Erro do Comité Central

A cavalgada do Comité Central está mais forte do que se pensava!

O Camarada Arménio vem com a força TODA! Depois dos 300 mil, outra GREVE GERAL!

Um ERRO!

Um ERRO!

Esta era hora de ir aos locais onde está quem trabalha, ir de encontro a quem está desempregado para perceber que caminho deseja o povo! O que se ouve de quem trabalha não é o mesmo que se ouve de quem, às vezes, diz que fala em nome dos que trabalham.

Não entendo esta decisão! Não a respeito!

Comments


  1. Greves à 4ª feira, cambada de reaccionários pieguinhas.

  2. João says:

    Mais um que anda completamente distraido.Por acaso não costuma ver os telejornais? se o fizesse Arménio Carlos tem diariamente ido ao ncontro de quem trabalha e de quem está desempregado e talvezem resultado disso mesmo a marcação desta greve geral. No minimo, alguém inteligente, procurava antes de dizer disparates, obter informações
    .”Não entendo esta decisão! Não a respeito!”Pporquê a UGT não concorda e não deu autorização? Curiosa esta opinião, de quem num anterior post se manifestou contra a mobilidade, num momento em que se anuncia mobilidade forçada. Continuem a traír os trabalhadores na Concertação.Talvez um dia tenham de pagar isso e com juros.


  3. As greves gerais não se podem tornar uma vulgaridade. Num momento em que existe uma enorme pressão fiscal, em que os números do desemprego são os maiores de sempre, em que tanto no privado como no público os trabalhadores estão a sofrer actos de intimidação, a greve parece fazer todo o sentido. Mas, não duvidem, a generalidade os trabalhadores não são imunes à pressão, nem podem dispensar um dia de salário. O que parece uma boa ideia será um enorme fiasco. A pressão é para ser exercida nos locais de trabalho e não com greves gerais a torto e a direito, Ao convocar esta grave a CGTP sairá, posteriormente, e face aos “maus números” enfraquecida. Mesmo que inadvertidamente está a fazer o jogo do inimigo.

  4. João Paulo says:

    Meu caro João, não vá pelo caminho mais fácil! A questão não é saber se a GREVE é justa ou injusta. Pela justiça da luta, faríamos GREVES GERAIS todos os dias até estes bandalhos deixarem o governo. Não é esse o ponto! A questão é saber: a GREVE serve a quem e para quê? Vai ser feita por quem? Com que objectivos. Se conseguir responder a estas perguntas de forma satisfatória sem que me diga apenas que os militantes que a decidiram… Retiro o que antes escrevi…

  5. joão says:

    Sr. João Paulo,quanto á questão de ” a GREVE serve a quem e para quê? Vai ser feita por quem? Com que objectivos” não merece resposta, como penso que é professor tinha obrigação de estar mais esclarecido. Não esquece que forma,ensinando, novas pessoas. Ou também se inclui naquele grupo que muitos acusam de ter ido para o ensino porque não conseguiram mais nada. Militantes, mas quais militantes? faz alguma ideia da militancia ,ou não, politica dos sindicalizados em sindicatos da CGTP? Ou para si os sindicalizados são militantes do PC e do BE? é que se assim fosse com o nº de sindicalizados na CGTP, estes partidos já estariam no poder. Acho graça falar em greve justa ou injusta parte do pressuposto que há greves injustas, consegue dar-me um exemplo? Sabia por acaso que as lutas dos sindicatos também contribuiram para que você agora possa dizer coisas como “até estes bandalhos deixarem o governo” é que eu sou do tempo em que isto não podia ser dito. Em que setrabalhava 10h de segunda a Sábado incluso. Em que eramos despedidos na hora e nem recebiamos o que já teriamos ganho até esse momento. Mas não, provavelmente você será mais um daqueles que nascidos depois do 25 de abril, num país bem melhor ,nem querem saber que estamos de novo a caminhar para esse tempo. Alguns até já ouviram falar de 25 de Abril, mas não fazem ideia do que foi, e respondem talvez a fundação do Benfica.

