
E eu associo-me, via Aventar, a este importante momento da história de Portugal.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.

E eu associo-me, via Aventar, a este importante momento da história de Portugal.
[…] This post was mentioned on Twitter by Blogue Aventar. Blogue Aventar said: Faltam 19 dias para a visita do Papa a Portugal: E eu associo-me, via Aventar, a este importante momento da histó… http://bit.ly/97nelT […]

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Porque é que a visita deste chefe de Estado estrangeiro dá direito a tolerância de ponto?
Presume-se, se considerarmos a vírgula um grafismo mais pornográfico, que seja conveniente o ponto.
A conversa é sempre a mesma. Arranjem comentários novos.
Quando veio cá o Presidente da China, ninguém piou.
pois é verdade… estamos a falar do presidente do Vaticano
“O valor das coisas não está no tempo em que elas duram, mas na intensidade com que acontecem.
Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”
(Fernando Pessoa)
Há pessoas incomparáveis caro Nuno Resende…. quem vem como peregrino e quem vem … de visita
Chegou o beato.
ninguém piou… pois não
“Aquele que faz e promove o bem cultiva o seu próprio êxito” (Provérbio chinês)
Olhe Ricardo, com todo o respeito que tenho por si, apesar de não o conhecer, vou dizer-lhe o seguinte: o senhor é um ordinário malcriado. Alguma vez vim para aqui insultá-lo? Tenho a minha opinião, muito orgulho nela e, sobretudo, de andar sempre de cara destapada. Assino sempre o meu nome, respondo pelos meus actos e pode crer que não está a falar com um destes voyeurs que assinam posts com nomes fictícios. Eu não sei que formação terá, mas tenho pena que acha alguém dependente de si para o que quer que seja, dado não só o teor faccioso, reaccionário e violento das bocas que manda por aqui, mas por esta que me mandou a mim, chamando-me beato, com certeza em tom pejorativo. Devolvo-lhe o insulto, porque a soez do que escreve e o ódio que destila são as melhores e maiores características do seu cartão de visita.
Caro Nuno, não houve intenção de o magoar. Eu tambem não escrevo contra a visita do Papa ao nosso país. Temos que respeitar os milhões de portugueses que professam o catolicismo. Acho mesmo, aqui só para nós, que o aventar está a esquecer esses milhões de Portugueses nos quais eu me incluo.
Muito obrigado.
Boa comparação Nuno. Dois chefes de estado de duas ditaduras, que Portugal não devia receber.
Mas só este é que teve direito a tolerância de ponto.
Segundo essa lógica de ideias, só me dá razão, então. Mas eu, que participei nas manifestações a favor de Sua Santidade Dalai Lama, não me lembro de ver/ouvir quem fosse contra o recebimento do Presidente Chinês e poucos foram aqueles que abriram a boca para defender o líder religioso e político do Tibete.
Ó Luís, eu fui insultado de tudo pelo Nuno só porque lhe chamei beato e tu ainda estás a justificar-te em nome do Aventar?
E eu acho mesmo, aqui para nós, que estou a esquecer constantemente milhões de católicos da mesma forma que tu estás a esquecer constantemente milhares de professores deste país.
«Mas eu, que participei nas manifestações a favor de Sua Santidade Dalai Lama, não me lembro de ver/ouvir quem fosse contra o recebimento do Presidente Chinês e poucos foram aqueles que abriram a boca para defender o líder religioso e político do Tibete.»
Lamento, Nuno, mas nessa altura não existia Aventar.
Ah o Ricardo é professor? lamento…
Também eu.
Bem, e de resto sugiro a leitura do texto hoje dado à estampa no Público, da autoria de Esther Mucznik, da Comunidade Judaica Portuguesa que me pareçe resumir bem aquilo com que lidamos (nós, humanidade em geral):
«Não sou católica, mas vejo com preocupação a fragilização de uma instituição que é um dos pilares daquilo a que execramos chamar «civilização ocidental». Porque há vazios e o regresso da barbárie é sempre possível.»
I rest my case.
Por acaso, sou da opinião de que a Igreja Católica é responsável por grande parte dos actuais males da sociedade ocidental – e isto é apenas a minha opinião, não é falta de respeito por quem quer que seja.
Por acaso escrevi pouco sobre esse assunto no meu blogue, mas escrevi.
Não gosto mesmo nada da ditadura chinesa. O Dalai Lama, uma coisa feudal em forma de relações públicas, também não aprecio.
Amigo Nuno, quem você foi escolher como referência!!! Esther Mucznik!!!
Amigo Luis Moreira, nada tenho com o facto de milhões de portugueses quererem o papa, número do qual muito duvido. Nunca deixei de respeitar as crenças de quem quer que seja. Todavia, isso não me impede, pessoalmente, dentro do que tenho escrito, de me me revoltar contra a visita de um Senhor que é o representante de uma instituição altamente criminosa e delinquente, cujos crimes sociais, religiosos, políticos e económico-financeiros, praticados desde há séculos até hoje, a coberto de uma monumental hipocrisia e de uma podre e falsa santidade, estão por demais descritos e por demais provados à saciedade.