O drama de ser portista


Hoje em dia, ser portista é um drama, da mesma forma que, acredito, em tempos também foi um drama ser benfiquista.
O problema é que as vitórias e os troféus sucedem-se a um ritmo avassalador. Já não há tempo para saborear as conquistas, para chorar de emoção, para agradecer a quem nos dá tanta felicidade. Uma felicidade que, por se ter tornado rotineira, relativizou-se. Quando são sofridas, as vitórias sabem melhor.
O último Domingo é o melhor exemplo do que acabo de afirmar. Ante a conquista de mais uma Supertaça, fiquei contente. Apenas isso. Encolhi os ombros, disse «mais uma» para mim próprio e rapidamente comecei a pensar noutra coisa.
Felizmente, na véspera, o Benfica conquistara a «Eusebio Cup» e, aí sim, viram-se festejos a sério, dignos do maior espectáculo do mundo que é o futebol. Pessoas que roíam as unhas e deitavam as mãos à cabeça, outras que se abraçavam de forma esfusiante, enfim, festejos de alguém que parecia ter ganho a Liga dos Campeões. São momentos como esses que me fazem acreditar na beleza de um desporto que nunca há-de cair na rotina e na monotonia, por mais que os de azul e branco teimem em não me fazer a vontade.

Comments


  1. ehehehehehehehheheheheh.hihihihihihihihihihihihihihihihihi.ahahahahahahahahahahahah.GANDA POSTA, ehehehehehehe.

  2. Luis Moreira says:

    Divirtam-se que está por pouco, andrades…


  3. […] a um ritmo avassalador. Já não há tempo para saborear as conquistas, … fique por dentro clique aqui. Fonte: […]