O Acordo Sykes-Picot

 

sykes-picot-1916

O Acordo Sykes-Picot foi um acordo secreto alcançado entre 15 e 16 de Maio de 1916, entre Sir Edward Grey e Paul Cambon, dividindo o Médio Oriente em áreas de influência do Reino Unido e da França. As negociações que conduziram ao entendimento entre as duas potências coloniais europeias ocorreram entre Novembro de 1915 e Março de 1916.

Este tratado secreto foi exposto e divulgado em dois jornais russos, a 23 de Novembro de 1917.

O Acordo entre a França e o Reino Unido entregou ao Império Britânico o domínio dos territórios situados entre a costa do Mar Mediterrâneo e o Rio Jordão, a Jordânia, o sul do Iraque e ainda uma área que inclui os portos de Haifa e Acre, ambos situados no actual território de Israel e que garantiam o acesso ao Mediterrâneo. À França coube o domínio da zona sudeste da Turquia, do norte do Iraque, da Síria e do Líbano.

Os cidadãos ocidentais, incluindo os portugueses, têm sido enganados sobre as origens, as motivações e os verdadeiros protagonistas, não só da guerra que dizimou a Síria, como de todas as acções subversivas conhecidas pelo nome de Primavera Árabe.

Ensino privado na liderança absoluta do ranking das notas aldrabadas

uma

Surgiu uma interessante notícia no Público, sobre o estado da Educação em Portugal. Não, não é da autoria de Clara Viana. Deus a livre de tal heresia! Onde é que já se viu denunciar que dois terços das escolas que mais inflacionam as notas pertencem ao ensino privado, quando ensino privado representa apenas 17% do universo escolar nacional? E andamos nós a enfiar dezenas de milhões de euros nestas instituições, que lucram outros tantos milhões e ainda manipulam resultados. Não admira que te queiram fazer a folha, Tiago.

Imagem via Uma Página Numa Rede Social

Lettres de Paris #45

Au claire de la lune

dsc01291
‘mon ami Pierrot,
Prête-moi ta plume, pour écrire un mot.
Ma chandelle est morte, je n’ai plus de feu.
Ouvre-moi ta porte, pour l’amour de Dieu (…)’
 
Não foi a primeira canção que aprendi nas aulas de francês, no então chamado 1º ano do ciclo preparatório. Mas deve ter sido das primeiras. Já agora, a primeira, que ainda sei de cor note-se, como se fosse a mesma miúda de 10 anos e longas tranças e meia pespineta que se sentava nos bancos da escola preparatória para aprender – entre outras coisas igualmente espantosas – francês, foi ‘Un, deux, trois, je vais dans les bois
quatre, cinq, six, cueillir des cerises
sept, huit, neuf, dans mon panier neuf
dix, onze, douze, elles sont toutes rouges!’
 

[Read more…]