A Académica e o chicote do tetra-arguido

O presidente da Académica, José Eduardo Simões, anunciou, (…), a rescisão por mútuo acordo com Rogério Gonçalves, treinador da equipa de futebol, após a derrota do clube de Coimbra por 4-2, na recepção ao Marítimo.

O tetra-arguido José Eduardo Simões, que preside a uma espécie de Organismo Autónomo do meu clube de criação, livrou-se de mais um treinador que escolheu por sua conta e risco (ficando sem director desportivo por causa disso) e o tal organismo não se livra dele.

Não sei se meto isto nas autárquicas se no futebol.

Explico: JES foi simultâneamente presidente da Académica-OAF e Director do Departamento da Câmara que trata dos prédios. Alguns cresceram em andares, e é acusado de cobrar em donativos para o clube outros favores a empreiteiros, transformados em benfeitores da Académica.

Duvido que JES seja julgado na terra, o seu advogado, que  encabeça uma lista à Assembleia Municipal onde promete denunciar a corrupção,  tem adiado as coisas com competência a caminho da prescrição final, donde continuaremos a presumir JES como inocente.

Por via das dúvidas fica na categoria de eleições – o  Presidente Encarnação que o manteve a mandar nas urbanizações e obras depois de ganhar as eleições na Académica-OAF ainda se recandidata –   e no futaventar.

Eu bem vos percebo, colegas aventadores, quando não metem tags, etiquetas ou lá o que isso é.

Por vezes um homem não sabe para onde se deve virar.

Comments

  1. Luis Moreira says:

    Esse tetra arguido sabe demais, ninguem lhe vai à mão. Nem sequer está no caso CTT, aí em Coimbra, só isso é um poder imenso, sabendo-se quem são os arguidos.

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