“Penso que há um caminho para a ciência ou para a
filsosofia: encontrar um problema, ver a sua beleza
e apaixionar-se por ele; casar e viver feliz com ele
até que a morte vos separe – a não ser que encontrem
um outro problema ainda mais fascinante, ou, evidente-
mente, a não ser que obtenham uma solução. Mas mesmo
que obtenham uma solução, poderão então descobrir, para
vosso deleite, a existência de toda uma familia de problemas-
filhos, encantadores ainda que talvez difíceis, para cujo
bem-estar poderão trabalhar, com um sentido, até ao fim
dos vossos dias. Sir Karl R. Popper
Escutem as músicas e esqueçam por alguns minutos a “Face Oculta”. Ela, isto é, os problemas que se amontoam, não vão fugir. Estarão à espera da vossa acção para resolvê-los. Não para mastigar e remastigá-los vezes sem fim. O saudoso Sir Karl Popper – e não só ele – aponta o caminho genérico. Sim, apaixonem-se pela “beleza” dos problemas a resolver. E lembrem-se: O homem cresce com a resistência.
Não “estou sendo irônico”.
P.S. E depois dizem que os germânicos são muito secos e apagados e que só os “latinizados” têm temperamento. Aqui sim “estou sendo irônico”.






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