uma doença tal como centenas de outras que para aí andam a atormentar a Humanidade, ou então é mesmo uma situação gravíssima fora do normal que pode pôr em risco a sobrevivência de muita gente.

Se isto é galopante e do mais grave que há, já que não existem mais níveis de alerta na OMS, eu pergunto-me: quando é que será necessário restringir viagens, fechar fronteiras ou bloquear o comércio? É uma questão de tempo ou de números?

Eleições no Glorioso

A táctica é a mesma. Avança o Manuel Vilarinho para o embate da comunicação social, mas o candidato é o Luis Filipe Vieira.
A estratégia tambem é a mesma, impedir a todo o custo que apareçam candidatos.
Apareceu agora o Raúl Carvalho que não é candidato para estas eleições, é para as seguintes.
O Jorge Vieira de vez em quando vem ameaçar que vai ser candidato, mas é só basófia.
O Bagão Félix já veio dizer que estas eleições não são oportunas , e que não quer deixar o seu tractor e as suas rosas.( acho que são rosas )
O Vilarinho que eu conheço bem de anos de futebol, no CIF , abriu o livro na TVI e não esteve com meias. O Vieira vai ganhar, até porque ninguem concorre contra ele , e em Outubro tambem niguem concorreria, e se concorresse perdia.
E acreditem que o Manel sabe muito mais do Benfica do que nós todos juntos. Lembram-se dele na TV a discutir com o Vale e Azevedo? E no campo ainda era pior, ninguem o aturava, discutia com tudo e com todos.
Um amigo porreiro! E um benfiquista como há poucos. Ele diz que como ele só há dez ou vinte. São os que se atravessam com as garantias nos bancos.
Mas, diz o Manel Vilarinho, que o grande problema do Benfica é que não ganha. Quando passar a ganhar troféus no futebol a crise passa. As vitórias nas outras modalidades é um efeito que dura dois ou três dias, não contam para a crise existêncial.
Para já livraram-se do Quique e de uns milhões de euros. O António Salvador , Presidente do Braga, não perdoa nem um cêntimo para deixar sair o Jorge Jesus (se fosse o Pinto da Costa…) mas é claro que está no seu direito.
E quanto a jogadores ? Mais um carregamento da América do Sul, ou vão mesmo reforçar a equipa , com dois ou três grandes jogadores?

A futebolítica

Apesar de haver algumas diferenças gritantes, e veja-se que nunca se ouviu falar em políticos com salários em atraso ou partidos em falência técnica, existe um paralelismo entre o futebol e a política e uma ligação quase umbilical entre os dois.
Basta considerar a constante presença de políticos em eventos futebolístos.
Mas tal como o país político, o futebol português é pobre, eminentemente corrupto (apesar de ainda se estar a tentar provar isso), com maus dirigentes e maus jogadores. Os bons jogadores normalmente vão para países mais desenvolvidos e só cá ficam os outros à espera da sua vez. É claro que existem as camadas jovens, mas tanto numa situação como noutra, são sempre muito pouco aproveitados e recorre-se quase sempre a “quem vem de fora”.
Tal como a política, o futebol está de “rastos”. Num campeonato em que os jogos são feitos praticamente deitados no chão, parados e com tantas faltas, raramente se marca um golo na marcação de um livre. No entanto, sempre que se vai marcar um livre, os (poucos) adeptos entram em histeria como se fosse um penalti. Parece mesmo que o golo é iminente e só falta festejar. Inevitavelmente a bola lá vai para fora e toda a gente protesta, dizem que o jogador não presta, chutou para fora do estádio e que devia ter sido outro a marcar o livre. Mas o mais grave é que dois minutos depois, o árbitro marca outro livre e toda a gente volta a ficar expectante para festejar golo… mas o mau jogador chuta novamente para as nuvens! E isto continua sempre a acontecer. É um jogo inteiro assim. É um campeonato inteiro assim. E é sempre assim. Assim como na política. É só pólvora seca. Parece que vai acontecer alguma coisa, mas depois não dá em nada.
É inacreditável a parecença do futebol com a política portuguesa.  Até as eleições são feitas na mesma altura. Parece combinado. Se calhar é por isso que alguns passam de um lado para outro. Políticos que se tornam dirigentes futeboleiros e vice-versa.
E apesar de haver uma míriade de clubes, são sempre os mesmos dois a ganhar. E não querendo que mais ninguém ganhe além deles, vêm sempre dizer que a competição é muito importante para melhorar a actividade desportiva. Na política é igual, e assim que perdem, disparam em todas as direcções dizendo que a governabilidade está ameaçada se a sua hegemonia for interrompida.
Também se ouve falar muito daqueles que mudam de clube e que são “vira-casacas” e “peseteros”: passam do PCTP/MRPP para o PSD, passam do PCP para o PS… é uma questão de mudar para plantéis que permitam voos mais altos e ganhar outro tipo de troféus…

