Sondagem TSF dá vitória ao PSD

É verdade: PS e PSD estão empatados, mas com vantagem para o PSD. Eu sempre disse que Sócrates pode perder!
Nota: a 13 de Maio escrevia o quanto agradecia a candidatura do Sr. Moreira. Deve ter sido uma sugestão divina.

Também a ti, Anibal…

“Eu e a minha mulher, antes de eu estar nesta posição, quando éramos apenas professores, não tínhamos as nossas poupanças debaixo do colchão, nem tão pouco no estrangeiro. E agora também não. Entregámos as nossas poupanças a quatro bancos, incluindo o BPN, para eles gerirem as nossas poupanças. Esperávamos que eles gerissem as poupanças bem, que conseguissem um bom rendimento. Infelizmente estamos a perder muito, muito dinheiro. Boa parte das nossas poupanças estão desaparecidas”, afirmou o chefe de Estado citado pela TVI.

Via Público

E assim vamos em Portugal. Já não há respeito. Nem ao ex-primeiro-ministro, nem ao líder encontrado numa rodagem do automóvel, e actual Presidente.

Messi, Maradona, Hugo Sanchez, Figo… e um tal CR7

Boas,
hoje li no público uma declaração absolutamente fantástica do Messi. Diz o melhor jogador do mundo que se sente ofendido por alguém pensar em o comparar a Maradona, porque como ele não haverá outro.
É isso mesmo! Maradona é só o o Maradona mesmo que muitos (até ele próprio) insistam em inventar um novo mágico sempre que é preciso despachar algum puto da Argentina para a Europa.

Eu lembro-me de ver o Maradona jogar (sempre pela TV) e de facto ele era o que nunca ninguém foi e nunca mais ninguém conseguiu ser.

Este vídeo é um dos milhares que lembra como o futebol pode ser tão simples:

Mas, para mim futebol não foi só o Maradona e quase ao nível dele, no meu imaginário, está um tal de Hugo Sanchez. Jogador Mexicano que o Mundo conheceu no Real Madrid – ele conseguia complicar o que era fácil. Se podia rematar ou simplesmente cabecear, ele inventava uma bicicleta… Espectáculo:
(neste vídeo sugiro o golo 3 para que comparem com os livres do Ronaldo, que alguns dizem ser uma inovação e, claro, os dois primeiros).

Nesta volta pelo meu baú de recordações vou buscar o Figo para procurar responder ao post pesetero .
Como adepto ignoro completamente o que cada jogador faz com os seus contratos, interessa-me pouco ou nada essa dimensão da bola: quero saber lá dentro, no rectângulo, o que cada um faz com ela. Figo esteve ao nível dos melhores e ao contrário do CR7 sempre foi brilhantemente competente durante épocas e épocas ao mais alto nível europeu. O meu coração diz-me que o João Vieira Pinto foi o melhor jogador português que eu vi jogar, mas admito que o Figo anda lá perto.
Quanto ao outro, o tal CR7… tenho pena dele, coitado!

Professores, a Manif e as eleições de Domingo (II)

Será que vale a pena votar no PSD para o PSD ficar à frente do PS?
MANIF de 30 de MAIO (SPN)
Assim terminava o post anterior.

Vamos por partes.
Imagem que os resultados seriam exactamente os que a sondagem das sondagens do Público hoje mostra:
– PS: 36,2
– PSD:32,9
– BE:10,3
– PCP:8,1
– CDS: 5,2

Procurei fazer uma projecção, pensando numa abstenção de 60%. Teríamos 3785058 portugueses a votar.
De acordo com as percentagens acima teríamos, aplicado o método de Hondt:

PS: 9 (Deputados nº 1, 3, 5, 8, 11, 13, 16, 19, 22)
O 8º do PS é o Manuel dos Santos, o 9º Joel Hasse Ferreira e o 10º Jamila Madeira)

PSD:8 (Deputados nº 2, 4, 6, 9, 12, 14, 18, 20)
O 7º do PSD é a Regina Bastos , o 8º José Manuel Bastos e o 9º Joaquim Cruz.

BE:2 (Deputados nº 7 e 17)
O número 2 do BE é a Marisa Matias e o nº3 Rui Tavares.

