Pedro Abrunhosa, hoje, em Cerveira


É um momento ímpar. Podermos sonhar, fechar os olhos e levitar com as músicas do Pedro Abrunhosa. E tudo isto no cenário único de Vila Nova de Cerveira. É o «Cerveira ao Piano» em toda a sua pujança.
Estamos em ano de Bienal. Aventa-te e dá um salto à vila das Artes!

Comments

  1. Adalberto Mar says:

    Pois caros aventares, aqui estaria o PERFEITO ANÚNCIO (este) PARA ME fazer imediatamente desviar na auto estrada e/ou em alternativa ficar em casa! Se há algo que eu considero mataforicamente parolo e simbolicamente o meu antípoda pois isso é CERVEIRA! Só tem uma coisa boa, é uma praia de nudismo onde a polícia anda a cavalo atrás do pessoal que dá ao molhe nas dunas e na mata rasteira….É a única parte autêntica e de raça, e divertida, que valha a pena nesta pseudo-amostra cultural do mundo superior das terras de cerveira, que eu diria mais de CEGUEIRA!.. E digo isto aproveitando a bella, moderna e superior democracia que muitos apregoam que aqui se pratica, então eu aproveito e digo o que penso…Acho Cerveira uma seca total e àrido culturalmente, além de ser «NADA» e mais nada a acrescentar! Além disso, considero o Abrunhosa uma das suas mais tristes e ridículas metáforas, um símbolo de um Portugal que não me diz nada, duma pseudo intelectualice parola, pretensamente culta e cultivada com óculos (falta-te é ALTURA em tudo, não óculos!) chico-esperta, sim sim… com muito piano à mistura e tudo , comme il faut, e muitos narizes do PS-Cinzento, de alguma parte do BE com que não me identifico, uma pitada de CDS e un petit rien de PSD-Grande Família, e de um clima que convida ao xanax e ao tryptizol (duas caixas se faz favor).P.S. Convidem o Luís, talvez haja gajas disponíveis (mesmo que sejam daquelas com garfo engolido na gargante) para serem cortejadas (não esquartejadas, mas sim..cortejadas)..mas tão só..cortejadas, e mais nada! Porque ele gosta de gajas e respeita-as como ninguém! Por isso só as corteja!PS: Não há pachorra há muito tempo já, para a Bienal, BI é BOM mas noutras coisas não na (BI)(e)anal de Cerveira mas noutras terras!


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