Noutra perspectiva, a política está invadida de futebol. Veja-se por exemplo, Vital Moreira a reclamar “falta” no comício em que participou juntamente com a CGTP. A CGTP veio a público dizer que foi apenas carga de ombro e que foi Vital Moreira a provocar o contacto. Aliás, esta é uma táctica muito conhecida nos meios futeboleiros. Chama-se “entrada à Soares” e consiste em “colar-se” a um adversário já com um cartão amarelo para provocar a sua expulsão.
Ainda agora, no apuramento para as “Competições Europeias”, o que mais se ouviu foi que fulano em vez de levar cartão amarelo deveria era ter levado cartão vermelho. Até as declarações são as mesmas. “O responsável por este desaire, sou obviamente eu!”, isto foi o que disse Vital Moreira e são as palavras que Carlos Queiroz já vai ensaiando.

Agora também, tal como os clubes que reclamam constantemente da arbitragem, são também os partidos a reclamarem com o Banco de Portugal e exigirem a demissão de Vitor Constâncio por não resolver os problemas noutro tipo de “arbritragem”. E tal como no futebol, uns jogadores levam com processos sumaríssimos, outros não levam com nada e saem incólumes de todas as situações.

Depois, existe também o lado obscuro das “campanhas negras” e “trabalhos de bastidores” nas duas actividades e o consequente envolvimento dos tribunais para clarificar as situações. Não há ano que passe em que não existam dirigentes envolvidos em polémicas e escândalos envolvendo compras fraudulentas de terrenos, construções ilegais, pagamentos por “baixo da mesa”, falsas ou não-entrega de declarações de rendimentos, escutas telefónicas incriminadoras, desvios de dinheiro, tentativas de corrupção activa e passiva, abuso de poder, etc, etc. Todos os dirigentes negam sempre todo e qualquer envolvimento em actividades ilegais e nos tribunais nunca se consegue provar nada, e até se consegue provar exactamente o contrário, apesar de ninguém acreditar. Ou então, os processos prescrevem.
Falando de elementos externos: uma palavra para a comunicação social. Tal como no futebol, também na política, conforme os interesses instituídos, uns optam por apoiar descaradamente uma facção, tentando prejudicar o máximo possível o outro lado, evocando sempre uma neutralidade e imparcialidade sem mácula.