PCP:2 (Deputados nº 10 e 21)
O nº 2 do PC é o João Ferreira e o nº 3, a “minha” camarada da FENPROF, a Ana Rita.
CDS: 1 (Deputado nº 15)
O nº1 é o Nuno Melo, o 2º o Diogo Feio e o 3º a Teresa Caeiro.

De acordo com a aplicação que usei, o CDS disputa com o PS o último deputado. Estamos na presença de uma disputa entre o Diogo Feio do CDS e Joel Hasse Ferreira do PS.
Ora nesta disputa temos duas “vitórias” em cima da mesa:
– % de votos;
– nº de deputados.

Curiosamente, na semana passada o Sr. Vital dizia que ganhar era ter mais um voto que o PSD. Hoje já falou em ter mais deputados…

Dito isto, diria que uma transferência “baixa” (2% em cada) no BE e no PCP para o PSD dá a vitória a Rangel e, sobretudo, a derrota do PS. Por isso, também a preocupação que o PSD tem denotado na necessidade de ir buscar o voto útil.

Acontece que entre o PSD e o CDS há uma contradição – o CDS precisa de mais votos para ir buscar o segundo deputado ao PS, mas o PSD precisa de mais votos para poder ganhar as eleições, ainda que com o mesmo número de deputados do PS. Teríamos aqui um cenário, pouco provável, em que PSD e CDS ganhariam em simultâneo.

Neste quadro parece-me interessante que o eleitor menos ligado partidariamente e profundamente triste com Sócrates o queira castigar: para isso, realmente, o voto no PSD é o voto mais eficaz, na medida em que isso se traduz na DERROTA do “inginheiru”.
JP
Nota: para que fique clara a minha posição – termino como comecei estes dois posts: eu voto BE porque ainda acredito que é possível ser o BE a ir buscar o 3º deputado ao PS.

O cartaz do PS

    

Anda por aí um cartaz do PS que reune estas cinco caras.
Gente jovem, ideias frescas, grande potencial, capacidade de inovação.
Este cartaz é todo um programa!

SNS – Saúde para todos


FINANCIAMENTO E PRESTAÇÃO DE CUIDADOS

Prestação de cuidados

A prestação dos cuidados de saúde não tem que estar, apenas, no SNS. A iniciativa privada (ficando aqui envolvido tudo o que não pertence ao SNS) complementa e introduz factores de eficiência e eficácia muito importantes!
O melhor exemplo é o que está a acontecer na procura dos Recursos Humanos. A privada, ao convidar os melhores médicos, vai obrigar (está a obrigar) o SNS a resolver questões que nunca ninguem quis encarar. A remuneração, as horas de trabalho, a produtividade têm que acompanhar a privada sob pena de o SNS
ficar sem médicos de referência.
E a exclusividade para parte importante do pessoal vai ser uma realidade!

Financiamento

O SNS é financiado pelo orçamento geral do Estado e por outras pequenas fontes de financiamento, como sejam as TAXAS MODERADORAS.
Hoje, parece claro, que quem tem dinheiro não vai aos hospitais públicos. Só em casos de urgência ou emergência. Estatisticamente, são tão poucos que não tem relevância.
Isto quer dizer que as taxas moderadoras recaem sobre as pessoas com menores recursos.
Proposta: as pessoas assistidas no SNS, titulares de Regimes privados de saúde, devem pagar a coberto do regime privado.
Na verdade, corre-se hoje o risco de os Privados, perante um doente que apresente uma patologia de tratamento caro, as “empurre” para o SNS.
As pessoas cujos rendimentos sejam superiores a 1 000/ 1500E/mês e não sejam titulares de qualquer regime de cobertura de saúde privado devem pagar ao SNS. É uma questão de justiça social, pois com o mesmo rendimento há quem pague um regime de saúde e quem seja tratado gratuitamente.
Esta decisão alivia a pressão sobre o SNS pois as pessoas passariam a subscrever regimes privados.
É bom para todos os intervenientes,incluindo o cidadão.
As taxas moderadoras devem ser mantidas, sem que em caso algum ALGUÉM FIQUE SEM TRATAMENTO NO SNS POR INCAPACIDADE ECONOMICA!

