O debate Jerónimo de Sousa – Manuela Ferreira Leite. Raios te partam, camarada Jerónimo!

E pronto. Terminou a participação de Jerónimo de Sousa nos debates das Legislativas. Nem com o impulso dado pela Festa do Avante; nem com o Red Bull; nem com uma divorciada jeitosa à sua frente. Jerónimo de Sousa nunca arribou e foi sempre do mais sensaborão e entediante que se possa imaginar.
Hoje também. Falou-se de política e falou-se de economia. As regras foram cumpridas, como são sempre que o primeiro-ministro não está presente. As diferenças ideológicas ficaram bem vincadas, mas Jerónimo devia ter respondido quando Manuela Ferreira Leite, demagogicamente, disse que os impostos sobre as empresas já estavam muito altos, esquecendo que era dos Bancos que se falava, e que os Bancos continuam a pagar menos impostos do que as Pequenas e Médias Empresas.
Raios te partam, camarada Jerónimo. O que te vale é, mesmo depois das tuas tristes prestações, vou continuar a votar em ti.

Comments


  1. “O que te vale é, mesmo depois das tuas tristes prestações, vou continuar a votar em ti”. O Jerónimo agradece, ehehehehehehehe.

  2. AlbinoCosta says:

    Opinião, cada um tem a sua e mais vale ter opinião formada do que não a ter. Eu também tenho a minha opinião e, curiosamente ou não, é substâncialmente diferente da opinião do autor. Eu sou dos que aprecia a prestação séria, educada e com um certo ar diplomático que é (foi) caracteristica do Jerónimo de Sousa nos debates em que participou. Claro que lhe faltou dizer muita coisa ou, como ele disse, ficou com água na boca, precisava de mais tempo. Quem não precisaria? Na minha modesta opinião o Jerónimo de Sousa teve uma excelente prestação. Os meus parabéns

  3. Carlos Ruão says:

    caro ricardo, concordo com a análise. apenas um breve comentário ao final do debate com jerónimo de sousa a coibir-se de atacar o défice democrático na madeira (vá-se lá saber porquê) – dizendo que andava à vontade nas ruas da madeira com militantes e simpatizantes – e a manelita a dar exemplos de como certas gentes da burguesia estavam a ser apertadas pelo polvo socrático no «contenente». hilariante, meu caro watson!