Internamente, tanto uns como outros, só falam de estratégias e mudanças de equipa técnica. Sócrates, pelos vistos, escolheu mal o avançado para estas eleições. Manuela Ferreira Leite foi altamente elogiada pela escolha do possante meio-campista Paulo Rangel para o ataque à Europa. Louçã e Jerónimo continuam a fazer o papel de “Portugal” nas competições internacionais: de vez em quando até surpreendem e sobem ao pódio, mas toda a gente sabe que nunca vão ganhar nada. E Portas… bem, Portas tem a sorte de não existir uma 2.ª Divisão na política… No entanto, Sócrates já disse que não vai mudar de tácticas porque sabe que tem uma boa equipa que lhe pode permitir ainda ganhar o Campeonato. Não se pode ganhar todos os jogos e este foi um jogo à parte e não tem nada a ver com o Nacional. Eu sinceramente até acho que Sócrates daria um excelente treinador. Tem gerido e aguentado muito bem uma equipa quezilenta, que gosta de malhar em todas as direcções. Não é fácil. E no caso das Europeias, fez-me lembrar aqueles treinadores que põem em campo a pior equipa para jogar um desafio sem grande importância, salvaguardando os pesos-pesados para o que mais interessa: o Campeonato! Veremos se estou errado. Espero que Sócrates também esteja.

E finalmente, de há uns anos para cá, as duas actividades sofrem do mesmo mal: ninguém aparece para participar no espectáculo! Constantemente aparecem os dirigentes e responsáveis a pedirem uma reflexão sobre o assunto e opinadores profissionais a explicarem o porquê desta situação estranha, envolvendo duas das actividades que mais emoção geram neste país. Uns explicam e apontam a crise económica, a corrupção latente, os maus intervenientes e o descrédito generalizado no futebol para justificarem os estádios vazios; outros explicam e apontam a crise económica, a corrupção latente, os maus intervenientes e o descrédito generalizado na política para justificarem as mesas de voto vazias. E depois começa a nova época. Rola a bola e rola o discurso. E eu já me ponho a adivinhar: outro livre para fora…

O BPP foi à vida! E o BPN?

A proposta apresentada pelos actuais administradores do BPP é de tal foma exigente, que nos dá uma ideia dos muito milhões de prejuízos acumulados.
O Estado já lá meteu, juntamente com as garantias que deu aos outros bancos, que entraram na primeira tranche, cerca de 250 milhões de euros. No primeiro pedido de reforço dos capitais, Rendeiro tinha solicitado 750 milhões de euros o que tinha sido considerado exagerado para a dimensão do banco.
Para além de todo este dinheiro, a proposta apresentava um prazo de retorno na ordem dos 25 anos!
Não há oxigénio suficiente para um defunto destes!
E quanto ao BPN ?
Bem aí, temos a situação do BPP multiplicada por quatro, pelo menos!
O Estado já lá meteu 2 000 milhões de euros, o que dá na moeda antiga 400 milhões de contos!
São precisos mais 1 500 milhões de euros, isto é, mais 300 milhões de contos, tudo somado dá a verba astronómica de 700 milhões de contos!
Dá para construir 25 hospitais novos!
O governo manteve em lume brando o BPP até às eleições, mas agora era ímpossível adiar por mais tempo a decisão. O barril está a explodir!
Mas a decisão no BPN é muito mais dificil.Em primeiro os montantes envolvidos. Nunca por nunca o governo sonhou que íria encontrar uma situação destas num banco privado. Depois, já lá meteu uma verba que não o deixa recuar, o que implica meter o que já vimos. Mas, por outro lado, deixar cair o BPP não ajuda nada en termos de coerência. O Estado vai dizer que neste há efeitos sistémicos, mas a verdade é que o BPN só representa 2% do mercado bancário! Não colhe o argumento!
O governo vai esperar até às eleições de Outubro para tomar a decisão? O banco não aguenta e os depositantes vão começar a fazer barulho !
Bem te avisaram sapateiro para não brincares aos banqueiros!
PS: gostava era de saber a opinião do JPC da Jugular que quando eu antecipava este cenário, como muitos outros anteciparam, me respondia que eu não sabia o que era a economia real)

O voto obrigatório

Confesso que até gostava que instituissem o voto obrigatório, como aventou o Presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César.
Pela primeira vez na vida, não iria votar.