PERIGO

Nunca o Estado deverá financiar o regime privado. Isso seria a morte, a prazo, do SNS!
No entanto, é um grande objectivo para muitos prestadores! O SNS deve manter e alargar protocolos e acordos com os diversos regimes privados mas pagando caso a caso,ou em pacote, mas nunca
financiando na base de expectativas de retorno de investimento (como é o caso das pontes ou autoestradas).
Em resumo, com a cada vez maior implantação dos privados, o SNS não pode deixar encurralar-se como “respaldo” de uma privada com legítimos interesses lucrativos, nem deixar de ser a referência da população no que concerne á qualidade, á inovação, à universalidade.
Mas tem que ser sustentável!

Não se arranja uma prova de automóveis?

av_boavista_placa

A Avenida da Boavista, no Porto, uma das artérias com maior volume de circulação, está a entrar em obras. Não na sua extensão total mas apenas num pequeno troço.

Serão obras promovidas pela Águas do Porto e pela autarquia e vão durar até 8 de Agosto, mais de dois meses.
As obras até já deveriam estar implementadas no terreno mas o jornal Público (link não disponível) conta que não estão porque os técnicos ainda procuravam “decidir por onde passará a conduta” que as Águas do Porto vai instalar ali. Se assim for, ficamos a saber que a entidade municipal que gere a rede de abastecimento público não sabe planear obras. Vai vendo…
Na carta que enviou aos moradores da zona, entretanto, a Câmara do Porto anunciou que “vai aproveitar esta obra para “fazer uma pequena intervenção que melhore um pouco as zonas mais degradadas” da artéria”. Obras a sério, que a avenida necessita, nem pensar.

A autarquia justifica esta opção por “não estar decidido por onde passará a futura Linha Ocidental do metro”. Uma explicação estranha, quando é já sabido que a linha irá seguir pela Rua do Campo Alegre. E com a concordância da edilidade.

Mas se não fosse isto, seria por outro motivo. Ainda segundo a explicação dada ao jornal por fonte da autarquia: “é necessário um projecto de arquitectura, um projecto de engenharia, um concurso público, uma cabimentação orçamental e, talvez, algumas reclamações pós-concurso, senão mesmo umas providências cautelares. Muitos, muitos meses…”.
Enfim, uma chatice. O melhor mesmo era nem fazer nada. Evitávamos a maçada de ter de trabalhar, de planear, de executar e, claro, de pagar.

Aos moradores da área, sobretudo, e demais utilizadores da via resta pensar se não haverá uma qualquer prova de automóveis que se possa fazer em toda a extensão da avenida. Talvez assim o problema ficasse resolvido.

CDS – campanha negra

-Não nos resignamos a ter um incompetente no banco de Portugal
-Temos o documento que Vitor Constâncio se negou a entregar à Comissão Parlamentar
-Obrigamos o Ministro da Justiça a ir à Assembleia da República esplicar-se sobre o caso Lopes da Mota
-No Eurojust os polícias portugueses não têm interlocutores, têm que falar directamente com os seus colegas estrangeiros.
-Temos um administrativo europeu como ministro da agricultura
O Paulo e o Nuno continuam de feira em feira. Ideias sobre a UE ? Ficam para a altura certa.

Breve biografia de Luís Figo, o «Pesetero»


Na semana em que anunciou o fim da sua carreira, começam a aparecer os balanços de duas décadas de Luís Figo. Revejo-me muito no que foi escrito aqui, no «post» e sobretudo na caixa de comentários.
Aqui ficam, na óptica do Aventar, alguns dos momentos mais significativos da sua carreira desportiva:
– Em 1989, estava no Sporting, era presidente Sousa Cintra, e assinou ao mesmo tempo pelo Benfica. Voltou atrás quando o Sporting dobrou a proposta do Benfica.
– Em 1995, estava ainda no Sporting quando assinou por dois clubes italianos ao mesmo tempo, Parma e JUventus. Ficou impedido pela Federação Italiana de Futebol de se inscrever em qualquer clube italiano durante dois anos.
– Ainda nesse ano, recusou a renovação pelo Sporting, razão pela qual, em fim de contrato, acabou por sair para o Barcelona por um valor irrisório.
– Em 1997, no rescaldo do «Caso Paula», pelo que se disse na altura, terá arremessado, no Hotel onde a Selecção estagiava, um saco de urina ao jornalista da SIC, Nuno Luz, que estivera envolvido na cobertura daquele execrável «Os Donos da Bola».
– Em 2000, idolatrado e reverenciado pelos adeptos do Barcelona e por toda uma região, a da Catalunha, assinou contrato com o Real de Madrid sem qualquer explicação, dando origem ao epíteto pelo qual é mais conhecido, o de «pesetero».
– Em 2001, quando foi eleito o Melhor Jogador do Mundo pela FIFA, fez o discurso da vitória em espanhol.
– Em 2006, já no Inter de Milão, festejou de forma efusiva e despropositada, no banco de suplentes, o golo do Inter de Milão contra o Sporting.
– Em 2007, anunciou que iria jogar na Arábia Saudita e chegou a ser apresentado em conferência de imprensa pelo clube saudita.
– Em 2008, disse que gostava de ter voltado ao Sporting, mas que nunca fora convidado.
– Em 2009, terminou a carreira colocando uma cabeleira de palhaço na cabeça.
– Depois de anunciar o fim da carreira, pondera continuar a jogar no próximo ano.

