Seis candidatos, seis retratos sem lápis, uma campanha presidencial em caricaturas.
![]() |
![]() |
![]() |
| Cavaco Silva | Francisco Lopes | Fernando Nobre |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
| Defensor Moura | Manuel Alegre | José Manuel Coelho | Cavaco vs. Alegre |
Texto e revisão por João José Cardoso
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
Seis candidatos, seis retratos sem lápis, uma campanha presidencial em caricaturas.
![]() |
![]() |
![]() |
| Cavaco Silva | Francisco Lopes | Fernando Nobre |
![]() |
![]() |
![]() |
![]() |
| Defensor Moura | Manuel Alegre | José Manuel Coelho | Cavaco vs. Alegre |
Texto e revisão por João José Cardoso

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Descobri na passada terça-feira que este vídeo deveria ter saído no dia 22 de Setembro de 2024, às 23h30. Pronto, ei-lo.

The Guardian. O que interessa é a arte, a arte, a arte!

(Foto de Francis Goodman/Getty Images)
Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
Subscribe now to keep reading and get access to the full archive.
Acho optimo.Uns ficam condecorados, outros candicaricaturados.
Gostos tanto de todos é dificil a escolha!!
É porque os candidatos são de inegável nível. Também acho difícil optar. Tenderá a minha opção para quem passa um mandato feito de frases enigmáticas e sem consequência? Ou será mais para quem fez parte da maioria de apoio do governo e que agora diz defender o mesmo Estado que tem sido delapidado por essa governação? Sei lá. Parece-me que gosto do que se diz apolítico e, afinal, faz política. E também de quem leva a eleição a brincar mas não muito, metendo coisas sérias pelo meio. Finalmente, não posso deixar de me sentir embalado por outros que fazem parte da maioria governativa e, mesmo assim, sugerem discordância e de quem faz questão em manter um discurso que embala mas com base em modelos que foram caindo.
Uma animação, portanto.