A vitória dos professores

Não faltaria muito até que isto acontecesse. Não é presunção, caro José Freitas, é a realidade.
Foram quase 330 mil professores nas ruas em dois anos (30 mil + 100 mil + 120 mil + 75 mil). Isto faz mossa! Faz mossa e influenciou, que ninguém tenha dúvidas, o resultado eleitoral. Este e os próximos. Que ninguém entregue a ficha de auto-avaliação! Que ninguém colabore com esta fantochada que o Governo decidiu inventar e que não avalia nada nem ninguém. Que em finais de Setembro, às portas das legislativas, 100 mil professores estejam de novo em Lisboa.
Cá por mim, estou perfeitamente tranquilo. Não tenho mandato dos Sindicatos, sou sindicalizado apenas porque não havia na minha escola ninguém que quisesse liderar o processo de consulta aos professores e até já apresentei o meu modelo alternativo de avaliação. A precisar de acertos, é verdade, mas que que em nada coincide com o modelo proposto pelos Sindicatos.
Mas basta de fazer parte de uma profissão enxovalhada. Como escrevi há tempos, basta de ouvir frases como estas: «Quando se dá uma bolacha a um rato, ele a seguir quer um copo de leite!» (Jorge Pedreira, Auditório da Estalagem do Sado, 16/11/2008); que «vocês [deputados do PS] estão a dar ouvidos a esses professorzecos» (Valter Lemos, Assembleia da República, 24/01/2008); que «caso haja grande número de professores a abandonar o ensino, sempre se poderiam recrutar novos no Brasil» (Jorge Pedreira, Novembro/2008); que “admito que perdi os professores, mas ganhei a opinião pública” (Maria de Lurdes Rodrigues, Junho/2006); que «[os professores são] arruaceiros, covardes, são como o esparguete (depois de esticados, partem), só são valentes quando estão em grupo!» (Margarida Moreira – DREN, Viana do Castelo, 28/11/2008).
Basta desta política. Basta que a profissão que está em primeiro lugar em termos de credibilidade na opinião pública, seja e continue a ser gozada e insultada por quem permanece no último lugar da credibilidade, que pertence aos políticos. A Ministra da Educação, convém recordar, é aquela que insulta no momento da derrota.

O BPP sem retorno – última hora

O Estado não paga e o banco não tem dinheiro. Os depositantes ficam a arder (têm o Fundo de garantia) e nas melhores das hipóteses uns papéis
com retorno daqui a cinco anos ou mais.
O Ministro das Finanças declarou está declarado. O giro é ter sido no dia seguinte às eleições!
Mas desta vez estou de acordo!

O cordeiro das farmácias

A ANF veio com aquela ideia completamente disparatada de as farmácias poderem substituir e/ou alterar as receitas dos médicos. Mas a ideia só é disparatada se não a enquadrarmos no processo que segue caminho. O que a ANF quer é a liberalização do preço dos medicamentos.
O nível de concentração da indútria farmacêutica – anda pelos seis por cento – é uma brincadeira quando comparada com o das farmácias -90% – representada pela ANF e pelo próprio Cordeiro.
Em termos de clientes é de bem de ver que o preço não desce, a ANF segue impávida a verticalização do sector do medicamento e está envolvida em múltiplos interesses no negócio do medicamento.
As margens de comercialização do medicamento são fixadas pelo governo e João Cordeiro queixa-se que a indústria não se aplique, tal como ele, em tirar essa capacidade das mãos do governo.
Há muita coisa que não se compreende neste poder que a ANF utiliza para manter a posição de previlégio das farmácias, impedindo a sua liberalização, afrontando em Tribunal a abertura das farmácias Hospitalares e em outras instituições de apoio social.
O mais poderoso lobby nacional não desarma e aproveita o Estado fraco e tentacular para lançar as suas ambições para cima de quem paga.
Se o Estado fosse uma instituição credível e eficaz, sem rabos de palha ,a ANF há muito que teria visto as suas prepotências serem barradas, mas como o que temos é um Estado gordo e disforme, cheio de telhados de vidro, nada mais resta que o vermos de cócoras…