Nós, professores e educadores, apoiamos a CDU!*

O ataque aos direitos dos profissionais da educação em domínios como a carreira – onde se incluem aspectos como a avaliação do desempenho, a divisão dos docentes em categorias, os horários de trabalho ou a aposentação – e o regime de concursos que gerou mais desemprego, precarizou o emprego e tornou mais instável a profissão são apenas faces da política de direita que o Governo e a maioria absoluta que o sustenta têm vindo a desenvolver no âmbito de um ataque mais geral contra a Escola Pública. A imposição de um modelo de gestão que procura acabar com o que resta da democracia na direcção e organização das escolas, remetendo para plano secundário o interesse pedagógico, o reprovável ataque à escola inclusiva, a falta de investimento na acção social escolar, o encerramento de milhares de escolas e o mal disfarçado apoio crescente ao ensino privado, são outras tantas faces deste processo de desvalorização da Escola Pública.

É verdade que este caminho e estas políticas se iniciaram com anteriores governos do PS e do PSD, mas não é menos verdade que foi nesta legislatura que o ataque à Escola Pública e aos profissionais da educação foi mais brutal. Tal como nas anteriores, também nesta legislatura, os deputados eleitos pelas listas da CDU foram dos que mais se destacaram no combate àquelas políticas e mais iniciativas parlamentares promoveram no sentido de a inverterem. Carreira, gestão, concursos, municipalização, rede escolar, educação especial, acção social escolar são apenas algumas das áreas em que tais iniciativas tiveram lugar.

Só o prosseguimento da acção e da luta dos portugueses pode estancar e alterar o rumo das políticas educativas do governo do PS. Deste processo de luta fazem, naturalmente, parte os processos eleitorais que vão realizar-se em 2009, nomeadamente as eleições para o Parlamento Europeu – já em 7 de Junho próximo – e, posteriormente, para a Assembleia da República.

É neste quadro e com estes objectivos que, nas eleições para o Parlamento Europeu e Legislativas, apoiamos e apelamos aos colegas Professores e Educadores, a votarem na CDU.

Identificamos a CDU como espaço de participação, intervenção unitária e de garantia de uma política de verdade, sempre presente e solidária com a luta em defesa dos direitos e aspirações dos profissionais da educação. A CDU é expressão de uma alargada convergência democrática e alternativa aberta aos cidadãos inconformados com as políticas ruinosas e que confiam num país de progresso, liberdade e democracia.

Nós votamos CDU!

