Anedota de portugueses: A cremação do Manel

Manel, português, desde criança era amigo de Fernando, brasileiro. Em uma viagem de Manel à sua terra natal, sofreu um infarte e morreu. Fernando fica sabendo e decide ir ao funeral de seu amigo. Ao chegar ao lugar onde estavam velando o corpo, Fernando nota que ao lado do caixão se encontrava uma bacia enorme, cheia de creme facial e hidratante, e o mais curioso é que os amigos, que iam dar os pêsames à viúva, que se encontrava sentada ao lado da bacia de cremes, introduziam a mão dentro da bacia e massajavam o corpo de Manel. Fernando, por respeito, decide fazer o mesmo, mas foi tanta sua curiosidade que se aproximou cuidadosamente da viúva e em voz baixa lhe perguntou:
– Por que todos estão passando creme em Manuel? Foi por algum pedido dele em vida? Ou é uma tradição?
A viúva, dirigindo-lhe o olhar cheio de tristeza, lhe respondeu:
– Mas ora pois, pois! Então tu não sabes que o Manel pediu para ser cremado?

via http://br.answers.yahoo.com

Comments

  1. maria monteiro says:

    o uso do creme na cremAção : -)

  2. maria monteiro says:

    também podia ser bronzeador solar… aí protecção 60…


  3. Que pena a piada não ter piada. Se tivesse seria engraçada.


  4. «Às piadas de pôrtugueis» só os brasileiros mais estúpidos acham piada. Sendo provenientes das camadas burguesas da sociedade brasileira, que vivem melhor do que a generalidade dos europeus e que desprezam os portugueses, principalmente os que emigraram para fugir da miséria em Portugal. Depois, essas anedotas imbecis da gente rica, por um fenómeno de mimetismo, são contadas também pelos brasileiros analfabetos e miseráveis (afinal a grande maioria da população brasileira). Mas insisto, não devemos esquecer os muitos brasileiros que amam Portugal e nos respeitam. Não generalizemos.


  5. Francamente, tentei rir e não consegui.Depois, tentei sorrir, e também não consegui.Ensaiei um esgar, mas mesmo esse não surtiu qualquer efeito em mim.Acabei por concluir que a piada não tem piada. É uma pena, por certo se deverá à minha falta de sentido de humor.