“O soro da verdade da Cristas dava jeito era no CDS, para sabermos o que é que aconteceu aos submarinos.” Bruno Nogueira, no seu novo programa Mata-bicho.
E já agora, para sabermos quem é o Jacinto Leite Capelo Rego.
Expor ao vento. Arejar. Segurar pelas ventas. Farejar, pressentir, suspeitar. Chegar.
“O soro da verdade da Cristas dava jeito era no CDS, para sabermos o que é que aconteceu aos submarinos.” Bruno Nogueira, no seu novo programa Mata-bicho.
E já agora, para sabermos quem é o Jacinto Leite Capelo Rego.

Um longo monólogo, com muitos gestos e fundo musical E o colega com bichinhos carpinteiros. As perguntas que já não se fazem, colocam-se. Uma confusão de pessoas e de nomes. No afã de interromper e de falar por cima, quase saía um cinquenta por cento, em vez de trinta.

O governo da República Portuguesa publica uma nota sobre Educação utilizando uma fotografia de um suposto professor em suposto ambiente de suposta sala de aula com um quadro e giz.
Há quantas décadas desapareceram os quadros e giz das salas de aula na república portuguesa…?
Efectivamente, na KEXP.
Por acaso, já agora… Um dia, estava eu no Castle Howard, a recordar, reviver e revisitar, mas num ambiente pop, quando me apareceram de surpresa. Amanhã, em Bruxelas, voltarei a vê-los e ouvi-los. Com novidades, anunciadas há meses por Alexis Petridis, como “alien offshoot mushroom, going the gym to get slim“, “my dream house is a negative space of rock” ou “when I was a child I wanted to be a horse, eating onions, carrots, celery“. Em princípio, será isto. Veremos.

Segundo EUA e Israel, o Irão está militarmente obliterado. Na realidade, há mísseis iranianos a atingir localidades de Israel (que tem das melhores defesas aéreas do mundo), além da península arábica.
Falta pouco para Trump dizer que acaba esta guerra com um telefonema.
Subida exponencial do preço do petróleo, aumento da inflação e das taxas de juro, perda de poder de compra, perigo de incumprimento nos créditos bancários, tudo em ambiente de forte especulação e de bolha imobiliária. Onde é que eu já vi isto?!
diz Santana Lopes. Pois. Mas só uma pessoa escreveu «agora “facto” é igual a fato (de roupa)». Uma.
Vinícius Jr. “incluiu a Seleção Nacional no lote de favoritos à conquista do Mundial 2026“. Lembrete: ‘selecção’ ≠ ‘seleção’.
Efectivamente, no Expresso: “Enfermeiro nomeado para coordenador da Estrutura de Missão para as Energias Renováveis deixou o cargo quatro dias depois da nomeação ter sido publicada“.
É possível lermos, num artigo de Jorge Pinto, “um partido que defende a política assente na ciência e nos dados” e a indicação “O autor escreve segundo o acordo ortográfico de 1990“? É.
“uma constatação de factos“. Factos? Com /k/? Estranho. Então e o “agora facto é igual a fato (de roupa)“?
“o nosso sentimento e as nossas condolências para com as famílias daqueles que não evitaram a trágica consequência de perder a vida”. Sacanas das pessoas, culpadas de não terem evitado morrer.
Não é Trump always *chicken out (00:31). O verbo é to chicken out, conjugado na terceira pessoa do singular (presente do indicativo), logo, aquele s faz imensa falta. Oh yeah!
Por lá, pó branco, só se for gelo. Como sabemos, o combate à droga é a motivação destas movimentações. A libertação de Hernández foi uma armadilha extremamente inteligente para apanhar os barões da droga desprevenidos.
Oferecer um calendário ou uma agenda a Mourinho. O jogo é na terça…

« Mais vous avez tout à fait raison, monsieur le Premier ministre ! » (1988). Mas, prontos. Voilà. Efectivamente.
Existe uma semelhança entre as pianadas do Lennon no Something e do Tommy Lee no Home Sweet Home.
Moreira, mandatário de Mendes, admite que avanço de Cotrim o levou a não ser candidato a Belém. Júdice, mandatário de Cotrim, votará Seguro na segunda volta.
O “cartel da banca” termina com um perdão de 225 milhões de euros aos 11 bancos acusados de conluio pelo Tribunal da Concorrência. Nada temam!
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O que mais me assusta na história dos submarinos, foi que condenaram um inocente na Alemanha.
É sabido que os grandes investimentos públicos, dão muitos proventos colaterais aos seus promotores. Não falo de pessoas a beneficiarem per si desse dinheiro. Falo de instituições políticas, ou até de clubes.
Quando o Metro do Porto iniciou as obras da atual linha, meses depois corria no jornal de caserna aquela história nunca confirmada de que Fernando Gomes e Vieira de Carvalho tinham “abarbatado para os partidos que representavam, uma pipa de massa”. Falava- se no célebre “milhão”. Lembro-me que nessa altura ainda não havia actual moeda, os €uros. Só haviam “contos de fada”. Daí pensarmos todos que aquilo era mais um boato lançado pela “fada madrinha” deste país contra os políticos de então, que se chama “Dona Corrupção”.
No início, ao ouvir falar do tal “milhão”, ainda pensei que se estivessem a referir ao velho militar português, herói da primeira Guerra Mundial, condecorado com a Torre Espada. Mas, afinal não era esse valoroso soldado de Penafiel, mas sim um montão de notas. É certo que estávamos no auge do Centrão. Era António Guterres primeiro ministro. No PSD já não me lembro quem era o artista. Se Marcelo, se Durão Barroso.
Com a Parque Escolar e com os Submarinos deve ter sido igual. Se houvesse TGV seria outro regabofe. E se amanhã fizerem um aeroporto no Montijo, mesmo que remendado da atual base aérea, eles arranjarão maneira de ir buscar uns cobres, para pagar as dívidas dos partidos que ficaram por liquidar das últimas campanhas.
Portugal é um país maravilhoso. Vale a pena ser português só para assistirmos a esta paródia.
Isto até me faz lembrar o último ano em que fui mordomo lá nas festas da minha aldeia.
Preocupado, balbuciei:
– Temos que arranjar dinheiro prá a festa!
– Nem que porca tussa pelo rabo, diz o outro mordomo!
Soro da verdade está nos documentos k o Portas andou a sacar durante 1 semana no ministerio da defesa quando de lá saiu k era palhaço da defesa
O D. Cristas enganou-se , o soro é para alguém do seu Partido . E o retrovisor é para a D. Crista ver a merda que fez no M A.
A Cristas deixou obra de vulto no Ministério por onde passou. Estou a lembrar-me da mudança de nome do Instituto de Meteorologia para do Mar e da Atmosfera. Obra sublime! Notável! Comparado com ela até o que Albuquerque fez na Índia é nada!.