Adélia Goulart – EB 2/3 Gonçalves Zarco – Oeiras
Adelino Lopes – Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Adolfo Lopo – EB 2/3 Álvaro Velho
Agostinho Oliveira – EB 2/3 – Marinha Grande
Alexandre Loff – EB 1 – Vagos
Alice Grazina – EB 1 Álvaro Guerra – Vila Franca de Xira
Álvaro Couto – EB 2/3 Fitares – Sintra
Álvaro Figueiredo – EB Integrada de Oliveira de Frades – Viseu
Amália Valegas – Educadora de Infância Aposentada
Ana Lúcia Soeiro – Escola Secundária de Estarreja (Viseu)
Ana Margarida – Escola Secundária Gil Eanes – Lagos
Ana Páscoa – Escola Secundária – Linda-a-Velha
Ana Paula Camões Costa – Agrupamento de Escolas da Pampilhosa do Botão
Ana Paula Gonçalves – Escola Secundária Alfredo dos Reis Silveira
Ana Paula Pires – Educadora de Infância – Coimbra
Ana Paula Pires – Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Ana Sofia Clemente Gonçalves – EB 2/3 integrada – Monte da Caparica
Anabela Sotaia – Escola Secundária – Condeixa
António Caldeira – Professor Aposentado – Viseu
António Gomes – Escola Secundária Emídio Navarro – Viseu
António Gonçalves – Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Benvinda Semitela – Ensino Especial Agrupamento Escolas Grão Vasco – Viseu
Carla Marques – Agrupamento de Escolas de Alpendurada (Viseu)
Carlos Valentim – Escola Secundária José Saramago
Cátia Nery – EB 1/JI Rinchoa – Sintra
Celeste Duarte – Escola de Azarede – Montemor-o-Velho
Clara Teles – Professora Aposentada – Marinha Grande
Conceição Cabral – EB 2/3 António Sérgio – Sintra
Conceição Cuco – Escola Secundária Pedro Alexandrino – Odivelas
Conceição Miranda – Escola Secundária Seomara Costa Primo – Amadora
Eduardo Alfredo Reis Mota – Escola Secundária Jaime Cortesão
Elisabete Peres Pereira – EB 2/3 Padre Abílio Mendes – Barreiro
Elsa Pires – EB S. Fernão do Pó
Elvira Dias – EB 1. Dr. Joaquim de Barros – Paço de Arcos
Fátima Flores – Ensino Secundário – Anadia
Fátima Guimarães – EB 2/3 – S. João da Madeira
Fernando Gonçalves – EB 1 Marquês de Pombal – Vila Real de Santo António
Fernando Gorgulho – EB 2/3 Gaspar Correia – Loures
Francisco Almeida – Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique – Viseu
Francisco Gonçalves – EB 2/3 – Arouca
Francisco Martins – Escola Secundária – Silves
Francisco Queirós – Montemor-o-Velho
Francisco Santos – EB 2/3 José Cardoso Pires – Amadora
Graça Duarte – Educadora de Infância – Porto de Mós
Graça Silva – Educadora de Infância – Viseu
Graciete Oliveira – Ensino Secundário – Estarreja
Graciete Rocha – Educadora de Infância – Santa Comba Dão
Hélder dos Santos Reis – EB 1/JI da Moita
Hélder Rodrigues – Ensino Secundário – Castelo Branco
Helena Arcanjo – EB 1 – Coimbra
Helena Arcanjo Martins – Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Helena Brites – Educadora de Infância – Seia
Ilídio Dias – EB 2/3 e Secundária – Vila do Bispo
Irene Sá – Escola Secundária da Ramada – Odivelas
Irina Batista – Educadora de Infância – Albergaria-a-Velha
Isabel Melo – Escola Secundária Jaime Cortesão
Isabel Passos – EB 2/3 e Ensino Secundário – Aveiro
Isabel Tavares – F.O.S.R.D.I. – Centro Sagrada Família – Oeiras
Isaura Madeira – Agrupamento de Escolas de Penacova
Isaura Madeira – EB 2/3 – Penacova
Jacinta Vital – EB 1 JI Abóboda Nº2 – Cascais
João de Matos Louro – Professor Aposentado
João Louceiro – Agrupamento de Escolas da Pampilhosa do Botão
Joaquim Martins Gonçalves – Professor Aposentado
Joaquim Morais Ferreira – Professor Aposentado
Joaquim Páscoa – EB 1 – Évora
Joaquim Quatorze Ferreira – Escola Secundária de Nelas – Viseu
Jorge Lourido – Ensino Secundário – Évora
Jorge Osvaldo Dias Santos Gonçalves – EB 2/3 – Pinhal de Frades
José Bicho – Ensino Secundário – Évora
José Fontan – Escola Secundária Prof. Herculano de Carvalho – Lisboa
José Grachinha – EB 1/ JI Quinta da Condessa – Odivelas