    • João Paulo says:

      Caramba, será possível usar argumentos? O que é que isso interessa para o caso! Repito: uma GREVE nesta altura é um erro porque: 1) Não vai ser feita por quem a tinha que fazer (os trabalhadores) 2) Logo, retira força a quem a promove. Os restantes argumentos não interessam para o caso, nomeadamente a data de nascimento, o Benfica, o tempo que faz hoje ou a ementa da cantina… Pergunta simples: na sua opinião o que vai ser conseguido com esta greve? Acha que os trabalhadores vão aderir?

  6. marai celeste ramos says:

    São trabalhadores sempre enganados, mas não são burros e creio bem que não querem mais graves agora, pois que até os governantes esperam isso e tudo se virará, mais e mais, contra eles trabalhadores – os tempos já não são o que eram até na forma e ocasião de se fazer greve, que tem de ser alterada para ser de facto eficaz – Com estes governantes os trabalhadores são, mais do que nunca, DESPREZADOS (até os mandam emigar e a rir cinicamente ou que se não estão bem que se mudem – Agora a greve que sempre se fez até aqui da forma que se fez, já não é arma – mas sim é faca de dois gumes) – Com estes governantes que governam sem nós e contra nós – agora não é com greves habituais – é de parar para repensar – fazer o que sempre se fez já não dá – já não dá por mais que me custe pensar assim – este tipo de governante que nem em tempo de salazar havia, nem são pessoas normais – Mas nem sei, ainda, como os denominar – Não há adjectivo qualificativo possível – ao fim de 7 meses apenas enterrou o pais que pode de facto estar, bem cêdo, pior do que a Grécia que nem de modelo serve para nós, que temos a mania se ser originais (e SOMOS) Nada é como era nem como o previsto nem taambem como o “directório” cedeu a dizer que não somos como a Grécia” que, também eles mudaram de estratégia mesmo que dêm tranchesinhas aos pingos. E a fazer a habitual greve agora, é como usar um canhangulo de madeira contra a espada de aço e bem afiada, de “Samurai” – e contra os quais os trabalhadores se querem confrontar, que posso denominar de samurais pelo tipo de arma, mas ESTES samurais ” não cometem “araquiri” que é para homens de honra e honra nunca tiveram – basta olhá-los nos “sorrisos” que fazem e nem é preciso ouvir-lhes a “palavra” que em tais bocas é OFENSIVA, sempre

  7. mortalha says:

    os trabalhadores deviam aderir para pressionar o gaspar a remover este garrote financeiro à economia. pode ser q ainda se salve os subsidios de natal e de férias dos privados, pois não tarda também vão ser usurpados

  8. Isabel Pires says:

    Pelo aqui li nos comentários parece que não sabem o que é um sindicato, mas na minha perspectiva vou explicar: é uma organização de trabalhadores que escolhe representantes para cumprir os seus objectivos e lutas laborais.
    O novo SG da CGTP, na “grande manifestação” do Terreiro do Paço, (está entre comas, porque quando foi a grande manifestação dos professores eu estava na organização e tivemos que despejar o T do Paço para entrarem mais 50 mil…) anunciou uma greve para uma Greve que ele determinou a data imposta aos trabalhadores e sindicatos associados.
    Para os sindicatos dos professores é um desastre pois os media vão dizer que os professores entram de férias 2 dias mais cedo, porque logo a seguir começam as férias dos alunos!
    Para os trabalhadores que têm diariamente o seu posto de trabalho posto em causa, amedrontados pela fome e pobreza e o espectro do desemprego.
    Um povo que para ganhar o ordenado mínimo tem que pagar um passe de 130€ e se não for trabalhar lhe descontam o dia?
    Mas que Central Sindical é esta que impõe uma greve numa altura e data sem consultar os sindicatos seus filiados e os trabalhadores? Também são patrões?

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  1. […] haver muito pouco (nenhum!) cuidado em ouvir quem trabalha. Alguém decide, marca-se e ponto final! Um erro porque leva a única organização de trabalhadores do nosso país para um canto que não é o […]


  2. […] Esta capacidade de distinguir o sindical do partidário deveria existir nos dois sentidos, mas manifestamente, nem sempre é assim. […]

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