Chapéus há muitos

Os polícias não podem com o nosso Primeiro e ainda menos com essa luminária que dá pelo nome de Rui Pereira. Estou em crer que tudo tem a ver com conversa fiada em que os polícias embarcaram.
Dão tudo e mais alguma coisa, tudo não passa de uns cenários na RTP, montados a preceito e passados uns tempos não há nada para ninguem.
O que se passa no nosso país é tudo uma questão de credibilidade, respeito (falta dele) por quem nos governa, a noção que se não houver barulho e arruadas não há cacau.
Como é que se explica aos polícias que ganham 1 000 euros (não chega) que o Estado não pode pagar as fardas e os bonés? O mesmo Estado que paga milhões a uns senhores muito importantes mas que não supervisionam nada? E que paga duas e três reformas milionárias à mesma pessoa? E que uns meninos das Jotas têm como primeiro emprego um lugarzinho de assessor em acumulação com a advocacia privada num daqueles escritórios que fazem muitos e importantes relatórios para o mesmo Estado?
A injustiça social e o desiquilíbrio de oportunidades que caracterizam o nosso pais fazem recear o aumento generalizado deste tipo de manifestações, ao qual se junta o desemprego que não para de crescer!
Isto está mau e vai piorar ! Valha-nos a “governabilidade da maioria absoluta”!
Ah, e não esquecer que estes polícias mausões são quem bate em jovens assaltantes inocentes…

Berlusconi público/privado

Até onde se pode ir para apanhar um mentiroso? E quando o mentiroso é Primeiro Ministro e um dos homens mais ricos de Itália? E, quando, além disso, controla grande parte da Comunicação Social do país?
É lícito fugir ao cerco e publicar umas fotos num jornal de outro país?
E se essas fotos forem de umas garinas, frescas e nuas à volta de uma piscina privada?
Se tudo isto me acontecesse a mim estava muito mal. Mas assim acho bem !
Afinal este senhor de meia idade não se mostra sempre muito incomodado com a prostituição ? Não anda sempre de braço dado com as posições do pequeno mas poderoso Estado vizinho, sobre matérias como o aborto, o casamento gay e tudo o que atropele a imagem de “pater famílias”?
Só é pena que as fotos não o tenham captado em plena função, não vá todos os seus jornais e televisões apregoar que “estavam a banhos”.

Um sinal de bom senso

O Presidente da República vetou hoje a nova lei do financiamento dos partidos. Deu um sinal de bom-senso, ao contrário dos partidos que tinham aprovado uma lei disparatada.
Cavaco Silva apontou “várias objecções de fundo” ao diploma, como o “aumento substancial do financiamento pecuniário não titulado” ou a possibilidade dos partidos obterem lucros nas campanhas.

McDonald's Quizz

Não, não é o novo batido da Mcdonald’s. Até porque na McDonald’s não gostam de ideias de outras pessoas. É só um passatempo.
Uma destas frases está errada. Qual será?

A – Faz 60 anos que a McDonald’s substituiu as batatas fritas “de pacote” pelas típicas “french fries”.

B – Faz 50 anos que foi aberto no Wisconsin, o 100.º “restaurante” McDonald’s.

C – Faz 40 anos que o logo da McDonald’s atingiu a forma definitiva com os dois arcos amarelos.

D – Faz 30 anos que apareceram os primeiros Happy Meals para a criançada.

E – Um dia, a McDonald’s vai entrar em colapso financeiro.

F – A McDonald’s tem mais de 450.000 empregados.

G – O documentário “Super Size Me” é um bom documentário.

Como levar pancada de todo o lado

"O PS viu desviarem-se os votos em várias direcções: à esquerda, para a abstenção, para os votos brancos e nulos, provavelmente também alguns para o PSD", analisa o dirigente e governante Augusto Santos Silva.