José Manuel Vargas – Professor Aposentado – Lisboa
José Pinto – EB 1 – Covilhã
Laura Quintela – Professora Aposentada – Leiria
Lia Amaral – Escola Secundária Rainha D. Amélia – Lisboa
Luís Filipe Carvalho – EB 2/3 João de Deus – Cascais
Luís Jorge Xavier – Ensino Secundário – Évora
Luis Lobo – Agrupamento de Escolas da Lousã
Luís Palma – EB 1 nº 143 – Lisboa
Lurdes Santos – Educadora de Infância – Coimbra
Manuel Luís – Escola Secundária 3 – Santa Maria da Feira
Manuel Nobre – EB 2/3 – Beja
Manuel Rodrigues – Escola Secundária Alves Martins – Viseu
Manuela Lourenço – EB 1/JI Terra dos Arcos – Amadora
Manuela Máximo – EB 2/3 Maria Alberta Menéres – Sintra
Manuela Miranda – EB 2/3 João Gonçalves Zarco – Oeiras
Manuela Silva – EB 2/3 Fernando Pessoa – Santa Maria da Feira
Mara Andreia Gonçalves Figueiredo – EB 2/3 Soeiro Pereira Gomes – Laranjeiro
Margarida Fonseca – Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Margarida Leça – EB 2/3 D. Afonso Henriques – Guimarães
Ma
rg
arida Pereira EB 1 – Évora
Maria Antónia Fialho – Educadora de Infância – Évora
Maria da Conceição Crispim – Escola Secundária Sebastião da Gama – Setúbal
Maria da Fé Carvalho – EB 1 – Beja
Maria da Graça Pereira da Silva – Agrupamento de Escolas de Vouzela
Maria da Luz Almeida Sousa Ribeiro – Escola Secundária – Moita
Maria de Deus Repolho – EB 1 – Leiria
Maria de Fátima Moreira – Educadora de Infância na Educação Especial – Évora
Maria de Lourdes Hespanhol – EB 2/3 – Beja
Maria de Lurdes Santos – Agrupamento de Escolas da Pedrulha
Maria do Céu Borges – Educadora de Infância – Covilhã
Maria do Céu Figueiredo – EB 2/3 – Évora
Maria Eduarda Carmona – EB 1 nº 3
Maria Eduarda Rebelo – EB 1 – Évora
Maria João Quaresma – Professora Aposentada
Maria Julia dos Santos Freire – EB 2/3 e Secundária Manuel Cargaleiro
Maria Leonor Sevivas Alves Rio – EB 2/3 Nadir Afonso – Chaves
Maria Manuela Sousa Santos – EB 2/3 Navegador Rodrigues Soromenho
Maria Rosete Martins da Silva – EB 1 – Évora
Maria Teresa Homem Ferreira – Agrupamento Escolas de Santa Comba Dão
Maria Teresa Serôdio e Silva – Escola Secundária Emídio Navarro – Viseu
Mário David Soares – Escola Secundária de Carvalhos – Porto
Mário Nogueira – Agrupamento de Escolas Rainha Santa Isabel – Coimbra
Martim Sousa – Escola Secundária Emídio Navarro – Viseu
Miguel Alexandre Oliveira Duarte – EB 1/JI
Miguel Cunha – Escola Secundária – Tavira
Miguel Vieira – Actividades de Enriquecimento Curricular – Aveiro
Mónica Ramôa – EB 2/3 e Ensino Secundário – Penamacor
Nelson Delgado – EB 2/3 Escariz
Olinda Soeiro – Educadora de Infância – Beja
Paulo Gonçalves – Escola Secundária Henriques Nogueira – Torres Vedras
Pedro Vale – Escola Secundária de Mortágua
Ricardo Cardoso – EB 2/3 Fernando Pessoa – Santa Maria da Feira
Ricardo Mariano – Escola Secundária 3 Serafim Leite – S. João da Madeira
Ricardo Miguel – Externato Cooperativo – Benedita
Rita Magrinho – Professora Aposentada
Rogério Mota – Escola Secundária D. Diniz – Lisboa
Rosa Maria Vaz de Almeida – EB 1/JI Quinta das Inglesinhas
Rosário Barros – Escola Secundária Vergílio Ferreira – Lisboa
Rui Capão Andrade – EB 2/3 e Secundária Aquilino Ribeiro – Oeiras
Rui Cruz – Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva
Silvina Queirós – EB 2/3 Dr. João de Barros – Figueira da Foz
Sofia Monteiro – EB 2/3 – Guarda
Sofia Paula Porteiro – Agrupamento Vilar Formoso
Sónia Alves – Agrupamento de Escolas de Vila Nova de Paiva – Viseu
Susana Ferreira – Ensino Secundário – S. João da Madeira
Susana Matos – EB 1 da Boba – Amadora
Teresa Ferreira – EB 1 – Santa Comba Dão
Teresa Serôdio – Escola Secundária Viriato- Viseu
Vera Rodrigues – Escola Secundária da Ramada – Odivelas
Vítor Godinho – EB 2/3 e Ensino Secundário – Coimbra
Vítor Januário – Ensino Secundário – Albergaria-a-Velha
Vítor Manuel Godinho – Agrupamento de Escolas de Oleiros

