P. Vaz

Durante toda a semana.
Para proteger as obras da barragem de Foz Tua de 100 campistas/manifestantes, o Estado português enviou, por obséquio, pelo menos 34 agentes da autoridade. Ontem juntaram-se dois cães…
Há assim tanto a esconder?



Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
P. Vaz

Durante toda a semana.
Para proteger as obras da barragem de Foz Tua de 100 campistas/manifestantes, o Estado português enviou, por obséquio, pelo menos 34 agentes da autoridade. Ontem juntaram-se dois cães…
Há assim tanto a esconder?




Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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Já para não referir o facto de terem passado toda a semana a expiar o acampamento, e de nos terem seguido durante a caminhada da manhã de ontem, já com os cãezinhos de guarda!! vergonhoso!
Como garante o primeiro ministro… CUSTE O QUE CUSTAR… os amigos da cor, mexias e catrogas, da EDP levarão a melhor nem que tenha de se mandar a policia… Isto é colonialismo, da nossa paisagem, puro. LAMENTÁVEL! isto não devia acontecer numa Europa civilizada (?)
VERGONHA….
enquanto os transmontanos tipo Passos Coelho , Sócrates e Varas expoliam e enviam os cães e polícias para defender os MEXIAS no que é dos outros e a EDC (electricidade da China), os seus comparsas roubam os idosos transmontanos e … nem policias existem …
a não ser para obrigar, compulsivamente, os ” velhos” a gastar o dinheiro que pediram emprestado ; depois de terem ficado sem nada, a irem à esquadra distrital anular a queixa..
mas entramos na guerra dos senhores da guerra.. e estas bestas serão os primeiros a sentir na pele a sua ganacia e estupidez … assim manda a HISTORIA
para que servem as barragens e principalmente se não houver agua para as encher?!
Vejo muitos cães, mas só um polícia.
ó Mário, olha que a Cristas se calhar também anda a rezar por chuva para as barragens.
Vais ver, em vez de chuva, vem mais granizo 🙂
enfim… para que serve a Trás-os-Montes eleger 6 vezes mais deputados por habitante que Lisboa?
Olá Tito
os deputados de tras os montes são primos e afilhados dos que lá estão .. servem para os bajular e lhes levar as riquezas de bandeja
anraço para ti e para todos os amigos que, aí em França , continuam a apoiar a luta pelo Tua e pela dignidade deste país…
Não te esqueças dos jesuitas!
Espero que a lei não seja só papel e que os políticos sejam os primeiros obrigados a cumprir (prisão para quem der informações erróneas ás finanças)!
Devia ser proibido candidatos para cargos públicos que representem uma região sem ter conhecimento do que representam(deputados), Esses mesmos políticos só se candidatavam tendo comprovado que não tinham cadastro ou envolvimento em falcatruas.
Quem é que manda? De certeza não foi ninguém da região, mas sim o conluio entre a EDP e correlegionários que mais tarde obtêm benesses.
Se fosse para busca ou apoio em alguma emergência de certeza nem havia gasóleo nem viaturas para o transporte das forças policias: