A magnífica cultura da diferença

Como o Ricardo Pinto recomenda que não escrevamos textos que não sejam apenas da nossa autoria, interrompo o que vinha a transcrever. Limitar-me-ei a textos meus que não ultrapassem as 20 ou 30 linhas.

Assim sendo, aqui vai uma pequena reflexão, após ter lido o bonito texto da Carla.

 

A avaliação de um ser humano, em todas as vertentes da sua vida, a sua natureza, o seu humanismo, o seu comportamento, a sua ética de vida, a sua actividade profissional, a sua relação com os outros, as suas capacidades, profissionais, literárias, artísticas etc. é uma avaliação profundamente subjectiva. Com efeito, cada um de nós é fruto de uma estruturação completamente diferente. Os caminhos da vida de cada um de nós foram e são diferentes, as emoções, os sentimentos e as vivências de cada um de nós nem sempre levam a que a nossa visão do mundo e das coisas seja idêntica. Há virtudes para uns que o não são para outros. Há verdades para uns que o não são para outros. E a vida é, ao fim e ao cabo, toda esta magnífica cultura da diferença.

 

Comments


  1. agora fizeste-me lembrar uma frase do filme “A Regra do Jogo”, que dizia qualquer coisa como isto: “O drama desta vida é que todos têm as suas razões”.

  2. Kafka says:

    Há diferenças e diferenças, olha o Calendário atrás e tens uma diferença “respeitável”!