* Recebido via mail. Este «post» não expressa qualquer posição pessoal relativamente às Eleições de Domingo.

A TV é Saloia

Por vezes tropeço no inexplicável. No entanto, a Saloia TV é algo que ultrapassa o inexplicável. No site é pedido que se divulgue. Quem sou eu para negar um pedido destes?! Só visto… eu já vi algumas vezes e ainda não acredito que seja a sério…

PS – Campanha negra

Lembram-se das sessões quinzenais na AR com o governo? Quando alguma pergunta aflorava, de mansinho, o caso Freeport, gritava o nosso primeiro. “O sr. deputado quer é falar no caso Freeport, não tem coragem, ou não sabe mais e quer atacar-me no caso Freeport!”
Havia como que uma “indulgência táctica” para não se falar do caso em plena AR. Que não há condenação em Tribunal, que são suspeitas malévolas, enfim, trata-se de uma campanha negra!
Mas as sondagens dizem que o PS está malzinho, pode mesmo perder as eleições europeias do próximo dia 7, e isso muda tudo.
Sócrates, Lopes da Mota? Nenhum se demitiu, prova que não se sentem culpados. Mas o Dias Loureiro e aquele “bando” do BPN, há dúvidas?
E agora já não são precisas condenações em tribunal para nada, “roubalheira” é o mínimo, grita o prof. Dr.de Coimbra, a fazer de conta que o assunto diz respeito à UE, esquecendo-se do Eurojust, esse sim, bem europeu!
Pois é, continuamos em plena campanha negra…

Cavaco e as acções da SLN

Só algumas breves notas relativamente ao caso das acções do Presidente da República.
Quanto ao facto de ele ter tido acções da SLN e de ter ganho dinheiro com elas numa altura em que não ocupava cargos políticos, nada contra. Nem legalmente, nem eticamente.
O mesmo já não direi do comunicado de Novembro. É verdade que, em rigor, ele não comprou acções do BPN e que, por isso, não está a mentir. Mas está a omitir que teve acções da SLN, o que não é assim tão diferente de mentir.
E o que me espanta mais é esta gente pensar que uma coisa destas não viria à tona mais cedo ou mais tarde. Tudo se sabe. Bastava ter dito: «Fui detentor de acções da SLN entre 2001 e 2003», e agora não precisava de passar por isto.
Por último, de registar a dignidade das reacções de Francisco Louçã e Jerónimo de Sousa, que recusaram o aproveitamento político desta situação.

Gays, boa forma de acabar com o PS

Raciocínio muito simples:
1. Deixem que todos os homens que queiram casar com homens, o façam…
2. Deixem que todas as mulheres que queiram casar com mulheres, o façam…
3. Deixem que todos os que queiram abortar, abortem sem limitações…
4. Em duas gerações, deixarão de existir socialistas.
Pois é, se calhar é preciso mesmo que haja procriação, homens e mulheres casados entre si, crianças…
O problema é que já há quem esteja de pé atrás com este súbito interesse do PS. Afinal, a discussão “fracturante” e o “movimento” estão a ser usados como arma política. Cinco dos dez primeiros apoiantes do “movimento” (expontâneo ?) são membros do PS e, coincidência das coincidências, concorrentes a deputados europeus nestas eleições nas listas do PS!
Os mentirosos apanham-se depressa. Mais depressa que a um coxo diz o nosso povo, que felizmente olha para isto tudo com o saber habitual. Não vai votar !
Eu ando aqui a tentar perceber porque é que o casamento desperta tanto interesse em certas pessoas muito amigas da comunidade gay.
Como ninguem me explica defendo o casamento que é uma célula muito importante da sociedade. Casamento que já foi o “inferno” para as mesmas pessoas que nunca o quiseram, mas que o defendem agora como o supra sumo da felicidade terrena!
E depois eu é que sou homofóbico! Talvez mude se o PS me der um lugarzinho nas listas para deputados. Parece que é assim que funciona, ali para o lado do Rato.