O Zé faz falta

José Manuel Fernandes vai deixar o «Público», da mesma forma que José Eduardo Moniz deixou a TVI. As vozes incómodas devem ser caladas, por ajuste directo ou por negociação, e é assim que deve ser. José Sócrates «dixit».
E tal como na TVI o jornalismo de investigação morreu, também no «Público» jornalistas como José António Cerejo devem ter os dias contados.
Engraçado, são sempre Zés. São sempre Zés mas atenção, não os ponham a todos dentro do mesmo saco. José António Cerejo é um profissional muito sério, tem feito investigação de grande qualidade. Os outros dois Zés são estrategas do jornalismo. Vogam ao sabor dos interesses políticos e, neste momento, eram vozes incómodas para o poder. O outro Zé, bem, o outro Zé é o primeiro-ministro.

Comments

  1. Belina Moura says:

    Zés há muitos meu palerma, já diziam no filme. Ah, eram chapéus! Sorry…

  2. João Sousa says:

    E o outro Zé, na primeira oportunidade, “uniu-se de facto” com o Costa em Lisboa.

  3. Belina Moura says:

    Mas não aceitou casar, preferiu a “união de facto” sem as (des)regalias legais do casamento.