Revolution Solution (2)


Banda sonora original… para os dias do Fim…”… escrevi há quase um ano.

Insisto na Solução. Revolução (mas desta vez sem a paneleirice das flores no cano das espingardas).

Comments


  1. O senhor podia identificar-se por favor?

    Este post configura incitamento a acto terrorista, crime punível com pena de prisão de 2 a 5 anos. Por favor seja conformista. Não há nada para comentar.


  2. Dario, mas que “paneleirice” estás tu a falar? Tu não deves ter noção nenhuma do que se passou nem no 25 de Abril de 1974, nem agora. Ou entao estás a deixar a raiva falar mais alto. Digo que não tens noção, porque ainda não percebeste que do outro lado, por muito odiosos que sejam (e são!), continuam a ser seres humanos. Quase tão mau como a falta de empatia, é também não teres percebido que, the powers that be (já que gostas de inglês), estão mortinhos para que haja apelos a violência, já que assim poderão usar todos esses “brinquedos” que compram com o nosso dinheiro, alem de ser uma batalha perdida desde o inicio, até porque duvido muito que (seja quem for que o intente) vá ter sucesso onde a Rote Armee Fraktion, Black Panther Party, Brigate Rosse, ETA ou o IRA falharam. Sabes o que foi a Operação Gladio?? Imagina o que seria defrontar todos os branchs da policia anti terrorista americana e europeia, já para nem falar nos mass media, onde iriam ser trucidados. Nao há outra maneira que não seja por uma via pacifica, com apelo a razão e a mudança de mentalidades. Luta pacificamente contra as campanhas de relações publicas, de desinformação, os artigos de jornal em que “querem partir a espinha aos sindicatos”, a corrupção e o enriquecimento ilícito e compadrio…Também admiro muito o Che Guevara e o Sub Comandante Marcos, mas sei reconhecer que os tempos e os locais são outros.


    • Os nazis também eram seres humanos, com família em casa à espera, assim como os gaseados de Auschwitiz. Somos todos seres humanos, apenas o direito a alguma decência não assiste a todos!

      De resto, nem sou belicista, a única arma que conheço é a fisga e nem fui sequer para a tropa. O problemas das armas nas “revoluções”, como dizem que foi Abril, é terem uma tendência para falhar os alvos. E, como bem sabemos, os “alvos” de Abril ficaram muito bem na vida (afinal, também são seres humanos).

      De resto, a história ensina-nos uma coisa: nenhuma mãe vai deixar a criança passar fome sem antes dar luta. E um povo com fome é como um gato encurralado.

      E Jim Morrison também cantava “They’ve got the guns, we’ve got the numbers”.
      O que pode ter várias interpretações.